O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Depressão severa pode ser tratada com marcapasso, aponta estudo

24 de dezembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Estudo da Associação Amazonense de Psiquiatria mostra que 97% dos casos de suicídio têm diagnóstico de transtorno psiquiátrico (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A depressão é uma das doenças que estão sendo investigadas com o uso da ferramenta, assim como o Alzheimer (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Samuel Fernandes, da Folhapress

SÃO PAULO – O marcapasso, equipamento médico utilizado há décadas principalmente para problemas cardíacos, pode ter mais uma nova função -o tratamento contra a depressão. Um novo estudo, realizado parcialmente no Brasil, avaliou os efeitos que a ferramenta pode ter contra a doença psiquiátrica e encontrou como resultado uma melhora bastante significativa nos pacientes.

Normalmente associado à marcação do ritmo cardíaco, o marcapasso teve muitas evoluções desde a década de 1960. Com ele, é possível tratar enfermidades cerebrais porque o cérebro “recebe comandos elétricos muito bem e a gente consegue controlar sintomas de várias doenças”, afirma Antônio De Salles, neurocirurgião do Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, e coordenador da pesquisa.

O médico afirma que, atualmente, o equipamento já é conhecido para o tratamento da epilepsia, do Parkinson, de tremores e dores crônicas, por exemplo. A depressão é uma das doenças que estão sendo investigadas com o uso da ferramenta, assim como o alzheimer.

O instrumento é responsável por emitir pulsos elétricos que atuam nos neurônios, que são as células cerebrais. Esses pulsos podem ser manipulados em diferentes fatores a depender da finalidade que se quer atingir, como frequência, intensidade e tamanho. É a partir desses pulsos que é possível manipular as funções cerebrais para tratar algumas doenças.

Por exemplo, caso um paciente tenha um tremor, é possível identificar os neurônios cerebrais que têm relação com o controle muscular. A partir daí, pulsos elétricos podem ser transmitidos durante uma cirurgia para observar se o tremor cessa. Caso isso aconteça, “nós sabemos que, se mantivermos esses pulsos elétricos através de um marcapasso implantado no paciente, ele não terá mais o tremor”, explica Salles.

Esse modelo, baseado na manipulação das funções cerebrais, é parecido com o que acontece com as drogas, mas o marcapasso tem a vantagem de não gerar efeitos colaterais nos pacientes.

“A gente entra com essas [drogas] de maneira que elas manipulam a parte química do cérebro. O problema das medicações é que elas entram no corpo todo, e aí temos efeitos colaterais relacionados a várias medicações”.

Como o marcapasso é ligado a áreas específicas do cérebro, ele “atua somente ali e [naquelas] redes elétricas, então não [atinge] outras partes do corpo”.

Com a pesquisa, a ideia de Salles era provar que, por meio do nervo oftálmico que fica embaixo da sobrancelha, seria possível levar “impulsos elétricos ao cérebro e esses impulsos [manipulariam] a química relacionada à depressão”. Esses impulsos, no caso, poderiam ser transmitidos por um marcapasso.

Para provar esse conceito, o neurocirurgião realizou a investigação que foi iniciada há cerca de cinco anos e contou com a participação de 20 pacientes diagnosticados com a doença. Esses participantes foram divididos igualmente em dois grupos -um que realmente teve o tratamento (experimental) e o outro que era o controle.

Com o estímulo constante que o marcapasso ocasiona no nervo oftálmico, Salles afirma que foi possível ver uma melhora significativa para o grupo experimental.

“A gente [acompanhou os pacientes] por muito tempo para ter certeza [da melhora]”, afirma o neurocirurgião, indicando ainda que a maioria dos participantes do grupo experimental conseguiu fazer ações que antes não eram possíveis, como sair de casa, trabalhar e ter relações amorosas.

Uma dessas pacientes foi a publicitária Márcia Castrillo. Ela foi diagnosticada com depressão severa em 2007. “Parecia que minha vida tinha acabado. Eu não tinha força nem para ir trabalhar, tinha muita enxaqueca e dores”, relata.

Castrillo conta que procurou diversos médicos e tratamentos “para tentar melhorar, porque era muita tristeza e falta de ânimo”. No total, ela se tratou com sete antidepressivos, além de fazer acompanhamento psicológico. Mesmo assim, os anos foram passando e só havia algumas melhoras pontuais, então sua sensação era a de que o tratamento não estava funcionando.

Em 2014, a publicitária descobriu a pesquisa coordenada por Salles e se inscreveu. Ela passou pela triagem para o estudo e foi aprovada. Em janeiro de 2015, a cirurgia para o implante do marcapasso foi feita.

“Eu ia toda semana ao [hospital] para acompanhamento depois da cirurgia e tinha um questionário enorme para responder e eu respondia o pior quadro possível […], mas conforme o tempo foi passando, eu percebia que as respostas iam melhorando. Em um ano, já estava respondendo tudo no melhor cenário possível”, afirma.

Além de melhorar o quadro depressivo, Castrillo também conta que outros problemas advindos da doença foram desaparecendo, como as enxaquecas que ela tinha constantemente.

A melhora completa veio depois de aproximadamente dois anos da cirurgia, que foi quando ela suspendeu o uso dos antidepressivos e também parou de fazer terapia.

Mesmo que haja sinais positivos no uso de marcapasso para tratar essa doença, o próprio Salles reitera que ainda é necessário outros estudos.

Atualmente, o neurocirurgião já planeja uma nova pesquisa com maior número de pacientes –segundo ele, a ideia dessa segunda investigação é de ter 200 participantes separados entre grupo experimental e controle para ter resultados ainda mais concisos sobre o marcapasso.

“É um tratamento que nós mostramos que funciona, [mas] a gente não recomenda ainda para todos indiscriminadamente porque [foi só] uma pesquisa”, afirma.

Notícias relacionadas

Calor intenso aumenta incêndios em residências, diz Corpo de Bombeiros

Startup cria barco voador que promete reduzir viagem de Manaus a Parintins em 7 horas

Polícia Civil no país registrou 783 mil atendimentos à mulher em 2025

Tambaqui na lista de ameaçados de extinção gera alerta sobre estoques naturais na Amazônia

Lula quer mostrar a Trump números de queda do desmatamento na Amazônia

Assuntos depressão, estudo, pacientes
Redação 24 de dezembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Atlas ODS Amazônia
Dia a Dia

Estudo da Ufam identifica ocupação e atividades econômicas históricas em municípios do Médio Amazonas

24 de julho de 2026
Atividade física
Saúde

IBGE vai pesquisar hábitos de vida, acesso e utilização de serviços de saúde

2 de julho de 2026
Empresas devem adotar ações para prevenir contra riscos à saúde mental de trabalhadores (Imagem ilutsrativa criada por IA/Google)
Saúde

Empresas devem cumprir norma para garantir saúde mental

30 de junho de 2026
Amazônia
Dia a Dia

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

24 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?