
Do ATUAL
MANAUS – Com 30 espetáculos, a coordenação do Festival de Teatro da Amazônia divulgou a lista dos selecionados para 18ª edição, que ocorre entre os dias 29 de setembro e 13 de outubro em Manaus. A relação está no site da entidade (fetam.com.br).
São 14 trabalhos na Mostra Jurupari, uma competição dedicada aos trabalhos inéditos produzidos no Amazonas e dividida em oito produções da categoria adulto e seis da categoria infâncias; dez obras nacionais na Mostra Ednelza Sahdo e seis montagens na Mostra Chico Cardoso, que abrange produções dos estados da Amazônia Legal – Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
“Tivemos mais um recorde de inscrições, foram 273 trabalhos”, disse Cléber Ferreira, presidente da Fetam.
O Festival de Teatro da Amazônia é contemplado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura com apoio do Nubank.
Mostra Jurupari
Na categoria adulta foram contemplados “Helena”, do Ateliê 23; “Provérbios de Burro”, de Ítalo Rui; “Performance-ritual Ühpü”, do Instituto de Pesquisa Tabihuni; “Flecha Borboleta”, da Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas; “A Doente Hereditária”, de Elencas coletivas; “O Morro do Bode Selvagem”, do Grupo Jurubebas de Teatro; “Lágrimas Negras”, de Café Preto; e “HUMA/Ly Scantbelruy”, da Artrupe Produções Artísticas.
Os infantis são: “Cabelos Arrepiados”, de Buia Teatro Company; “Quem mexe com Curupira se dá mal com Caipora”, de Rosa Malagueta; “Sobrevivências”, da Barravento; “Disquinhos”, da Cia de Teatro Metamorfose; “O Fio Da Memória”, da Cia Teatral Interarte; e “A Lenda do Rei Sebastião e o Touro Encantado”, da Cia de Atores Escalafobéticos.
Mostra Ednelza Sahdo
Nas obras nacionais selecionadas estão “Manifesto Transpofágico”, de Renata Carvalho, e “Os Céus e suas Histórias”, de 2 Mililitros Cia Teatral, de São Paulo; “Adeus de Maria”, do Grupo Teatro Dança Primitivos, do Mato Grosso; “Alegria de Náufragos”, do Coletivo Ser Tão Teatro, da Paraíba; “O menino do Olho que vê”, de Dudu Melo, ator fundador da Pigmentar Companhia, de Minas Gerais; “Temperos de Frida”, de Qinti, do Rio de Janeiro; “Giz”, da Dengo, do Rio de Janeiro; “À Beira”, da Plataforma Beira, de Pernambuco; “Boquinha…e assim surgiu o mundo”, do Coletivo Meio Tempo, da Bahia; e “Outra História de Amor”, da Cia Teatral H2O, do Distrito Federal.
Mostra Chico Cardoso
A nova categoria, que homenageia o teatrólogo Chico Cardoso e abrange trabalhos realizados por companhias residentes na Amazônia Legal, vem com “Tiquim”, da Criart Teatral, de Roraima; “Nepal”, do Theatro Fúria, do Mato Grosso; “Chica Fulô de Mandacaru”, da Cia Casa Circo, do Amapá; “O pesadelo da Borboleta – Oposto Teatro Laboratório”, da Caixa Mágica, de Rondônia; “Parece que não tenho autorização para estar aqui”, do Amazonas; e “Amazônia em Sonho”, de Bruno Torres da Silva, do Pará.
Premiação
Os espetáculos da Mostra Competitiva Jurupari concorrem a 20 prêmios, divididos em dez para categoria adulto e dez para a categoria das infâncias, no valor de R$ 2,2 mil cada. A premiação vai ser definida por um grupo composto por seis jurados.
Com prêmios artísticos vão ser contemplados “Melhor Espetáculo”, “Melhor Direção”, “Melhor Atuação de Ator ou Artista Não-Binárie”, “Melhor Atuação de Atriz ou Artista Não-Binárie” e “Melhor Dramaturgia”, enquanto os prêmios técnicos destacam “Melhor Cenário”, “Melhor Figurino”, “Melhor Visagismo”, “Melhor Iluminação” e “Melhor Design de Som”.
