O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

EUA alegam narcotráfico para ameaçar Venezuela, afirma especialista

8 de setembro de 2025 Política
Compartilhar
Monumento em Caracas em homenagem à independência da Venezuela: EUA pressionam o país com alegação de combate ao narcotráfico (Foto: Leandra Felipe/ABr/EBC)
Monumento em Caracas em homenagem à independência da Venezuela: EUA pressionam o país com alegação de combate ao narcotráfico (Foto: Leandra Felipe/ABr/EBC)
Por Luiz Henrique Gomes, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Em 1989, os EUA invadiram o Panamá sob a justificativa de combater o narcotráfico. A operação Just Cause, como ficou conhecida, foi a última intervenção direta dos EUA na América Latina. Mais de três décadas depois, os motivos verbalizados por George Bush retornam no discurso de Donald Trump, que determinou o envio de milhares de militares e navios de guerra para perto da Venezuela.

Desta vez, o acusado de narcotráfico é o ditador Nicolás Maduro. Foram mobilizados pelo menos 4,5 mil militares, três contratorpedeiros e um grupo de assalto anfíbio, além de aviões espiões e outros equipamentos. Os paralelos com a invasão do Panamá acabam por aí.

Analistas veem como improvável que os EUA repitam uma operação no modelo de 1989. “Embora a Venezuela tenha enfrentado dificuldades e seus gastos com defesa sejam menos de 1% do que os EUA gastam, estamos falando de um país com uma milícia que tem o potencial de mobilizar milhares de pessoas”, afirma Robert Muggah, diretor de pesquisa do Instituto Igarapé, referindo-se à Milícia Bolivariana.

Território

A extensão territorial da Venezuela e a atual situação política da América Latina, menos dependente de Washington do que na década de 1980, são outros fatores que distanciam as duas situações, acrescentou Muggah. Entretanto, as diferenças não significam que a mobilização da tropa seja inofensiva. “O que foi anunciado como estratégia de combate ao narcotráfico se assemelha mais a um modelo de diplomacia coercitiva na região”, diz Muggah.

Sob essa perspectiva, a ação dos EUA é vista como parte de uma política em vigor desde a Doutrina Monroe, no século 19, que buscou expulsar potências estrangeiras e estabelecer a influência americana na região. No século 20, o que caracterizou essa política foram as intervenções contra governos não alinhados. A maioria teve o desfecho de golpe de Estado e ditadura, incluindo o Brasil.

O século 21 começou na América Latina com a ascensão democrática de governos de esquerda. Nos EUA, com o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001. Na economia global, com a entrada da China na Organização Mundial do Comércio. Isso diminuiu o poder dos EUA na região.

Pressão

O primeiro líder de esquerda latino-americano eleito foi Hugo Chávez, em 1998, na Venezuela, que sofreu uma tentativa de golpe de Estado em 2002, quando os EUA reconheceram Pedro Carmona como presidente interino. Três anos depois, Chávez criou a Milícia Nacional Bolivariana.

Uma vez, Chávez disse: “Não vamos cometer os mesmos erros que outros presidentes progressistas. Estamos nos preparando para uma intervenção dos EUA”, contou o jornalista americano John Dinges, autor do livro Operação Condor, sobre os laços de Washington com a ditadura de Augusto Pinochet, no Chile.

A desconfiança com relação aos EUA se reproduziu em outros governos, o que levou a Nicarágua, de Daniel Ortega, a estreitar laços militares com a Rússia, por exemplo. Enquanto as mudanças ocorriam, Washington concentrava as atividades na região em operações contra o narcotráfico, o que possibilitou aos EUA manter uma estrutura militar e de inteligência dentro de países latino-americanos.

Quando Trump retornou à Casa Branca e nomeou Marco Rubio como secretário de Estado, a região voltou a ser tema frequente. Segundo analistas, no entanto, a preocupação com a Venezuela mostra que a intenção não está ligada exclusivamente à guerra às drogas.

Segundo o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, a Venezuela é responsável por cerca de 7% das remessas de cocaína para os EUA. Equador, Colômbia e Peru cumprem função maior na logística do narcotráfico, mas não sofreram a mesma ofensiva. A Casa Branca também ameaçou enviar militares para combater cartéis no México, mas recuou e mantém diálogo com o governo de Claudia Sheinbaum.

Para Muggah, Trump tem pressa em demonstrar resultados aos seus eleitores e interesse em mudar o regime venezuelano. Outras análises, como a elaborada pelo centro de estudos Crisis Group, acrescentam que a mobilização afetaria o comércio de petróleo com a China e pressionaria ainda mais a economia venezuelana.

Notícias relacionadas

Julho terá restrições eleitorais; saiba o que está proibido aos pré-candidatos

Comissão da Câmara aprova projeto que libera FGTS para compra de armas

Votação da LDO, que inclui salário mínimo de R$ 1.717, deve ocorrer apenas em agosto

Desinteresse eleitoral: indecisos estão se informando pouco sobre candidatos

Lula supera todos os candidatos em cenários de 2º turno, mostra pesquisa BTG/Nexus

Assuntos América Latina, Donald Trump, eua, narcotráfico, Venezuela
Cleber Oliveira 8 de setembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Venezuela Terremoto
Dia a Dia

Mais 2 aviões da FAB decolam neste sábado com ajuda para a Venezuela

27 de junho de 2026
Prédiuos desabaram no bairro Altamira, em Caracas (Imagem: G1/YopuTube/Reprodução)
Dia a Dia

Governo atualiza número de mortos por terremoto na Venezuela: 589

26 de junho de 2026
Venezuela
Política

Lula anuncia envio de bombeiros e medicamentos para a Venezuela

25 de junho de 2026
Escombros de prédios que desabaram em Caracas: ao menos 40 mil pessoas estão desaparecidas (Imagem: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Sobe para 188 o número de mortos na Venezuela; desaparecidos são 40 mil

25 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?