O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

Entramos na terceira idade e a ZFM na quarta revolução industrial

14 de agosto de 2020 Follow Up
Compartilhar
Antônio Silva ([email protected])

Aos 60 Anos estamos na Terceira Idade – mas a ZFM já entrou na Quarta Revolução Industrial – e nos falta lembrar que essa indústria, ao gerar 500 mil empregos, segundo o IBGE, também fabrica oxigênio e nuvens carregadas do líquido para abastecer os reservatórios do Sudeste do Brasil, conservando mais de 95% de nossa cobertura florestal.

A Federação das Indústrias do estado do Amazonas faz 60 Anos em agosto de 2020, imbuída do mesmo espírito empreendedor de nossos Pioneiros, para dar sequência ao processo de transformação por eles iniciado. Mais do que ninguém, eles entenderam, nos anos 1960, quando o Brasil deixava sua capital no Rio de Janeiro para transferir-se para o Planalto Central, em Brasília que, infelizmente, ainda deve consultar o Brasil, não burocratizar seus anseios de uma grande Civilização.

Nossos fundadores intuíram a importância de uma entidade de classe focada na promoção do desenvolvimento de uma região remota como o Amazonas. E se hoje enfrentamos uma fatídica pandemia nos destroços da economia, há 60 anos vivíamos mais um processo de estagnação sem eira nem beira de apelação com a queda do II Ciclo da Borracha. Hoje, como na ocasião, o setor privado se descobriu forte a partir da somatória de seus esforços dentro das entidades de classes. Hoje, veterana institucional, a Fieam segue na luta pelo Amazonas, por seu crescimento integral e conexão nacional, fazendo parte do Comitê Indústria ZFM Covid-19, e da CNI, transformando propósitos coletivos em saídas efetivas e operacionais, a favor da economia regional e da prosperidade social.

Ocupação da Amazônia

Quando a Federação da Indústria do Estado do Amazonas foi instalada, ainda vivíamos o período de reconstrução logo após a segunda guerra mundial. Os esforços para reconstrução das nações destruídas incluíam a Amazônia. Aqui, a abundância territorial e de recursos naturais, atiçavam a cobiça estrangeira. Os refugiados de guerra, sob comando da América vencedora, seriam alocados para justificar a ocupação sob o argumento da reconstrução internacional. Os americanos, quando “ocuparam” a gestão da floresta para recompor um novo Ciclo da Borracha, para movimentar suas máquinas bélicas, se deram conta das riquezas de nosso  patrimônio. Foi quando na era Vargas foi criado o Inpa, para expulsar o Instituto Internacional da Hileia Amazônica, sob égide da Unesco, e iniciar a pesquisa de nossa cobiçada floresta. Vargas também criou a Companhia Siderúrgica Nacional, a Petrobrás, a Companhia Vale do Rio Doce, a Companhia Hidrelétrica do Vale do São Francisco, entre tantas iniciativas desenvolvimentistas. E é nesse contexto que surgiu a CNI e as Federações estaduais, o Sesi e o Senai, ou seja, o atual Sistema S, que hoje tem um vasto portfólio de realizações.

Por que não virar esse jogo?

Temos que ser mais protagonistas e fazer valer o papel do setor produtivo nacional. Tínhamos liderança entre nossos fundadores e hoje temos que ampliar esta saga, construindo um projeto para a Amazônia. Temos dificuldades de acessar a biodiversidade em vista à biotecnologia por uma Lei proibicionista que favorece aos biopiratas. Para quem quer empreender tem que se munir de paciência e recursos para enfrentar a burocracia.

Hoje, é preciso muito alarido internacional para a gestão da República se dê conta de nossa existência e importância. Se não ocuparmos o protagonismo de administração da Amazônia outros farão, aliás, já fazem. Segundo a Academia Americana de Ciências, 20% dos medicamentos e cosméticos da indústria internacional utilizam insumos da Amazônia. Por que não virar esse jogo? Este desafio tem sido nosso desafio e precisa se ampliar em termos de um programa de ação

Fieam/Cieam, um legado dos pioneiros

Essa história de luta no Amazonas se fez ao longo de 60 Anos, através do beneficiamento industrial de insumos regionais, das usinas de borracha, beneficiamento da castanha, curtume de peles regionais, extratos vegetais, enfim, ações pioneiras que permitiram a implantação da refinaria de Manaus, pelas mãos de dois grandes pioneiros, Isaac Benayon Sabbá e seu sobrinho Moisés Israel. A contribuição judaica para a Economia do Amazonas é extraordinária e se somou aos árabes, turcos, lusitanos, o braço forte Nordestino, na semeadura da resistência e obstinação. E essa refinaria impulsionou a diversificação industrial do estado, a partir da qual se instalou a Fieam e, em 1979, sob a batuta de Mário Guerreiro, o Cieam, Centro da indústria do estado do Amazonas, que celebra 41 anos de lutas incansáveis e protagonismo. Além dos pioneiros citados, na Fieam, Antônio Andrade Simões e Petrônio Augusto Pinheiro, no segmento de panificação e bebidas, Francisco Menezes, na extração de borracha e Alcides Paes no setor de calçados, esses pioneiros aparecem na constituição de nossa entidade. Muitos deles estavam na célebre reunião da ACA, Associação  Comercial do Amazonas, em 1966, com Humberto de Alencar Castelo Branco e Arthur César Ferreira Reis.

O futuro já começou na floresta

Há 53 anos a Fieam ajuda a escrever essa História do desenvolvimento regional que a ZFM simboliza, articulando com as demais entidades de classe, nossa representação parlamentar, redes sociais e imprensa para mostrar ao Brasil que não fabricamos perfumes porque nossa Constituição não permite incentivar. Mas fabricamos motocicletas com 85%  verticalização com muito orgulho. O polo de duas rodas, de Eletroeletrônicos, Informática, Concentrados, entre outros, que geram recursos para propiciar a Bioeconomia que buscamos implantar há 20 anos, com o Centro de Biotecnologia da Amazônia. Perguntem aos Ministérios dessa área porque ainda não temos CNPJ para essa iniciativa, construída em 2000 com verbas da Indústria. Aos 60 Anos estamos na Terceira Idade – mas a ZFM já entrou na Quarta Revolução Industrial – e nos falta lembrar que essa indústria, ao gerar 500 mil empregos, segundo o IBGE, também fabrica oxigênio e nuvens carregadas do líquido para abastecer os reservatórios do Sudeste do Brasil, conservando mais de 95% de nossa cobertura vegetal.

Antônio é Administrador de empresas, empresário, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria

Notícias relacionadas

FUP e sindicatos questionam isenção fiscal para refino na ZFM

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

Braga reage a ação da Fiesp contra a Zona Franca de Manaus

Assuntos Cieam, Fieam, Zona Franca de Manaus
Cleber Oliveira 14 de agosto de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

FUP e sindicatos questionam isenção fiscal para refino na ZFM

25 de maio de 2026
Aulas serão na Escola Superior de Ciências Sociais da UEA (Foto: UEA/Divulgação)
Serviços

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

22 de maio de 2026
suframa
Economia

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

19 de maio de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

18 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?