O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Falta de pudor

9 de novembro de 2014 Sem categoria
Compartilhar

Cabeca Coluna P Figueiredo

Nem bem fechadas as urnas de outubro e lá vem a presidente Dilma fazendo tudo o que tanto criticou na campanha. Além de condenar os atos contestados, atribuiu sua prática ao partido de seu opositor, o PSDB do senador Aécio Neves, no período em que os tucanos comandaram a República. Leia-se o nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, há anos verdadeiro mantra para o lulopetismo em qualquer disputa eleitoral, que somente Sigmund Freud talvez pudesse explicar.

É o célebre faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Primeiro, o aumento da taxa básica de juros da economia, vergastada como intolerável e tida como receita típica do governo tucano. E agora a elevação dos preços dos combustíveis, gasolina e diesel, em 3 e 5%, com seus efeitos diretos e em cascata sobre os índices de inflação, que permanece acima do teto da meta, doendo no bolso dos assalariados e das donas de casa pelo Brasil afora.

A alta era inevitável e urgente, uma vez que os produtos eram vendidos no Brasil por valores inferiores aos vigentes e comprados no mercado internacional. Mesmo assim, a decisão foi escamoteada durante toda a campanha. De qualquer sorte, no caso da Petrobras, trata-se de uma medida um tanto inócua, pois há uma defasagem de cerca de 20% nos preços que vinham sendo cobrados pela estatal brasileira.

As contas de energia, com novas tarifas, sofreram majorações da ordem de 18% nos últimos doze meses. Serão ainda mais pesadas no próximo ano de 2015, em razão dos custos de financiamento do setor, a serem repassados e suportados pelos consumidores, devidamente anunciados pela presidente. Dilma diz que também haverá ajustes em outras áreas governamentais, embora continue imprecisa ou enigmática, ao deixar de nomear com a indispensável clareza em que contas promoverá os acertos necessários.

Em contraposição ao discurso eleitoral, o governo admite rever subsídios de financiamentos de bancos públicos a empresas, mexer na regulamentação das pensões por morte, seguro-desemprego, abonos e auxílio-doença, com prováveis cortes e reduções de direitos antes considerados inegociáveis. Coitadas das viúvas, com suas rendas mensais aviltadas desde sempre, e misericórdia com desempregados, certamente obrigados a recorrer ao bolsa família, como alternativa de sobrevivência. Não se discute o mérito das decisões, que podem ser indicadas, mas o que não se admite é que se aja em sentido diverso dos compromissos levantados e assumidos pela candidata em campanha.

Que sejam sacrificados os indefesos ou os mais vulneráveis, contanto que mantida a orgia de gastos com a máquina pública e com a manutenção de mais de três dezenas de ministérios e outras secretarias, em cima dos quais fatia-se o poder dentro do mais puro e vergonhoso fisiologismo parlamentar e partidário. Então, a relação promíscua e disforme haverá de prosseguir na administração federal, porquanto não será extinta uma pasta sequer, “nem que a vaca tussa”, bordão que agora substitui o “no que se refere”, típico da pobreza vocabular e da dificuldade de expressão da presidente lulopetista.

Bem, é a eterna distância entre o discurso e a prática, evidência do político brasileiro. Ao longo do processo eleitoral, promete-se tudo, Deus e o mundo. E, logo após eleição e posse, a conversa é diferente, as ações mostram-se muitas vezes diametralmente opostas. No manuseio da palavra, vale qualquer expediente, mesmo fundado no cinismo mais despudorado. Antes da campanha, a presidente afirmava-se contrária às restrições à liberdade de expressão e comunicação defendidas pelo PT, mas, passado o pleito, admite a regulação econômica da mídia, a fim de quebrar monopólios ou oligopólios que entende existentes no país. O alvo óbvio é a Rede Globo, capaz de servir de cimento ou justificativa à criação de uma mídia partidária ou comprometida com o PT, no melhor estilo stalinista e bolivariano-venezuelano.

Ludibria-se e mente-se à vontade e nada acontece. Nenhuma obrigação de manter ou cumprir o que foi prometido ou negociado com os eleitores nos palanques, no rádio, na televisão e nos debates políticos. O candidato, ciente do vale-tudo, faz e acontece, sem que possa sofrer algum tipo de sanção. É o velho estelionato eleitoral, que denunciei neste espaço, hoje ampliado e edulcorado pelo marketing político, cujo único compromisso é com a vitória do projeto sob sua direção.

Ninguém mais agressiva nas eleições do que Dilma. Agora, sem nenhuma cerimônia, diz que o povo é elegante e que a pequena elite é que xinga e maltrata, numa referência aos eleitores de Aécio Neves. E é ela quem diz que na disputa “você se arrepende do que não falou”. Convenhamos, é muita falta de pudor. Imaginem os leitores o que ainda virá pela frente.

—————

[email protected]

Notícias relacionadas

Governo gastou R$ 47 bilhões para conter aumento de preço da gasolina

Operação Bomba Oculta fecha 10 mil postos de combustíveis em São Paulo

Atem Distribuidora completa 26 anos, constando entre as 10 maiores do Brasil e presença em 13 estados

Homem morre e dois ficam feridos após caminhonete cair em barranco no AM

Redução mínima: Copom fixa taxa de juros em 14% ao ano

Assuntos Aumento, combustíveis, taxa de juros
Valmir Lima 9 de novembro de 2014
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Combustíveis
Economia

Governo gastou R$ 47 bilhões para conter aumento de preço da gasolina

16 de setembro de 2026
Bomba de combustível lacrada em operação contra a facção PCC (Foto: Receita Federal/Divulgação)
Dia a Dia

Operação Bomba Oculta fecha 10 mil postos de combustíveis em São Paulo

28 de agosto de 2026
Grupo Atem
Especial Publicitário

Atem Distribuidora completa 26 anos, constando entre as 10 maiores do Brasil e presença em 13 estados

17 de agosto de 2026
Banco Central
Economia

Redução mínima: Copom fixa taxa de juros em 14% ao ano

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?