O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Valmir Lima

E agora, José? Ficaremos com o ônus da greve dos caminhoneiros

29 de maio de 2018 Valmir Lima
Compartilhar
Greve dos caminhoneiros
Caminhoneiros pararam o país para reduzir o preço do diesel. População foi prejudicada e agora vai pagar a conta (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

MANAUS – A população brasileira aplaudiu, apoiou, fez festa com a greve dos caminhoneiros. Eles pararam o país. “Foram os únicos que tiveram coragem de fazer alguma coisa”, repetiram à exaustão os desinformados. Outros aproveitaram para tirar uma casquinha e se beneficiar politicamente. Outros, ainda, saíram às ruas para pedir intervenção militar no Brasil.

“Nada do que foi será”, já dizia o poeta. E quem conhece bem a história deste país, sabe que a corda arrebenta sempre do lado mais fraco. Não deu outra. Os caminhoneiros, os donos de caminhões, fizeram seu papel, reivindicaram, paralisaram as atividades, em busca de um preço mais justo para o diesel. Ninguém pode lhes tirar a razão.

Mas um movimento como o que vimos no Brasil na última semana não se faz só com os caminhoneiros autônomos. Está provado que por trás da chamada greve (não era greve, era apenas a suspensão das atividades dos caminhoneiros), havia empresas, federações, confederações interessadas em faturar. Não estava em jogo apenas o preço do combustível.

No fim das contas, os caminhoneiros e as empresas de transporte venceram, conseguiram baixar o preço do diesel, mas a custa de quê? O governo já deu o recado. A forma encontrada para compensar a perda de receita com as medidas adotadas para baixar o preço do combustível é o aumento de impostos.

De novo, o cipó lapeia as costas dos trabalhadores, dos mais pobres, da classe média que anda de carro porque o país não dispõe de transporte público de qualidade.

Nada se fala sobre a redução do preço da gasolina. A Petrobras já reduziu o preço para as distribuidoras. Na terça-feira, 22, o preço do litro da gasolina bateu R$ 2,0867 o litro vendido pela Petrobras. Nesta terça-feira, 29, está sendo vendida a R$ 1,9526. Uma queda de R$ 0,13 (treze centavos) no litro. Mas em Manaus, nenhum centavo foi reduzido. Os governos estaduais se recusam a reduzir o ICMS sobre a gasolina e o diesel.

Na quinta-feira, 24, uma boataria levou centenas de motoristas aos postos de combustíveis. Por medo de faltar combustíveis, formaram-se longas filas e zeraram-se os estoques dos postos. Quem ganhou com isso? As distribuidoras e os postos. Venderam em dois dias o que venderiam em uma semana ou duas.

E agora, o governo baixou o preço do diesel, mas o governo estuda medidas para recuperar esse dinheiro metendo a mão no bolso do trabalhador.

E o trabalhador, que não tem como parar as atividades sem o risco de ficar sem emprego, num país com 13 milhões de desempregados, só tem uma opção: pagar a conta, ou, como diz a Federação das Indústrias de São Paulo, “pagar o pato”.

Notícias relacionadas

Festival de Parintins encerra três noites com vitória do Boi Caprichoso

Atem já premiou mais de 500 consumidores em 34 cidades brasileiras com a campanha ‘Sorte no Caminho’

Governo retira subsídio de R$ 0,35 por litro do diesel a partir desta quarta

Governo destina R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

Viatura da Rocam bate em carro e mata casal na zona leste de Manaus

Assuntos Amazonas, Caminhoneiros, diesel, greve, impostos
Valmir Lima 29 de maio de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Festival de Parintins, Bumbódromo
Especial Publicitário

Festival de Parintins encerra três noites com vitória do Boi Caprichoso

1 de julho de 2026
Atem promoção
Especial Publicitário

Atem já premiou mais de 500 consumidores em 34 cidades brasileiras com a campanha ‘Sorte no Caminho’

30 de junho de 2026
Economia

Governo retira subsídio de R$ 0,35 por litro do diesel a partir desta quarta

30 de junho de 2026
Petrobras reduz preço do diesel nas refinarias (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Economia

Governo destina R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

29 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?