O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Genocidas

8 de janeiro de 2018 Sem categoria
Compartilhar

O assalto aos cofres da saúde no Brasil resulta em verdadeiro genocídio. Mata-se por atacado e de forma indiscriminada. As maiores vítimas são os mais pobres, que precisam realmente socorrer-se dos serviços públicos de assistência médica, hospitalar e ambulatorial.

O sistema é caótico. Falta tudo, esparadrapo, gaze, mercúrio e medicação básica. Os prédios, verdadeiros pardieiros, caem aos pedaços. E os que conseguem se manter em pé, ainda assim, escandalizam pela aparência.

Sem condições mínimas de funcionabilidade, o atendimento é o pior possível. Tem-se um retrato cruel da saúde, que pode ser visto nas filas de consulta médica madrugada adentro e em macas estendidas nos corredores dos hospitais e prontos-socorros, em todas as regiões do país. Há um círculo vicioso realimentado pela estrutura extremamente precária posta à disposição dos usuários. Quando chegam nas três esferas da Federação, os recursos são sempre insuficientes, porquanto reajustados em progressão aritmética, enquanto a demanda cresce e acelera em índices incontrolados e geométricos.

O Sistema Único de Saúde (SUS), implantado com a Constituição de 1988, foi uma ideia excelente. Sem dúvida nenhuma, um projeto extraordinário. Ao propiciar acesso democrático, integral, universal e gratuito aos serviços de saúde, em especial aos que mais necessitam, deu um grande salto no sentido de melhorar a existência de milhões de   brasileiros. No entanto, há desafios permanentes que precisam ser enfrentados, em relação ao gerenciamento do sistema e no que diz respeito ao financiamento da saúde.

Uma miríade de atividades no SUS, com consultas, exames, internações, fornecimento de medicamentos e campanhas de vacinação, exigem verbas que necessitam de atualização permanente. No entanto, o sistema entra sempre em desvantagem ou em colapso, com déficits orçamentários que se projetam por anos a fio, fato que impossibilita sejam alcançadas as metas projetadas e que deram razão à própria implantação do SUS. Em consequência, vê-se um conjunto de serviços sucateados, sem operacionalidade mínima e com carências de toda sorte, sob os aspectos materiais e humanos.

Como se não bastasse as mazelas e deficiências do setor, mais grave, assalta-se o que já é insuficiente, rouba-se do miserável. Retira-se dele o único bem que ainda conserva, mesmo aos trancos e barrancos, a vida. Os genocidas da saúde pública não encontram limites, agridem e corrompem, sem o mais remoto sentimento humano de compaixão. Deixam um rastro de sangue e de morte por onde passam, sem considerar o desespero e as lágrimas de milhões de famílias destruídas pelo infortúnio do assassinato em série.

O que agora ocorre no Amazonas, com um ex-governador, sua mulher e quatro ex-secretários presos, acusados de participarem de um gigantesco esquema de apropriação criminosa de dinheiro da saúde, não representa nenhuma exclusividade do Estado. Ao contrário, as ações delituosas espraiam-se pelo Brasil afora, como também se pode observar no Rio de Janeiro, com Sérgio Cabral e seu secretário de Saúde recolhidos ao presídio especial de Benfica. Na segunda capital do país, a violência da corrupção fez a antiga sede da República mergulhar na insolvência absoluta, na quebra geral, independente de ter deixado em frangalhos os já então péssimos serviços de saúde, além de todos os demais.

Assassinato em massa, uma tragédia brasileira, de largas e funestas proporções. Pelo amor de Deus, até quando?

[email protected]

Notícias relacionadas

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

Câmara aprova projeto que derruba sigilo sobre gastos públicos

Assuntos Amazonas, corrupção, desvio de dinheiro, rio de janeiro, saúde, Sistema Único de Saúde, sucateamento, SUS
Valmir Lima 8 de janeiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministra Cármen Lúcia
Política

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

23 de maio de 2026
Política

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

23 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
O levantamento mostra taxa de mortalidade infantil de 14,5 óbitos a cada mil nascidos vivos (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?