O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

‘Grande parte dos índios não sabe o que é dinheiro’, diz Bolsonaro

4 de agosto de 2021 Política
Compartilhar
Bolsonaro conversa com indígenas em Manaus
Bolsonaro teve encontro rápido com índios em Manaus no dia 25 de julho de 2019 (Foto: Alan Santos/PR)
Por Mateus Vargas, da Folhapress

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (4) que grande parte dos indígenas não sabe o que é dinheiro. Ele também afirmou que quilombolas já tem terras tituladas suficientes no Brasil.

“A Funai (Fundação Nacional do Índio), quando assumi a transição (de governo), tinha destinado R$ 50 milhões para o índio mexer com Bitcoin. Não sabe nem, com todo o respeito, grande parte não sabe nem o que é dinheiro”, afirmou o presidente à Rádio 96 FM de Natal (RN).

Em seguida, o presidente disse que o governo está “libertando o índio” ao estimular que eles utilizem a terra para a produção. Ele afirmou que o governo não demarca mais terras a indígenas e quilombolas. Na versão do presidente, o reconhecimento destes territórios tinha intenção de “inviabilizar a agricultura”.

“Por que o campo está feliz com a gente? Nós não demarcamos mais terra indígena”, disse Bolsonaro.

“Se demarcar tudo o que está na Justiça, acabou o Brasil”, declarou, referindo-se aos territórios de quilombolas. “Já foi demarcado o suficiente”.

O presidente voltou a defender a ampliação do uso de arma, especialmente no campo. “A arma de fogo é a garantia de que vai se viver numa democracia”, afirmou.

O governo Bolsonaro cancelou, em janeiro de 2019, contrato de R$ 44,9 milhões entre a Funai e a UFF (Universidade Federal Fluminense) que, entre outros pontos, previa a elaboração de uma chamada criptomoeda indígena.

Cumprindo promessas e indicativos que deu durante a campanha eleitoral de 2018 e em boa parte de sua carreira política, Bolsonaro ampliou de forma expressiva em seus dois primeiros anos de governo um processo de desmonte e esvaziamento dos órgãos responsáveis por cuidar do meio ambiente e das questões indígena e agrária.

Sob o governo de Bolsonaro, processos de titulação de territórios de quilombolas travaram e caiu o orçamento para trabalho de campo e indenizações de terra, como mostrou o jornal Folha de S.Paulo. Em janeiro de 2020, o presidente disse que o indígena está “evoluindo” e se tornando um “ser humano igual a nós”.

A oposição a demarcações de terras indígenas começou já no primeiro mandato de Bolsonaro como deputado federal (1991-1995), quando tentou impedir a criação da Terra Indígena Yanomami, homologada em 1992 pelo então presidente Fernando Collor.

Durante a campanha presidencial, Bolsonaro disse que não iria homologar mais nenhuma terra indígena, promessa que vem mantendo durante o mandato, apesar de ser um direito previsto na Constituição de 1988.

Notícias relacionadas

Deputada acusa manobra em sessão e confronta presidente da Aleam

Aleam aprova ampliação da bandeira e flexibilização da regularização fundiária

TSE mantém o valor do Fundo de Financiamento de Campanha em R$ 4,9 bilhões para 2026

STF invalida redução do prazo de prescrição das ações de improbidade administrativa

TCU lança painel para acompanhar aplicação do dinheiro de emendas parlamentares

Assuntos Bolsonaro, dinheiro, índios
Murilo Rodrigues 4 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dinheiro apreendido em livro falso na casa de advogado ligado a líder do PL (Foto: PF/Divulgação)
Política

PF apreende dinheiro em livro falso de advogado ligado a líder do PL na Câmara

1 de julho de 2026
O Amazonas só perdeu para o Amapá (Foto: Reprodução)
Dia a Dia

Cartórios devem assegurar patrimônio da mulher vítima de violência

22 de junho de 2026
Política

Moraes autoriza depoimento de Bolsonaro sobre arma apreendida pela PM

20 de junho de 2026
Economia

Pix incomoda os Bolsonaro e os EUA, diz ministro da Fazenda

1 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?