O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Dívida pública bate recorde e chega a R$ 6,5 trilhões em setembro

30 de outubro de 2020 Economia
Compartilhar
Dívida pública bate recorde e supera 90% do PIB em setembro (Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Os gastos com medidas para fazer frente à pandemia do novo coronavírus levaram a dívida pública a novo recorde em setembro, alcançando 90,6% do PIB (Produto Interno Bruto), alta de 1,8 ponto percentual em relação ao mês anterior.

O endividamento do governo chegou a R$ 6,5 trilhões, maior patamar da série, que começa em 2006, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira, 30.

Depois da chegada do vírus ao país, o governo teve que gastar mais em programas emergenciais, como o auxílio aos mais pobres e linhas de crédito para empresas. Com isso, até o fim do ano, a dívida pode chegar a 100% do PIB.

A elevação da dívida bruta foi ocasionada principalmente pelo aumento nas emissões de títulos públicos para financiar os gastos, que representou aumento de 1,4 ponto percentual, da incorporação de juros ao montante (0,4 ponto) e do efeito da alta do dólar no período (0,2 ponto).

A dívida líquida, que desconta os ativos do governo, também foi impactada pela pandemia e fechou em 61,4% do PIB (R$ 4,4 trilhões) em setembro, aumento de 0,6 ponto percentual em relação a agosto.

O aumento é resultado do crescimento do rombo nas contas públicas, que representou 0,9 ponto percentual, e pela incorporação de juros ao montante (0,5 ponto).

No período, o dólar subiu 3,1% e puxou a dívida líquida 0,6 ponto percentual para baixo. Quando há valorização da moeda norte-americana, há redução do valor da dívida líquida em reais porque são descontadas as reservas internacionais, mensuradas em dólar.

As contas públicas tiveram rombo de R$ 635,9 bilhões no acumulado do ano até setembro. Nos últimos 12 meses, o governo registrou déficit primário de R$ 655,3 bilhões, o equivalente a 9,08% do PIB. O déficit primário é o maior da série histórica compilada pelo BC, que teve início em 2002.

O resultado primário indica a capacidade do governo de pagar as contas, exceto os encargos da dívida pública. Se as receitas são maiores que as despesas, há superávit. Caso contrário, há déficit.

Apenas em setembro, o governo registrou resultado primário negativo em R$ 64,6 bilhões, nas o número é 26% menor que o registrado em agosto, de 87,6 bilhões.

Desde o início da crise sanitária, além de gastar mais, o governo tem arrecadado menos em razão da queda da atividade e das medidas de restrição, o que também contribui para o aumento no rombo das contas públicas.

Com a flexibilização do isolamento, no entanto, a arrecadação aumentou e alguns impostos que foram postergados por causa da pandemia começaram a ser pagos.

Notícias relacionadas

Governo do AM já pode pedir liberação de empréstimo de R$ 1,4 bilhão

Lula regulamenta marco legal dos jogos eletrônicos e cria a Game Brasil

Até agosto, PIM tem faturamento recorde de R$ 165,12 bilhões

Turismo no AM cresce 1% em agosto, mas acumula queda de 6,2% no ano

Netflix demitirá 6% de seus funcionários, quase mil trabalhadores

Assuntos dívida pública, pandemia
Redação 30 de outubro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Barbáries nunca mais!

2 de outubro de 2026
Economia

Dívida Pública Federal fica estável em agosto e chega a R$ 9,29 trilhões

28 de setembro de 2026
Cilindros de gás: fábrica em Manaus vai ampliar produção de gases medicinais (Foto: Divulgação)
Negócios

Crise do oxigênio em Manaus gerou projeto de gases medicinais

24 de setembro de 2026
Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Política

Dívida do AM sobe para R$ 7,5 bilhões após 11 empréstimos em sete anos

12 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?