O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Governo ‘desconvida’ embaixadora de Guaidó para evitar tensão com Maduro

31 de maio de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Militares dizem que estratégia usada pelo Brasil e liderada pelos Estados Unidos foi excessivamente agressiva (Foto: ABr/Agência Brasil)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Pressionado pela ala militar do governo, o Itamaraty desconvidou a representante no Brasil do autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, para a cerimônia de entrega de cartas credenciais ao presidente Jair Bolsonaro na próxima semana. 

Na terça-feira (4 de junho), Bolsonaro deve recepcionar no Palácio do Planalto os novos embaixadores de sete países: México, Colômbia, Paraguai, Arábia Saudita, Peru, Guiné e Indonésia. 

Segundo uma circular diplomática à qual a reportagem teve acesso, María Teresa Belandria, indicada em fevereiro para atuar como embaixadora de Guaidó no Brasil, também havia sido convidada a entregar suas credenciais a Bolsonaro no dia 4 de junho.

O Brasil, assim como outros 50 países, reconhece Guaidó como presidente interino da Venezuela.

No entanto, ela acabou excluída do evento por pressão da ala militar do governo. 

Na tradição diplomática, a apresentação das credenciais ao chefe de Estado marca oficialmente o início da missão de um embaixador como representante do seu país em uma nação estrangeira. 

Os militares avaliaram que a participação na cerimônia de uma liderança da oposição ao regime chavista seria uma “provocação desnecessária” ao ditador Nicolás Maduro, justamente no momento em que os generais conseguiram reduzir a tensão entre os dois países.

fronteira entre as cidades de Pacaraima (em Roraima) e Santa Elena de Uairén (na Venezuela), que ficou fechada por quase três meses, foi reaberta no início de maio. 

O governo também retomou nas últimas semanas as negociações com emissários de Maduro para que a Venezuela volte a vender energia elétrica para Roraima, o único estado brasileiro que depende da importação de eletricidade. 

Além das questões práticas, há um cálculo político por trás do veto a Belandria. 

Os militares avaliam que o levante liderado por Guaidó em 30 de abril não foi bem-sucedido e enfraqueceu sua posição. 

Embora os conselheiros militares de Bolsonaro desejem uma mudança de governo na Venezuela, eles consideram que, ao menos no curto prazo, o mais provável é que Maduro continue no poder. 

Sendo assim, dizem, o país precisa preservar alguma interlocução com os chavistas. 

Maduro mantém um representante em Brasília, o diplomata Freddy Efrain.
Nesse cenário, igualar Belandria aos demais embaixadores acreditados poderia prejudicar o esforço feito pelo Palácio do Planalto nos últimos meses para reduzir a tensão com o país vizinho.

Segundo relatos feitos à reportagem, a área de inteligência do Planalto avaliou que havia o risco de que a formalização do reconhecimento diplomático da indicada de Guaidó levasse a um novo fechamento da fronteira com a Venezuela.

Nas palavras de um assessor presidencial, não cabe fazer esse tipo de sinalização neste momento, ainda mais diante do enfraquecimento do líder opositor.

A opinião sobre a posição delicada em que se encontra Guaidó foi vocalizada, em 30 de abril, pelo ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno. 

À época, Heleno disse que o apoio das Forças Armadas venezuelanas ao presidente autoproclamado não alcança “os altos escalões” e que “não há uma expectativa de solução no curto prazo.” 

Procurado, o Ministério das Relações Exteriores não comentou o desconvite a Belandria.

A representante de Guaidó, por sua vez, disse que o tema é “protocolar”. 
“Será agendada uma nova oportunidade para a Venezuela. O apoio do Brasil continua sendo sólido, forte e decidido. É um tema meramente protocolar”, disse Belandria. 

A ação dos militares para barrar a representante de Guaidó deixa novamente em evidência a disputa entre os generais do governo Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo.

Os militares desaprovaram, desde o início do mandato, a forma como Araújo conduziu a resposta do Brasil à crise na Venezuela.

Para eles, o ministro alinhou o Brasil a uma estratégia, liderada pelos Estados Unidos, excessivamente agressiva contra Maduro, que goste o Brasil ou não ainda controla o território venezuelano. 

Desde o fim de fevereiro os militares atuam para limitar a influência de Araújo nas principais decisões que envolvem o país vizinho.

Notícias relacionadas

Embaixadores da União Europeia conhecem projetos de pesquisa da UEA

Pilotando motocicleta, entregadora morre ao colidir com picape em Manaus

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

TRT-11 determina circulação de 80% da frota de ônibus durante greve

Secretário pede mais investimento para ampliar combate ao crime no AM

Assuntos eua, Juan Guaido, Nicolas Maduro, Venezuela
Redação 31 de maio de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

São 630 vagas para agente da PF no concurso público (Foto: PF/Divulgação)
Dia a Dia

Polícia Federal nomeia delegada para posto de delegado expulso dos EUA

21 de abril de 2026
Alexandre Ramagem com a esposa e as filhas no momento em que chegou em casa (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

Mulher de Ramagem publica vídeo de retorno do ex-deputado para casa após prisão

16 de abril de 2026
Política

Situação de Alexandre Ramagem nos EUA inclui deportação, extradição ou asilo

14 de abril de 2026
Política

Papa responde a Trump: ‘Não tenho medo do presidente dos EUA’

13 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?