O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

Desenvolver a Amazônia significa romper a inércia do repouso

17 de setembro de 2018 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


Não existe certeza absoluta sobre o futuro de nenhum ser humano. De acordo com o olhar, isso pode ser um temor ou uma alegria. Assim, existem duas alternativas objetivas: entregar nosso comando para outro, o que me parece um equívoco, ou, com energia e determinação, realizar tudo que estiver ao nosso alcance para a construção de um futuro melhor. Entendo ser praticamente impossível que alguém virá realizar o meu desejo, a não ser enquanto existir uma visão infantil sobre a humanidade. Traçando uma relação com a Amazônia, enquanto sua população e gestores continuarem sem decidir o que desejam realizar, sobre o que se deseja para o futuro, veremos ondas preservacionistas, interrompidas, vez por outra, por algum crime ambiental. Este ciclo precisa ser rompido.

E romper a inércia não é fácil. Necessita muita energia. A Amazônia vem sendo trancada para atender a interesses estranhos aos dos moradores. Isso precisa mudar e esta mudança somente será possível se os moradores da região compreenderem esta necessidade.

É claro que a certeza na realização de um empreendimento é relativa. Mesmo assim, empreendimentos precisam ser realizados, para a construção do futuro. Imobilidade somente interessa ao inimigo. De fato, os inimigos da região são todos aqueles que não querem usar os recursos da floresta de uma maneira sustentável e gerando riqueza para cá. O que percebo é que todos os que querem preservar por preservar, são de uma das categorias a seguir: preguiçosos que nada querem fazer, pessoas manipuladas pelo interesse de terceiros ou pessoas com interesses claros em ganhos para si, advindos de outras fontes e que não se interessam pelos ganhos de quem vive na Amazônia.

Há um engano reinante em nosso País, o qual indica que alguém salvará, que alguém fará, que alguém precisa sair da cadeia ou que alguém deve ser preso. A pauta de discussões não é sobre o que construir, mas sobre o que destruir. Estamos discutindo o futuro das destruições, ao invés de um debate sobre como realizar, discute-se como nada fazer. É cômodo nada fazer, mas o convite para reduzir a incerteza é começar a fazer algo.

O pior é que o grupo dos preguiçosos cada vez aumenta mais e tem ganhado força, pois em pleno século XXI ainda se espera que o Governo faça algo para melhorar. Precisamos unir as forças dos que possuem interesse em realizar o desenvolvimento, retirando os mecanismos para atrapalhar que o Governo tem imposto. É necessário que a eleição que será realizada em poucos dias busque a construção do futuro, ao invés do retorno aos modelos do passado e que já estão superados pela história. É necessário que voltemos a debater de maneira franca o pensamento, sem sofrer retaliações. No momento atual, quando uma pessoa externa o que pensa, sofre censura. É assustador o quanto isso está sendo danoso para o nosso desenvolvimento, pois perdemos a capacidade dialética e não conseguimos avançar. A lógica é falar e não ouvir. A lógica é encontrar desculpas para não fazer e dar voz a presidiários e seus comparsas que ameaçam quem pensa de outra forma.

E qual a solução? Produção, alinhando ciência, capital, sociedade, para realizar os potenciais da região. Todos potenciais que acreditarmos serão realizados. Enquanto não acreditarmos que podemos realizar, será isso que acontecerá. Desenvolvimento não é um caminho rápido. Escrevo este texto em uma universidade americana, onde estou por uma semana para um curso. É animador andar por aqui: ver um monte de gigantes do setor farmacêutico coladas na Universidade. Temos tudo para fazer o mesmo e ir mais longe, pois tudo ainda estar por ser feito: tecnologia dos genes, pesquisa do genoma, engenharia de bioprocessos, bioinformática etc. Não há melhor lugar para se estar no mundo do que na Amazônia: precisamos acreditar nisso e construir um futuro melhor, rompendo a inércia que nos ancora ao passado.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Candidato a presidente promete construir ‘super presídio’ na Amazônia

PCdoB declara apoio ao senador Omar Aziz no Amazonas

Amazônia: entre o abandono e a soberania

Amazônia Legal é estratégica em minerais críticos, mas não há exploração

Amom fala em novo ciclo do mandato com atuação em defesa do Amazonas

Assuntos Amazonas, Amazônia, Augusto Barreto Rocha
Redação 17 de setembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Romeu Zema (centro) na convenção do Novo: promessa de super presídio na Amazônia Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Candidato a presidente promete construir ‘super presídio’ na Amazônia

27 de julho de 2026
Dirigentes do PCdoB com o senador Omar Aziz: apoio à disputa do Governo do Amazonas (Foto: Assessoria/Divulgação)
Política

PCdoB declara apoio ao senador Omar Aziz no Amazonas

27 de julho de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Amazônia: entre o abandono e a soberania

27 de julho de 2026
Amazônia Legal (Imagem: TV Brasil/Reprodução)
Economia

Amazônia Legal é estratégica em minerais críticos, mas não há exploração

26 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?