O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

Gastança preocupante

28 de abril de 2017 Follow Up
Compartilhar

Entre aquilo que arrecadou e o volume de sua gastança, o governo federal promoveu o maior festival de gasto público dos últimos 21 anos.  Na PEC de corte dos gastos, está colocado o limite anual de despesas para os três poderes ao longo das próximas duas décadas. Em apenas um trimestre, o governo só mostrou uma coisa: os gastos vão continuar de seu jeito. A mudança se encontra no Senado onde será votada e, certamente, aprovada sua entrada em vigor. Dados do Portal G1 mostram que o ano de 2016 foi o terceiro seguido com as contas no vermelho. Em 2014, houve um déficit de R$ 17,24 bilhões e, em 2015, um rombo recorde de R$ 114,98 bilhões. A previsão é de déficit de até R$ 170,5 bilhões em 2016 – o pior resultado da história, se confirmado. Para 2017, a estimativa é de um novo déficit fiscal, da ordem de R$ 139 bilhões, mesmo se a PEC já estiver em vigor. Há um abismo inquietante entre o discurso e a conduta do governo. E quem viver verá que esse filme de terror que desequilibra receita menor com a gastança maior só terá um desfecho: o aumento de impostos.

Descrédito global

A gastança maior do que a receita tirou credibilidade do Brasil, com a perda seguida do grau de investimento. A reforma trabalhista feita pela ótica dos protegidos do poder retirou o imposto sindical obrigatório apenas para o segmento laboral. Essa medida modernizadora, porém, deveria ser ampla, saneadora, e coletar a contribuição de todos e cada um. A gastança do governo deu reajustes salariais generosos para algumas categorias, deixando outras, como as de saúde e educação, sem sequer, deposição inflacionaria. E se a PEC 241 é o caminho para o Brasil voltar aos eixos, a volta do crescimento de nossa economia e para a criação de empregos, precisa começar pela gestão doméstica, posto que “o exemplo de casa vai às praças”. Mesmo que a gastança se mantenha nos patamares recentes, a compulsão fiscal não tardará a mostrar suas garras, sobretudo se o atual governo não quiser apostar suas fichas no processo eleitoral.

Quem pode mais chora menos

Os cortes, incluindo o confisco das verbas de algumas autarquias federais, como é o caso da Suframa, são definidos pelos interesses segmentados, na base do quem pode mais chora menos. Nos últimos 15 anos, desde que o confisco começou a se ampliar ao nível atual de 80%, a Suframa pagou a cota, sozinha, de todo o Ministério do Desenvolvimento, ou seja: começaram tirando uma flor do jardim e agora estão a postos para confiscar o que bem entenderem. Afinal, mesmo com a proximidade dos políticos locais com os últimos governos – o núcleo duro do poder central – a ZFM virou exportadora liquida de recursos, nas barbas e sob os olhares indiferentes da classe política. Sem porto público, com energia precária e cara, e uma comunicação lenta e onerosa, os atores da ZFM não podem, a moda do avestruz, enfiar a cabeça no buraco da indignação e na indiferença, em vez de se mobilizar no sentido da criação de saídas. A hora é de somar, manter a vigilância e a obstinação laboral, sem xenofobia, muito menos a ingenuidade…

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

Notícias relacionadas

El Niño e águas baixas: o teste amazônico do Plano Nacional de Logística

Roberto Cidade apresenta justificativa para não ir a debate neste domingo

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

Marcelo Ramos diz que críticos da ZFM querem os incentivos ou o fim das indústrias

Roberto Cidade declara patrimônio de R$ 4,2 milhões ao pedir registro de candidatura

Assuntos Amazonas, Cieam, suframa, ZFM
Cleber Oliveira 28 de abril de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

El Niño e águas baixas: o teste amazônico do Plano Nacional de Logística

10 de agosto de 2026
Roberto Cidade
Política

Roberto Cidade apresenta justificativa para não ir a debate neste domingo

9 de agosto de 2026
O total é 39% maior que o do primeiro semestre de 2025 (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

9 de agosto de 2026
Marcelo Ramos saiu em defesa da Zona Franca de Manaus ao analisar um vídeo que circula na internet criticando o modelo econômico (Foto: WhatsApp/reprodução)
Economia

Marcelo Ramos diz que críticos da ZFM querem os incentivos ou o fim das indústrias

9 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?