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Economia

Dólar cai a R$ 4,66 e cotação volta ao pré-pandemia

1 de abril de 2022 Economia
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Por Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – O dólar fechou esta sexta-feira (1º) em queda de 1,99%, a R$ 4,6660, a menor cotação desde os R$ 4,6470 de 10 de março de 2020, véspera do dia em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a pandemia de Covid-19.

Nesta semana, a divisa americana recuou 1,70%, um dia após ter encerrado o primeiro trimestre de 2022 com um tombo de quase 15%, o maior para um período de três meses desde junho de 2009.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice de referência Ibovespa subia 1,29%, a 121.552 pontos, às 17h20. A alta distribuída em diversos setores do mercado de ações do país compensava a queda da Petrobras em um dia de desvalorização do petróleo.

O andamento do pregão desta sexta coloca o Ibovespa perto da pontuação máxima em quase oito meses, quando, em agosto de 2021, o indicador estava na casa dos 122 mil pontos.

A alta da Bolsa e a queda do dólar são majoritariamente atribuídas ao crescimento do interesse de investidores estrangeiros pelo Brasil.

Na renda fixa, a demanda é explicada pelo ganho que os juros oferecem sobre a inflação em comparação a outros países. Com uma taxa básica de 11,75% ao ano, com previsão de chegar a 12,75%, o real oferece um dos melhores retornos de juros entre as economias emergentes.

Já no mercado de ações doméstico, o país possui papéis considerados baratos e com potencial de valorização, principalmente no setor de matérias-primas, pelo qual o Brasil exporta produtos similares aos da Rússia, que enfrenta sanções por ter invadido a Ucrânia.

Nesta sexta, porém, a B3, a Bolsa de Valores do Brasil, anunciou uma revisão metodológica nos dados que derrubou em R$ 27 bilhões o saldo acumulado de capital estrangeiro entrante no mercado acionário do país em 2022. Com isso, o acumulado deste ano cai de R$ 91 bilhões para R$ 64 bilhões, aproximadamente.

Os principais mercados europeus fecharam em alta, apesar das preocupações envolvendo a guerra no leste do continente. A Rússia acusou a Ucrânia de conduzir um ataque aéreo a um depósito de combustível em Belgorod, no que seria a primeira ofensiva ucraniana desse tipo desde o início da guerra que chega a seu 37º dia.

Londres, Paris e Frankfurt subiram 0,30%, 0,37% e 0,22%, nessa ordem.

Em Nova York, o mercado americano de ações oscilava desde o início da tarde, após uma abertura em alta. O indicador de referência S&P 500 caía 0,2%. Os índices Dow Jones e Nasdaq subiam 0,40% e 0,29%, respectivamente.

A oscilação nos Estados Unidos ocorria enquanto investidores digeriam dados que revelaram que o desemprego no país recuava para perto do nível anterior ao início da pandemia, com uma taxa de desocupação na casa dos 3,5%.

Postos de trabalho em abundância sinalizam que a economia americana ganha força com a retomada das atividades, mas também reforçam a expectativa de que a inflação deve ganhar impulso, forçando o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) a acelerar o aumento dos juros de referência no país, segundo Michael Antonelli, estrategista da Baird.

“O mercado de trabalho está muito forte. Por que esses dados não estão sendo mais comemorados? É apenas porque a inflação toma conta de tudo”, disse Antonelli, ao The Wall Street Journal.

Empresas dos Estados Unidos criaram 431 mil empregos em março. A taxa de desemprego caiu de 3,8% para 3,6%. É a 11ª vez consecutiva que o país cria mais de 400 mil vagas mensais, o que representa o maior período de crescimento desde 1939.

No mercado de petróleo bruto, o barril do Brent recuava 3,13%, a US$ 104,53 (R$ 491,06) no final da tarde, depois de ter caído 4,88% na véspera.

A queda da commodity é uma reação do mercado a um potencial aumento da oferta um dia após a administração de Joe Biden ter anunciado um plano para liberar aproximadamente um milhão de barris de petróleo por dia das reservas estratégicas dos Estados Unidos.

Até 180 milhões de barris poderiam ser liberados durante seis meses. O plano é usar as reservas para combater a inflação dos combustíveis, que foi acelerada pela forte valorização da matéria-prima a partir do início da invasão da Rússia à Ucrânia.

A valorização do petróleo no último mês, atingindo as cotações máximas desde 2008, é um dos principais sintomas sobre a visão do mercado de que as sanções à Rússia, um dos principais exportadores, podem reduzir a oferta por um longo período, dando fôlego para a alta da inflação global.

Na quinta-feira (31), o dólar caiu 0,50%, a R$ 4,7610. Com isso, a moeda americana acumulou nos primeiros três meses de 2022 um tombo de 14,6%, o maior para um trimestre desde junho de 2009.

No mês, o mergulho foi de 7,6%. A última vez que a desvalorização mensal do dólar frente ao real havia encostado nos 8% foi em outubro de 2018.

Na Bolsa de Valores do Brasil, o Ibovespa não conseguiu sustentar os 120 mil pontos. Após oscilar perto da estabilidade, o principal índice do mercado de ações do país cedeu 0,22%, fechando em 119.999. No trimestre, porém, o ganho acumulado é de 14,5%, o maior desde dezembro de 2020. No mês, a alta de 6,06% é a maior desde janeiro.

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Assuntos Câmbio, cotação, Dólar, mercado financeiro, Pré-pandemia
Redação 1 de abril de 2022
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