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Dia a Dia

Entidades no AM buscam regularizar Territórios de Uso Comum

2 de dezembro de 2024 Dia a Dia
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Quilombolas que não têm a posse legal da terra enfrentam dificuldades para ter acesso a serviços básicos de saúde e educação (Foto: Marcello Casal jr/Arquivo Agência Brasil)
Moradora de quilombo: debate busca facilitar regularização fundiária de territórios de uso comum (Foto: Marcello Casal jr/ABr)
Do ATUAL

MANAUS – Reconhecidos pela Lei de Terras do Amazonas (nº 3.804/2012) e atualizada pela Lei 5.536/2021, os TUCs (Territórios de Uso Comum) ainda não são regularizados no estado. No caso de indígenas, é preciso a demarcação federal. O mesmo ocorre com quilombolas.

Nesta terça-feira (3), em Manaus, entidades públicas e representantes dos povos tradicionais se reúnem para debater a regularização fundiária dessas terras. O evento é promovido pelo MPF (Ministério Público Federal) em parceria com o Conselho Nacional das Populações Extrativistas, a Conaq (Coordenação Estadual de Articulação de Quilombos do Amazonas), a CPT (Comissão Pastoral da Terra) e o IEB (Instituto de Educação do Brasil).

O debate será das 9h às 17h na Escola de Direito da UEA (Universidade Estadual do Amazonas), na Rua Major Gabriel, no Centro.

Com o tema “Caminhos para a Construção da Política Fundiária para Povos e Comunidades Tradicionais no Estado do Amazonas”, o encontro busca ampliar e qualificar esses territórios.

A lei estabeleceu a concessão de Contrato de Direito Real de Uso Coletiva por tempo indeterminado, o que facilita a regularização. Segundo o MPF, a legislação criou condições para o desenvolvimento de uma política pública voltada a proteger e reconhecer esses territórios.

A iniciativa é vinculada ao Fórum Diálogo Amazonas (FDA), criado em 2012, com articulação e apoio de instituições como a CPT, CNS, o IEB, o MPF e a PGE.

Seu principal objetivo é promover a garantia de direitos fundiários e a regularização das terras ocupadas por povos e comunidades tradicionais no Amazonas. Ao longo destes anos, essa iniciativa possibilitou a regularização fundiária de 22 Unidades Conservação de Uso Sustentável e, recentemente, de um Território de Uso Comum, somando quase 14 milhões de hectares de áreas públicas regularizadas destinadas e 8.656 mil famílias agroextrativistas beneficiadas no Estado.

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Assuntos debate, destaque, regularização das terras, territórios, UEA
Redação 2 de dezembro de 2024
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