O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Entenda porque a Nasa demorou 50 anos para voltar à Lua

16 de novembro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Primeira missão à Lua foi realizada em 1969, no período da Guerra Fria (Foto: wikimedia commons)
Por Marcella Duarte, da Folhapress

SÃO PAULO – A Nasa fez história na madrugada desta quarta-feira (16), ao lançar com sucesso o enorme foguete SLS (Space Launch System ou Sistema de Lançamento Espacial) em direção à Lua, na primeira missão do programa Artemis.

Algo que não acontecia há quase 50 anos – em dezembro de 1972, foi realizada a Apollo 17, última viagem do icônico programa que levou um total de 12 homens para caminhar em nosso satélite.

A agência espacial norte-americana agora está mais ambiciosa: quer não apenas levar seres humanos novamente para lá, incluindo a primeira mulher, mas estabelecer uma base lunar e abrir caminho para a exploração de Marte.

Esta primeira etapa não é tripulada e nem pousará na Lua; é uma viagem de 25 dias da cápsula Orion, ao redor de nosso satélite e de volta à Terra, para testar a tecnologia. Na próxima, Artemis 2, será repetido o mesmo processo, mas com astronautas a bordo.

Só na terceira missão, prevista para 2025, devemos pousar e pisar na Lua novamente.

“Vamos voltar à Lua depois de 50 anos, para ficar, aprender, trabalhar, criar, desenvolver novas tecnologias e novos sistemas e novas espaçonaves para ir a Marte”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson. “Esta é uma tremenda guinada da história.”

Mas por que vai demorar mais de meio século para voltarmos?

Os primeiros homens a pisarem na Lua foram Neil Armstrong e Buzz Aldrin, na missão Apollo 11, em 1969. O feito aconteceu em meio à Guerra Fria, quando os Estados Unidos e a então União Soviética disputavam a hegemonia mundial, e a corrida espacial foi uma de suas facetas.

Não se poupava esforços ou recursos para demonstrar poder. Chegar na Lua foi um marco importante para o imaginário popular – os EUA foram considerados “vencedores”, apesar de o programa espacial soviético ser mais inovador e avançado.

Depois da Lua, as atenções se voltaram para as estações espaciais; e foram os soviéticos que “ganharam” essa batalha, com décadas de vantagem, posteriormente muito contribuindo para a instalação da ISS (Estação Espacial Internacional).

Com a dissolução da União Soviética e o fim da Guerra Fria, surgiu um pacto de cooperação com a Rússia para exploração do universo – que foi abalado recentemente pela guerra na Ucrânia.

Assim, a principal razão pela qual demorou tanto para a Nasa lançar um novo programa lunar tem menos a ver com ciência ou tecnologia: faltou vontade política e orçamento.

A concorrência também estimulou a agência norte-americana. A Índia, o Japão, a Rússia e, principalmente, a China, têm suas próprias missões em curso. E, como nos velhos tempos, os EUA querem se manter à frente nesta nova era da exploração espacial.

Com a evolução das tecnologias, agora há outros motivos para se voltar à superfície lunar. A Nasa quer fazer mais do que as breves visitas e coletas de amostras da era Apollo: quer estabelecer uma presença humana constante, incluindo a construção de uma base na Lua e de uma pequena estação em sua órbita.

A meta é que toda a estrutura e experiência também permitam viagens tripuladas a Marte, inicialmente previstas para o final da década de 2030. Nosso satélite serviria como um ponto de parada e reabastecimento neste longo trajeto.

Alguns analistas, porém, já enxergam o preço de US$ 93 bilhões do programa Artemis, incluindo US$ 4,1 bilhões para cada um dos primeiros lançamentos, como insustentável. O programa já está bilhões de dólares acima do orçamento, além de muitos anos atrasado.

Próximas missões

Artemis 2: Em 2024, a jornada deve ser repetida com quatro astronautas a bordo. Eles farão “apenas” um sobrevoo de dez dias, dando uma volta até o lado oculto da Lua, a cerca de 400 mil quilômetros da Terra (o mais distante no espaço profundo que qualquer ser humano já foi).

Artemis 3: Em 2025, finalmente, o objetivo é “alunissar” (aterrissar na Lua) e desembarcar a tripulação no polo Sul, um local diferente e mais desafiador do que os visitados durante o programa Apollo. Nenhuma pessoa, nem sequer uma missão robótica, já pousou lá.

Futuro: bem-sucedido e com verbas, a etapa seguinte do programa Artemis é instalar o “Lunar Gateway”, que orbitaria nosso satélite e serviria de ponto de apoio para missões (uma Estação Espacial em miniatura). Em parceria com outras agências empresas privadas, como a SpaceX, a Nasa também pretende estabelecer um “acampamento” – uma base permanente em solo.

Notícias relacionadas

TCE determina que diretor de SPA devolva R$ 778 mil ao cofres públicos

MEC reconhecerá instituições que combatem violência de gênero

Capes oferece 4.143 vagas de mestrado a professores da rede pública

Beneficiários de programas sociais são bloqueados em sites de apostas

Motociclista morre ao colidir com muro de condomínio em Manaus

Assuntos artemis, Lua, marte, Nasa
Valmir Lima 16 de novembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Lençóis Maranhenses vistos do espaço: deserto de água, segundo a Nasa (Foto: Nasa Earth Observatory/Michala Garrison)
Dia a Dia

‘Deserto feito de água’, diz Nasa sobre Lençóis Maranhenses vistos do espaço

21 de agosto de 2026
Mapa tridimensional da Terra mostra pontos do planeta em que gravidade atua de forma diferente (Imagem: Nasa/Divulgação)
Dia a Dia

Nasa divulga imagem do campo gravitacional da Terra

28 de julho de 2026
Capa do álbum do Pink Floyd: fãs identificam coincidência entre tempo de músicas e viagem da nave à Lua (Imagem: UouTube/Reprodução)
Variedades

Tempo da Órion em torno da Lua é o mesmo de álbum do Pink Floyd

14 de abril de 2026
Pouso dos autronaustas no oceano (Foto: Bill Ingalls/NASA)
Dia a Dia

Missão cumprida: astronautas da Artemis II retornam à Terra

11 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?