O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Governo oferece vacinas contra a Covid à Ucrânia e ao Paraguai, que recusou

13 de julho de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
vacina astrazeneca
Vacinas da Astrazeneca foram oferecidas devida à proximidade do prazo de validade (Foto: Edson Aquino/Secom)
Por Constança Rezende, da Folhapress

BRASÍLIA – O governo brasileiro ofereceu ao menos 5 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 da Astrazeneca para a Ucrânia e uma quantidade não informada ao Paraguai. Este país recusou a oferta e, até o momento, o governo de Volodimir Zelenski não se manifestou, segundo informações do Ministério da Saúde concedidas à reportagem.

A informação sobre a oferta de vacinas foi enviada pela pasta ao STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 26 de junho em processo sobre a vacinação contra a Covid relatado pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Na ocasião, o Supremo pediu providências ao governo de Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de perda, até o fim de agosto, de quase 28 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, caso os imunizantes não sejam aplicados até lá, como mostrou o jornal Folha de S.Paulo em junho.

O pedido dizia que, não sendo possível a aplicação dessas doses à população brasileira, fosse feita a imediata doação para países necessitados, segundo critérios técnicos e científicos de países que ainda sejam efetivo foco da doença e que contenham baixa cobertura vacinal, segundo parâmetros da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O caso foi apresentado ao STF pela Rede Sustentabilidade, após publicação de reportagem na Folha de S.Paulo e também deu origem a um processo aberto no TCU (Tribunal de Contas da União).

São ao menos 26 milhões de unidades da Astrazeneca e 1,92 milhão de doses da Pfizer que vencem neste mês e em agosto. Os dois tipos de vacinas são apontados pelo próprio Ministério da Saúde como prioritários no reforço da imunização contra a Covid-19.

Os lotes, comprados a R$ 1,23 bilhão, se acumulam no momento em que a cobertura está estagnada e o governo trata com desdém a perda de fôlego da campanha de vacinação.

O Brasil chegou nesta terça (12) a 674.166 mortes por Covid e tem mais de 33 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia.

A diretora do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Cássia de Fátima Fernandes, disse na nota técnica entregue ao STF que os dois pedidos de doação de vacinas têm o objetivo de cooperação humanitária, autorizada pela Medida Provisória nº 1.081, de 20 de dezembro de 2021.

A nota também justifica que as doses de vacinas contra a Covid-19 foram adquiridas considerando questões estratégicas, como concorrência dos países e necessidade de formulação de diferentes contratos em razão dos preços no mercado nacional e internacional.

Para justificar o estoque, a Saúde também disse ao STF que ainda existe “um número expressivo de pessoas que já poderiam ter completado seu esquema vacinal ou recebido a primeira dose, mas que ainda não foram aos postos de saúde”.

“A ausência de cumprimento do esquema vacinal completo prejudica não apenas a imunização, mas também causa impactos negativos no uso dos quantitativos de vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde. Portanto, é importante que a população se conscientize da importância de cumprir o esquema vacinal e das doses de reforço”, afirmou o órgão ao STF.

Além disso, o ministério afirmou que é relevante que estados, o Distrito Federal e municípios “mantenham o empenho no sentido de incentivar a população a cumprir o esquema vacinal e da necessidade de aplicação de doses de reforço”.

O órgão também lembrou que no dia 19 de maio foi publicada uma lei que autoriza o Poder Executivo federal a doar os imunizantes contra a Covid a outros países em caráter de cooperação humanitária internacional. Para isso, é necessário o interesse e anuência do beneficiado e que seja ouvido o Ministério das Relações Exteriores. Procurado sobre o assunto, o Itamaraty não respondeu.

À reportagem a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde disse que as doações “respeitam o prazo de validade e a capacidade de internalização dos imunizantes pelo país receptor”.

Também informou que já foram doadas 5,1 milhões de doses de imunizantes Astrazeneca pelo Brasil à Covax Facility, iniciativa internacional que coordena os esforços para a distribuição de vacinas contra a Covid-19 para todos os países, seguindo os princípios da equidade e da universalidade. Outras 500 mil doses da vacina Coronavac já haviam sido doadas ao Paraguai.

Notícias relacionadas

Nova Carteira de Identidade será emitida em 12 cartórios de Manaus

Empresário sancionado pelos EUA usou 73 empresas para lavar R$ 10 bilhões

BNDES destina R$ 45 milhões para prevenir incêndios na Amazônia

Homem morre eletrocutado ao subir em árvore para tirar abacate em Manaus

Enem 2026 atinge 5,055 milhões de inscritos, maior número desde 2022

Assuntos AstraZeneca, Ministério da Saúde, vacina contra a Covid-19
Cleber Oliveira 13 de julho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Atividade física
Saúde

IBGE vai pesquisar hábitos de vida, acesso e utilização de serviços de saúde

2 de julho de 2026
violencia contra a crianca
Dia a Dia

Denúncias de violência contra crianças e adolescentes crescem 125%

30 de junho de 2026
Destruição em Rio Bonito do Iguaçu no Paraná: BNDES disponibiliza recursos para plano de enfrentamento de desastres (Imagem: YouTube/Reprodução)
Saúde

Ministério da Saúde lança ações para enfrentar efeitos da crise climática

30 de junho de 2026
Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil (Foto: Paulo Pinto/ABr)
Dia a Dia

Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até dezembro

30 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?