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Dia a Dia

Em semana de greves, motoristas de app prometem parar em Manaus

12 de maio de 2023 Dia a Dia
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Tiago Rodrigues e Alexandre Santini explicam pautas da categoria (Foto: Hudson Neris/ATUAL)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – Aumento da tarifa mínima de R$ 6,99 para R$ 12 e do preço do quilômetro rodado de R$ 0,84 para R$ 2 são algumas das reivindicações dos motoristas de transporte de passageiros por aplicativos de Manaus. Eles prometem paralisar o serviço a partir das primeiras horas de segunda-feira (15), semana em que devem ocorrer greves também de professores e rodoviários. A concentração para pressionar as plataformas será no Sambódromo de Manaus.

“Há mais de quatro anos que a inflação vem aumentando e o valor das corridas não está sofrendo reajuste com a inflação. Então, estamos pedindo a [tarifa] mínima de R$ 12 na cidade de Manaus e o km a R$ 2 para que a gente possa se manter na categoria”, disse Tiago Rodrigues, que coordena um grupo com cerca de 3 mil motoristas na capital amazonense.

Leia mais: Professores do Amazonas decidem entrar em greve a partir do dia 17

Os trabalhadores também pedem que as plataformas adotem medidas para garantir a segurança deles, incluindo o acesso à foto do passageiro. “Nós não temos como ver a foto do passageiro e isso reflete na nossa segurança. Eles tem a foto do motorista e a placa e a cor do carro, mas nós não. Muitas das vezes, em algumas plataformas, está escrito só ‘passageiro'”, disse Rodrigues.

A redução do tempo de espera do passageiro de 5 para 3 minutos está na pauta de reivindicações. “Imagina um motorista em uma área de confronto intenso de traficantes, uma área vermelha, perigosa de Manaus. Cinco minutos é muito tempo. Isso leva o nosso parceiro motorista a se colocar em risco dentro da profissão”, afirmou Rodrigues.

A taxa de cancelamento de R$ 5 paga pelo passageiro também é apontado como um problema para os trabalhadores. Rodrigues relata que algumas plataformas não repassam para eles o valor e outras pagam preço irrisórios, que, na opinião deles, não custeiam o custo do deslocamento feito até o momento do cancelamento da corrida.

Leia mais: Rodoviários decidem fazer greve de ônibus em Manaus na quarta-feira

De acordo com os trabalhadores, as conversas com os representantes das plataformas se resumem a solicitações que não são atendidas. “Estamos há mais de cinco anos fazendo audiências públicas com as plataformas e as conversas não saem das solicitações. Eles são conhecedores de todas as nossas demandas, mas nos abandonam”, afirmou Rodrigues.

Preços insustentáveis

Ao justificar o pleito por mudanças que geram aumento na tarifa das corridas, os motoristas afirmam que o preço atual está “insustentável”. “Durante esses últimos quatro anos, a inflação no Brasil aumentou muito. Em vez dos nossos preços acompanharem a inflação para que a gente pudesse se manter na pista com qualidade, eles caíram”, disse Rodrigues.

“Quando nós começamos a dirigir, por exemplo, o quilo do bife era R$ 20. Hoje você compra a R$ 50. Como é que a classe vai se manter se não tem reajuste? Em todos os lugares está tendo reajuste. A única classe em Manaus que não teve reajuste foi a dos motoristas de aplicativos”, completou Rodrigues.

Os trabalhadores também alegam que o reajuste irá possibilitar a oferta de um serviço melhor, como a refrigeração do ambiente. “Manaus tem um trânsito muito pesado, intenso, e muitos dos senhores estão andando sem ar-condicionado porque as tarifas não estão compensando para os motoristas. “, afirmou Rodrigues.

Os motoristas também citam a manutenção do veículo e do sustento da família. “Até para suprir as nossas necessidades. Nós entramos com o carro; às vezes, aluguel ou a parcela do carro próprio; nós entramos com a gasolina, com manutenção do veículo, internet, seguro do carro. Todo investimento de logística é nosso”, disse Rodrigues.

O líder dos motoristas de aplicativo lembra que as plataformas mantiveram o preço mínimo da corrida quando o preço da gasolina chegou a R$ 8 em Manaus. “A gente não sabe se amanhã [o preço mínimo] vai estar R$ 5 de novo. A gasolina [atualmente, R$ 6,59 o litro] chegou a R$ 10 e o valor da corrida [preço mínimo] era o mesmo de R$ 6, R$ 5,80, R$ 5,60”, afirmou Rodrigues.

Os trabalhadores planejam parar por 24 horas. A paralisação começa nas primeiras horas da madrugada de domingo para segunda-feira. A concentração dos trabalhadores será no Sambódromo de Manaus a partir de 15h. Eles pretendem colher assinaturas de motoristas para protocolar as reivindicações na Câmara Municipal de Manaus.

“Você que é motorista de aplicativo, pare por sua casa, por sua família, pela melhoria da classe e por você que está todo dia rodando e está vendo esse preço praticado insustentável. Pare porque nós precisamos dar dignidade para nossas famílias, para nossos filhos. Educação, saúde. Se a gente não fizer nada hoje, a classe vai ter que parar”, disse Rodrigues.

A reportagem solicitou informações das empresas Uber e 99, mas não recebeu respostas até a publicação desta matéria.

(Colaborou Hudson Neris)

Assista a entrevista com os motoristas de aplicativo clicando aqui.

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Assuntos manchete, motorista de aplicativo, paralisação, transporte de passageiros
Felipe Campinas 12 de maio de 2023
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3 Comments
  • HUMBERTO CORDOVIL disse:
    13 de maio de 2023 às 20:23

    Se não tá dando resultado para de trabalhar como motorista de aplicativo, pq se tiver aumento na tarifa eu como consumidor vou parar de usar. Simples assim.

    Responder
  • Magaiver disse:
    14 de maio de 2023 às 10:38

    Liso tem que continuar utilizando ônibus simples assim

    Responder
  • [email protected] disse:
    14 de maio de 2023 às 21:50

    Boa sorte pra vcs, vou voltar a andar de táxi.

    Responder

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