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Dia a Dia.

‘Falta uma palavra de tranquilidade’ do governo Bolsonaro sobre a ZFM, diz Arthur

26 de setembro de 2019 Dia a Dia.
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Arthur Virgílio Neto na reunião do CAS
O prefeito Arthur Virgílio Neto e o representante do governo federal na Reunião do CAS, Carlos da Costa (Foto: Alex Pazuello/Secom)
Da Redação

MANAUS – O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), voltou a defender a defender a Zona Franca de Manaus, nesta quinta-feira, 26, durante a reunião do CAS (Conselho de Administração da Suframa), e cobrou “uma palavra de tranquilidade” do governo de Jair Bolsonaro sobre o modelo industrial do Amazonas.

O que tem ocorrido é o contrário, principalmente por parte do ministro da Economia, Paulo Guedes, que, de forma recorrente, tem criticado a renúncia fiscal do Polo Industrial de Manaus.

Para Virgílio, é preciso que haja uma garantia aos direitos e aos incentivos da Zona Franca de Manaus, com soluções definitivas para o isolamento da região, como melhoria na internet, na telefonia celular, construção de um porto, de hidrovias e a BR-319.

“Falta uma palavra de tranquilidade, de preferência que venha da boca do presidente da República, com clareza. Quem não gosta do modelo que aceite essa realidade: não se pode abandonar uma região tão relevante, hoje cercada pelo tráfico de drogas que, cada dia mais, vem se tornando poderoso dentro deste Estado”, disse o prefeito.

Ao lembrar uma nova invasão de terras em Manaus, que, segundo a Polícia Civil do Amazonas, pode estar sendo comandada pelo tráfico, e avança sobre a Reserva Florestal Adolpho Ducke, Arthur disse que o fim dos incentivos fiscais da Zona Franca seria um prato cheio para o tráfico.

“Se nós esvaziássemos esse Polo [Industrial], nós teríamos um exército a ser recrutado pelo tráfico de drogas nesta cidade”, afirmou.

Ainda conforme Arthur Virgílio Neto, em 52 anos da Zona Franca de Manaus, os governantes do Estado falharam em não criar novas matrizes que se complementassem à ZFM, como a bioindústria, exemplificou.

“Para se terminar a Zona Franca não precisa acabar com incentivos fiscais, basta deixá-la do que jeito que está”, apontou.

O prefeito voltou a dizer que o governo federal tem como papel fundamental investir nos órgãos de pesquisa da região e em mão de obra local. “Nosso dever fundamental é praticar uma boa governança sobre a Amazônia, que mostre que seu principal modo de sustento está garantido”.

Presidindo a reunião como representante do governo federal, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, Carlos Costa, disse que o governo tem adotado medidas para recuperar a economia em todo o país e, também, na Zona Franca de Manaus.

“Talvez falte falarmos um pouco mais, mas esse governo quer se caracterizar por fazer mais e falar menos”, afirmou o secretário.

Ele apontou, como exemplo, o crescimento do emprego em todo país, no primeiro trimestre, com o Amazonas despontando com média superior à média nacional.

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Assuntos Arthur Virgilio Neto, CAS, trafico de drogas, Zona Franca de Manaus
Valmir Lima 26 de setembro de 2019
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