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Dia a Dia

Estudo sobre efeitos da cheia e seca no Amazonas pretende antecipar danos ambientais

28 de março de 2022 Dia a Dia
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Francis Corrêa coordena projeto de pesquisa no Rio Madeira (Foto: Érico Xavier/ Fapeam)
Da Redação

MANAUS- Pesquisadores vão medir temperatura, umidade, vento, pressão, precipitação e radiação no Rio Madeira, no Amazonas, para identificar mudanças extremas no clima e na cheia e seca do rio. A intenção é se antecipar a desastres e livrar ribeirinhos dos impactos ambientais.

Dez pesquisadores da UEA (Universidade do Estado do Amazonas) e 15 do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) irão colher e analisar os dados.

De acordo com os cientistas, esses eventos afetam de forma direta a biodiversidade e ecossistemas, os recursos hídricos, a economia, a agricultura, a navegação fluvial, a geração de energia, e principalmente os povos e comunidades mais vulneráveis da região Amazônica.

Segundo o coordenador do projeto, Francis Corrêa, nos últimos vinte anos ocorreram três grandes secas e três grandes enchentes, o que gerou prejuízos enormes. 

“Por exemplo, a cheia de 2014 produziu inundações e deslizamentos em várias cidades e comunidades na bacia do Rio Madeira, trazendo transtornos e prejuízos para população como famílias desabrigadas, isolamentos das comunidades, prejuízos na economia, na educação, na produção agrícola e na saúde devido às doenças transmitidas por contaminação da água”, disse. 

A monitoração dos dados é feita na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Madeira, área de conservação da biodiversidade da região, que abrange os municípios de Borba, Manicoré e Novo Aripuanã, e abriga 45 comunidades com cerca de 1.200 famílias. 

Seca em trecho do Rio Madeira: maior impacto ambiental (Foto: Reprodução)

“A escolha da região da RDS deve-se à grande vulnerabilidade dos povos e comunidades que habitam aquela região aos eventos hidroclimáticos. O monitoramento do clima de longo período mostra o aumento da ocorrência de eventos extremos hidroclimáticos naquela região”, diz Francis.

 “Uma vez que o sistema se torne operacional, poderá auxiliá-los no planejamento de ações para redução e mitigação dos efeitos das secas e enchentes”, conclui o pesquisador.  O estudo é financiado pela Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas).

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Assuntos cheia, destaque, enchente, Fapeam, Rio Madeira
Redação 28 de março de 2022
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