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Variedades

Festival Acessa BH 2025 celebra a pluralidade e o protagonismo da cultura DEF

20 de agosto de 2025 Variedades
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Monga, com Jéssica Teixeira, abre o Acessa BH 2025 no Sesc Palladium – Foto: Ligia Jardim

Do ATUAL, com informações de assessoria

MANAUS – Maior evento dedicado à cultura DEF no país, o Festival Acessa BH realiza sua 5ª edição de 5 a 28 de setembro de 2025, e reúne uma programação com mais de 30 atrações, entre espetáculos, filmes, videoclipes, oficinas, bate-papos e lançamento de livro. Com a participação de artistas de nove estados brasileiros e do Reino Unido, o festival reafirma a força, a criatividade e a pluralidade da produção cultural de pessoas com deficiência, colocando esses artistas como protagonistas de uma cena artística inclusiva e engajada. A programação é gratuita e será realizada no Sesc Palladium, Palácio das Artes, Funarte MG e Centro Cultural Unimed-BH Minas.

A abertura do Festival Acessa BH 2025 será no dia 5 de setembro, sexta-feira, às 20h, no Sesc Palladium, com a apresentação de “Monga”, da atriz e diretora cearense Jéssica Teixeira — vencedora do 35º Prêmio Shell de melhor direção. Na montagem, Jéssica faz da cena uma grande comunhão com o público, evocando a brilhante artista mexicana Julia Pastrana, conhecida como “Monga”, e discute a marginalização de corpos dissidentes e a exploração da imagem.  Ao tensionar o que é visto como natural ou monstruoso, o espetáculo mistura terror psicológico e doses de humor, ressignificando memórias e afetos. No dia 7 de setembro, domingo, às 19h, também no Sesc Palladium, será lançado o livro com a dramaturgia da peça.

As mais de 30 atrações do Festival se dividem em 14 apresentações de teatro, dança, música e performance; quatro oficinas; cinco filmes (três curtas e dois longas), três videoclipes, quatro bate-papos pós-espetáculos, uma roda de conversa e um lançamento de livro. “Mais do que uma seleção de espetáculos, a curadoria propõe um campo de encontro e troca, onde diferentes modos de criação possam conviver e provocar o público a refletir, sentir e imaginar futuros possíveis. Um convite à escuta atenta e ao deslocamento dos olhares, que valoriza tanto a expressão poética quanto o engajamento político da cena contemporânea,” afirmam Daniel e Lais Vitral, coordenadores e curadores do festival.

A diretora de Comunicação e Marketing da Cemig, Cristiana Kumaira, falou da alegria de estar, mais um ano, ao lado do Festival Acessa BH, destacando a sinergia entre a proposta e os valores trabalhados pela empresa. “Como a maior incentivadora da cultura de Minas Gerais, para nós, da Cemig, é uma grande honra patrocinar, pelo terceiro ano, esse festival que traz uma programação intensa e diversas linguagens artísticas. Uma iniciativa, gratuita e para todos, que tem consonância com todo o posicionamento da Companhia, no que diz respeito ao acesso, à democratização da cultura, à diversidade e à inclusão”, enfatizou.

O Festival Acessa BH 2025 garante uma experiência acessível ao público por meio de diversas iniciativas inclusivas. Os locais que recebem a programação contam com acessibilidade física e disponibilizam cadeiras de rodas para empréstimo, além de permitirem o trânsito e permanência de cães-guia devidamente identificados, conforme a Lei nº 11.126/2005. A acessibilidade comunicacional também é prioridade: todos os filmes contam com legendas descritivas abertas, janelas de Libras e audiodescrição integrada, recurso que também estará presente ao vivo durante os espetáculos. Além disso, haverá interpretação em Libras/Português durante as apresentações, oficinas e bate-papos, bem como a disponibilização de abafadores de ruído e pranchas de comunicação alternativa aumentativa Na Funarte, ainda haverá uma sala de regulação sensorial. Além disso, o evento ainda conta com uma equipe preparada para receber as pessoas com deficiência nos teatros, incluindo intérpretes de Libras.

O Acessa BH valoriza o protagonismo de artistas e profissionais com deficiência, contando com equipe especializada e consultores para garantir a inclusão em todas as etapas. “A coordenação de Acessibilidade procura pensar esse quesito de forma integral, com a participação ativa da equipe de consultores, desde o planejamento do Festival. Esse trabalho conjunto inclui visitas técnicas aos espaços de apresentação, proposição de pautas e estratégias de comunicação, e análise de diversos recursos de acessibilidade para cada atividade do evento. Para além do conhecimento teórico, as vivências com a equipe, artistas e público do Acessa sempre provocam novas reflexões, e motivam nossa busca constante de fazer um Festival cada vez mais diverso, acolhedor e potente”, explica Anita Rezende, coordenadora de Acessibilidade do Acessa BH.

Destaques do Festival

Foto – Cena de “OZ”, espetáculo bilíngue encenado em Libras e em português

O espetáculo “Os Irmãos Karamázov”, que será apresentado no dia 12 de setembro, sexta-feira, às 20h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, é estrelado e dirigido por Caio Blat, ao lado de Marina Vianna, e marca a primeira adaptação teatral de Os Irmãos Karamázov no Brasil.

O Teatro do Centro Cultural Unimed BH-Minas recebe, também, no dia 13 de setembro, às 20h, Hermeto Pascoal & Grupo (AL). Gênio da música brasileira e ícone da “música universal”, Hermeto apresenta um show repleto de improvisações, experimentações sonoras e instrumentos inusitados.

Estela Lapponi (SP) traz o seu o solo híbrido “CAPENGÁ!” para a Funarte MG, no dia 18 de setembro, às 20h. A obra transforma a instabilidade em linguagem estética ao articular som, corpo e tecnologia sob uma perspectiva política sobre deficiência.

A participação da artista britânica Dora Colquhoun no Festival Acessa BH também se destaca, marcando o início de uma parceria entre o evento, a organização DaDa e a companhia ZU-UK. O espetáculo “That’s Why Deers Run” será apresentado no dia 25 de setembro, às 19h30, na Funarte MG.

O coletivo paulista Aquilombamento Ficha Preta apresenta “OZ”, espetáculo bilíngue encenado em Libras e em português. A peça que encerra a programação do festival, no dia 28 de setembro, às 19h, na Funarte MG, discute amor, negritude e resistência afetiva, por meio da história de um casal que desafia padrões normativos de afeto e pertencimento.

Teatro, Dança e Performance

Espetáculos programados na 5ª edição do Festival Acessa BH

A programação de artes cênicas do Festival Acessa BH 2025 chega com força: é extensa, diversa e reúne artistas de várias regiões do Brasil e do exterior. “Monga”, da atriz e diretora Jéssica Teixeira (CE), mistura performance, instalação, terror psicológico e humor para tensionar padrões de normalidade e dar visibilidade a corpos dissidentes. Com intensa circulação internacional, “Monga” já passou por França, Alemanha, Suíça, Itália, Portugal, Escócia, Sérvia e Polônia em menos de um ano — e ganha agora também uma publicação com a dramaturgia do espetáculo, lançada em primeira mão no Acessa BH.

O ator e cineasta Victor Di Marco (RS) conhecido por seu trabalho que aborda temas relacionados à deficiência e à comunidade LGBTQIAP+, apresenta o solo “Azul Marítimo”, seguido de bate-papo com a participação da diretora do espetáculo, Jéssica Teixeira. A peça explora os movimentos involuntários do corpo como ondas persistentes, navegando entre o íntimo e o erótico. Victor Di Marco é o diretor do curta “Zagêro” que também está na programação do evento.

O artista Céu Vasconcelos (CE) apresenta a performance “O corpo, o peso, o descanso”, em que propõe uma “andança aleijada” com o uso de uma prótese de quatro metros, reivindicando espaço e memória coletiva a partir de um corpo marginalizado. Céu Vasconcelos é um artista visual que explora as próteses como extensões do corpo e elementos poéticos. Por meio de fotoperformances e esculturas, desafia padrões normativos e propõe novas formas de presença corporal na arte.

A montagem “Os Irmãos Karamázov” (RJ) revisita o último romance de Dostoiévski, condensando a intensidade da Rússia pré-revolucionária. Com um elenco de 13 atores, a peça mistura rock, baladas e coreografias que trazem à cena as intensas disputas familiares entre pai e filhos, em uma trama marcada por paixões, conflitos e um desfecho trágico. A montagem conta com o uso de Libras nos diálogos e na linguagem gestual da encenação, além de outros recursos como efeitos sonoros e suportes táteis.

“CAPENGÁ!”, solo híbrido de Estela Lapponi (SP), de caráter provocativo, transforma a instabilidade em linguagem estética ao articular som interativo, corpo e tecnologia sob uma perspectiva política sobre deficiência. Estela Lapponi, que há anos tensiona os limites entre as artes cênicas e visuais, aprofunda aqui suas investigações sobre presença, acessibilidade estética e a performatividade do erro como gesto criativo.

O espetáculo “Pequeno tratado sobre a leveza das pedras” (PA), de Rô Colares, artista da cena, escritora e doutora em artes, integra a programação. Mulher indígena do Pará, se apresenta como “neta do Rio Arapiuns”, uma forma poética de afirmar sua ancestralidade e vínculo com o território. Sua obra cruza performance, escrita e fabulação, articulando corpo, memória e política em práticas de presença e escuta.

A obra “Hereditária”, de Moira Braga, com Isadora Medella e Luize Mendes Dias (RJ), parte da descoberta da artista, aos sete anos, de uma condição genética rara — a doença de Stargardt — que a levaria à perda de sua visão, para discutir os múltiplos sentidos da herança, entre o genético, o histórico e o social. Em sua primeira criação autobiográfica, Moira entrelaça memórias, mitos e escolhas em uma dramaturgia escrita com o diretor Pedro Sá Moraes.

Idealizado por Aline Mohamad, “OZ”,da companhia Aquilombamento Ficha Preta (SP), é um espetáculo bilíngue em português e Libras que propõe repensar os padrões sociais do amor. Em cena, o casal é formado pelo ator, poeta e slammer surdo Edinho Santos e pela atriz Letícia Calvosa. Juntos, eles compartilham seus afetos na cozinha — espaço de escuta, cuidado e resistência — enquanto questionam os limites impostos aos seus corpos e constroem formas próprias de amar e existir em família.

Parceria – A artista britânica Dora Colquhoun (RU) apresenta “That´’s Why Deers Run”, uma performance que mistura movimento, música e narrativa para discutir rupturas, fragilidade e pertencimento. Dora é uma criadora de teatro neurodivergente, performer, compositora, escritora e palhaça. Formada em Artes Cênicas Contemporâneas pela Dartington College of Arts, desenvolve obras interdisciplinares, colaborativas e criativas. Com sede em Liverpool e recentemente celebrando seus 40 anos, a DaDa é uma das mais antigas organizações dedicadas às artes para pessoas com deficiência no Reino Unido, com forte atuação internacional. A ZU-UK, baseada em Londres e no Brasil, é uma companhia com mais de duas décadas de atuação em performances imersivas e teatro participativo. A colaboração com a ZU-UK, a DaDa e o Acessa BH pretende abrir caminho para novas conexões entre Brasil e Reino Unido no campo das artes inclusivas. Após a apresentação, haverá um bate-papo imersivo e interativo sobre clima e deficiência. Esta não é uma palestra típica. Espere o inesperado!

Infantil

Espetáculos infantis e para a família programados na 5ª edição do Festival Acessa BH

A montagem “Maria quer ser rio”, da Coletiva de Palhaças (AM), narra a história de Mariazinha, uma menina com baixa visão que vive em uma casa flutuante e descobre o mundo encantado da ancestralidade amazônica. O grupo atua nas interseções entre palhaçaria, feminismo, ancestralidade e acessibilidade. Criam experiências cênicas e formativas voltadas a públicos diversos, com atenção especial a mulheres negras, indígenas, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Sua pesquisa amplia os horizontes da comicidade no Norte do país, incorporando perspectivas como a “cosmocegueira” e práticas anticapacitistas no fazer teatral.

“Biruta”, do grupo mineiro Sapos e Afogados (MG), fundado em 2002 em Belo Horizonte dentro de centros de saúde mental. Reconhecido por transformar vivências de transtorno psíquico em expressão artística, utiliza a palhaçaria para desestigmatizar sofrimentos e ampliar a noção de teatro cênico. A montagem infantil explora com sensibilidade a saúde mental na infância e juventude, usando elementos lúdicos da palhaçaria para favorecer o acolhimento e a reflexão do público. Após a apresentação, haverá um bate-papo com o público.

Paula Gotelip, Cristiane Muñoz, César Rossi e Cézar de Castro criaram “Spectrum” (SC/RJ), uma experiência cênica sensorial e altamente acessível. Com plateia reduzida e protocolo sensível (incluindo adaptação de intensidade de luz e som, espaço confortável e ritmo acolhedor), Spectrum propõe que “cada corpo sente, percebe e se expressa de maneira única”. Após a apresentação, haverá um bate-papo com o elenco, promovendo troca e escuta entre artistas e espectadores.

Música

Os shows programados na 5ª edição do Festival Acessa BH

A programação musical do Festival Acessa BH 2025 traz dois nomes de peso. Hermeto Pascoal & Grupo (AL) apresenta um show repleto de improvisações, experimentações sonoras e o uso criativo de instrumentos inusitados — como chaleiras, copos e o próprio corpo. Conhecido como “o Bruxo”, Hermeto é albino e tem baixa visão, condição que nunca o impediu de transformar sons do cotidiano em linguagem musical. É um dos grandes gênios da música brasileira, aclamado por Miles Davis e referência mundial na chamada “música universal”.

O festival também apresenta o grupo Trem Tan Tan (MG), com o show “Trem Negreiro”, que conta com participação especial das cantoras Fran Januário e Júlia Rocha. Formado por usuários do sistema de saúde mental, o coletivo atua há mais de duas décadas utilizando a arte como forma de resistência e luta antimanicomial. Sob direção do músico paraibano Babilak Bah, o grupo ressignifica termos pejorativos em canções já registradas em CDs e DVD, afirmando sua potência criativa e política.

Filmes, curtas e videoclipes

Filmes
O cinema também integra a programação do Festival Acessa BH 2025 com sessões comentadas e acessíveis. Será exibido o longa “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, vencedor do Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional. Baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva, o filme revisita a história de sua família e o desaparecimento de Rubens Paiva durante a ditadura militar. Esta será a primeira exibição em Belo Horizonte com recursos de acessibilidade em Libras, legendas e audiodescrição. A sessão será comentada por Ademar Alves Jr. e Sara Paoliello.

Outro longa em destaque é “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte”, dirigido por Bruno Costa. Com elenco e equipe formados por pessoas negras, trans e com deficiência auditiva, o filme foi rodado em Curitiba e reúne mais de 30 figurantes e sete atores com surdez. A trama acompanha a relação entre uma atriz e sua companheira, abordando temas como afeto, comunicação e recomeços. A sessão contará com comentários do pesquisador Ademar Alves Jr., consultor do festival.

Curtas
A mostra de curtas apresenta três produções: “Nunca Me Viram Gritar” (SP), “Depois Vem o Silêncio” (PR) e “Zagêro” (RS). As obras abordam questões ligadas à identidade surda, à saúde mental e à normatividade do corpo, explorando diferentes linguagens e experiências.

Videoclipes
Abrindo cada uma das sessões de cinema, serão exibidos videoclipes do projeto Atelier de Criação, iniciativa de Belo Horizonte criada por Lourenço Soalheiro. O projeto promove a criação musical coletiva com participantes com ou sem experiência artística, por meio de composição, performance e expressão corporal. Estão na programação o videoclipe L’Automne Amoureux (2021), produzido na Bélgica com artistas do Créahm de Liège; Nem Um Som Sequer (2024), com roteiro e performance de Artur Tibúrcio e Henrique Salum Duarte; e Liberdade (2024), com criação e atuação de Elcia Geralda Dias, Raphael Amorim, Igor Mochileiro, Lucílio Gomes e Rafael Ferreira.

Oficinas, Roda de Conversa, Bate-Papos e Lançamento de livro

Com um enfoque formativo e acessível, o festival oferece quatro oficinas gratuitas com inscrições antecipadas, a serem abertas em agosto, pelo site www.acessabh.com.br.

Oficinas – Funarte MG

“Cultura e Acesso: A Acessibilidade como Criação no Cinema e na Arte”-A oficina aborda recursos como audiodescrição e Libras sob uma perspectiva criativa e expandida.
Com:
Ademar Alves Jr. e Sara Paoliello
Quando: 9 e 10 de setembro, das 14h às 17h

“Veja com outros olhos” – Oficina cênica voltada à criação de cenas áudio descritivas para pessoas com e sem deficiência.
Com:
Dudu Melo e Junior Dias
Quando: 16 e 17 de setembro, das 14h às 17h

“DanceAbility” – Fundamentada no método de improvisação criado por Alito Alessi, a oficina foca na escuta cênica e na diversidade corporal.
Com:
Estela Lapponi
Quando: 19 e 20 de setembro, das 10h às 13h

“Ponto(s) de Encontro(s)” – Proporciona uma experiência de teatro voltada para pessoas com e sem deficiência.
Com:
Oscar Capucho e Bruno Aguiar
Quando: 23 e 24 de setembro, das 14h às 17h

Roda de Conversa

No dia 10 de setembro, às 18h, na Funarte MG, o festival promove uma roda de conversa com sua equipe de coordenação e consultores sobre soluções práticas em acessibilidade cultural, tendo o próprio festival como estudo de caso. A atividade é aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia.

Bate-papos

Alguns dos espetáculos do Festival Acessa BH 2025 contarão com bate-papos após as apresentações, ampliando a escuta e a troca entre artistas e público. Os encontros reúnem criadores de diferentes regiões e contextos, promovendo reflexões sobre arte, acessibilidade, saúde mental e diversidade de corpos e linguagens.

  • 06/09 | 20h  – Apresentação seguida de bate-papo Azul Marítimo – Victor Di Marco (RS)
  • 21/09 | 16h – Apresentação seguida de bate-papo Biruta – Sapos e Afogados – Núcleo de Criação e Pesquisa em Arte e Saúde Mental (MG)
  • 25/09 | 19h30 -Apresentação seguida de bate-papo That’s Why Deers Run – Dora Colquhoun (Reino Unido)
  • 26/09 | 16h – Apresentação seguida de bate-papo Spectrum – Cristiane Muñoz (RJ), Paula Gotelip, César Rossi e Cézar de Castro (SC)

Lançamento de livro

Capa do livro Monga, de Jessica Teixeira

A programação inclui o lançamento da dramaturgia do espetáculo Monga, da atriz e diretora Jéssica Teixeira (CE), obra em 182 páginas, em português e inglês, que aprofunda os temas e experimentações cênicas da montagem.

Data: 07/09 | 19h, com a presença da autora Jéssica Teixeira

Quem patrocina o Festival Acessa BH

O Festival Acessa BH conta com o patrocínio master da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, Itaú Unibanco e Laranjinha Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo. Conta, ainda, com o apoio da Fundação Clóvis Salgado, Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Sesc Palladium e Mercure. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral, Governo de Minas Gerais — Governo Diferente, Estado Eficiente e Ministério da Cultura – Governo Federal – União e Reconstrução.

Cemig: a energia da cultura

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia. 

Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. 

Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.

Instituto Unimed-BH

O Instituto Unimed-BH completou 22 anos em 2025 e conta com o apoio de mais de 5,7 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.

O Instituto Unimed-BH patrocina o Acessa BH desde a segunda edição, reafirmando seu compromisso em promover a inclusão e a formação da cidadania. Conheça mais em: @institutounimedbh

Itaú

O Itaú Unibanco, por meio do Itaú Cultural – instituição com sólida trajetória nos campos da arte e da cultura –, reforça o seu compromisso com o incentivo à criatividade, à produção de conhecimento e com experiências que inspiram novos olhares para a nossa realidade. A parceria com o Festival Acessa BH, programação consolidada no calendário do país, dialoga com a constante atuação do banco e da instituição visando a valorização da produção artística de pessoas com deficiência e ampliando o acesso à cultura para todos os públicos.

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Assuntos Amazonas, Dança, Festival Acessa BH, música, Teatro
Valmir Lima 20 de agosto de 2025
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