O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

Falta de clareza sobre os gastos com pandemia de Covid-19 elevou o risco fiscal

6 de abril de 2021 Geral
Compartilhar
Larissa Garcia e Marina Dias, da Folhapress
Banner Desktop Banner Mobile

BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, criticou o impasse em torno do Orçamento de 2021, que foi aprovado pelo Congresso, mas ainda aguarda sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O titular do BC afirmou, em evento virtual do banco Itaú nesta terça-feira, 6, que a falta de clareza sobre os gastos do governo com a pandemia de Covid-19 gerou ruídos e elevou o risco fiscal.

“Provavelmente a explicação sobre o Orçamento não foi boa o bastante e criou muita incerteza em algo que as pessoas esperavam ver em um formato mais simples e claro. Acho que o ministro Paulo Guedes (Economia) explicou (depois). A circunstância em torno disso gerou algum prêmio de risco (fiscal)”, disse.

“Temos que explicar às pessoas o que está sendo feito porque precisamos remover isso (o risco fiscal), o que é relativamente fácil de ser feito”, continuou.

O presidente da autarquia reafirmou que o benefício de aumentar gastos emergenciais após o recrudescimento da pandemia é limitado. “Os efeitos econômicos vindos de disfunções no mercado, em variáveis macroeconômicas, é são bem maiores que os efeitos (positivos) de se gastar R$ 25 bilhões a mais”, disse.

“Temos que ser cuidadosos com a narrativa que será usada, se seguirmos por esse caminho. Se não houver a narrativa certa, eu vejo claramente um efeito negativo de algo que esperamos que tenha um efeito positivo”, completou.

Mais cedo, em um evento do FMI (Fundo Monetário Nacional), Campos Neto reiterou que o maior desafio atualmente é o cenário fiscal e que a inflação, embora seja temporária em sua avaliação, está contaminando as projeções para 2022.

Ele justificou que quando a autoridade monetária levou a taxa básica de juros (Selic) ao menor patamar da história, a 2% ao ano, as expectativas eram de queda de quase 10% no PIB (Produto Interno Bruto) e de inflação abaixo de 2%.

“A taxa de juros a 2% ao ano foi desenhada para um cenário que não se concretizou (de retração maior na economia e inflação baixa). Fazer (a elevação) mais rápida agora [com alta de 0,75 ponto percentual e sinalização de nova elevação em maio] significa ter que aumentar menos no final”, afirmou.

O pacote de estímulos, com auxílio emergencial e linhas de crédito subsidiadas pelo governo, fizeram com que o tombo na economia fosse menor ao final de 2020, de 4,1%. A inflação, por outro lado, foi a 4,52%, pressionada por alimentos e combustíveis.

Para tentar conter a escalada de preços, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a Selic em 0,75 ponto percentual, a 2,75% ao ano, em 17 de março. A alta veio acima das expectativas do mercado.

Notícias relacionadas

Maio Laranja: Eneva apoia ações de conscientização em defesa da infância e da juventude no Amazonas

Eneva conclui primeiro teste da turbina da UTE Azulão I, no AM

Estudantes da UEA transformam cotidiano em narrativas visuais

Sites de apostas já somam mais de 1 bilhão de acessos mensais no Brasil

Como a volatilidade do câmbio em junho impacta o planejamento de quem viaja do Amazonas

Assuntos Banco Central do Brasil, Orçamento da União
Cleber Oliveira 6 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Brasileiro acha que o governo gasta muito, mas defende benefícios sociais

1 de março de 2026
Ministro Flávio Dino
Política

Dino libera para suplentes emendas dos ex-deputados Ramagem e Eduardo Bolsonaro

3 de fevereiro de 2026
Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Lula sanciona Orçamento de R$ 6,54 trilhões com R$ 400 milhões a menos para emendas

15 de janeiro de 2026
Enade (Foto: Elza Fiúza/ABr)
Dia a Dia

Universidades federais perdem R$ 488 milhões no Orçamento de 2026

23 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?