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Política

Engajamento do Congresso no corte de gastos será o mesmo da reforma tributária, diz Pacheco

13 de novembro de 2024 Política
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Rodrigo Pacheco
Senador Rodrigo Pacheco promete engajamento do Congresso para fazer corte de gastos no governo (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
Por Mateus Cerqueira, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quarta-feira (13) que o Congresso manterá o mesmo nível de comprometimento na análise do pacote de corte dos gastos públicos, tal qual demonstrou durante a reforma tributária.

Em discurso no Fórum Brasil, evento organizado pelo Lide, Pacheco disse que o objetivo do Congresso é realizar uma discussão sobre o aperfeiçoamento do Estado brasileiro, com foco na otimização das despesas públicas.

“O mesmo engajamento que o Congresso Nacional do Brasil teve em reformas importantes e estruturantes, em marcos legislativos dos mais diversos que foram concebidos no Brasil nos últimos anos, e agora com a reforma tributária, será o engajamento para a discussão do gasto público no Brasil”, disse Pacheco.

O presidente do Senado defendeu que as negociações em torno de uma limitação do desembolso de recursos do governo para cobrir despesas devem seguir a linha de qualificação, “e para aquilo que se apelidou de dizer cortes em relação a gastos”.

Nessa mesma linha, ele disse que para a “qualificação dos gastos públicos”, seria necessário estancar o escoamento de desperdícios, como as obras inacabadas e o peso dos chamados “supersalários” no orçamento público brasileiro.

Ele também ressaltou a necessidade de revisar a vinculação do salário mínimo às despesas obrigatórias, argumentando que, sem ajustes, essa prática pode prejudicar a capacidade de investimento do Estado e comprometer o crescimento econômico do País.

“Essa lógica de buscar valorizar o salário mínimo – absolutamente fundamental para o país -, não pode ao mesmo tempo vincular o crescimento de despesas obrigatórias quando, na verdade, o que se exige para o Estado brasileiro é que despesas com saúde e educação, possam ser feitas na base do ‘mais com menos’. Ou seja, não pode haver um crescimento parametrizado a partir da valorização do salário mínimo”.

Após o evento do Lide, Pacheco seguiu para o Palácio do Planalto, onde passou a se reunir com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Uma das principais pautas do encontro é o pacote de corte de gastos que o governo pretende enviar ao Congresso.

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a proposta visa respeitar as regras fiscais e assegurar a sustentabilidade econômica nos próximos anos.

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Assuntos corte de gastos, Orçamento da União, Rodrigo Pacheco
Cleber Oliveira 13 de novembro de 2024
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