O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Dependência de jogos virtuais já atinge crianças de 7 e 8 anos, diz psicólogo

27 de junho de 2018 Dia a Dia
Compartilhar
‘Hoje, diferentemente de antes, os jogos não têm mais game over’, ressalta o psicólogo Cristiano Nabuco (Foto: YouTube/Reprodução)

Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Há cerca de 13 anos, o psicólogo Cristiano Nabuco, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, reúne jovens para debater e tratar dependências tecnológicas, entre elas o excesso no uso de videogames. Da década passada para cá, uma das diferenças é que os participantes são cada vez mais novos. Se antes tinham 15 ou 16 anos, hoje já atende crianças de 7 e 8 anos.

Na semana passada, a OMS (Organização Mundial da Saúde) passou a classificar o vício em games como doença da área de saúde mental. Para ele, isso abre espaço para discutir o suporte aos dependentes e convoca a sociedade, da escola às empresas desenvolvedoras de jogos, a refletir. Para ele, os jogos são construídos para capturar cada vez mais atenção. “Hoje, diferentemente de antes, os jogos não têm mais game over”, diz. “Há pressões diretas e indiretas para que sempre se queira jogar mais.”

O que essa mudança promovida pela OMS representa?

Há 15 anos tentamos fazer com que essa dependência tecnológica seja reconhecida como patologia. Agora conseguiremos ter, por exemplo, o seguro (plano de) saúde pagando essa atenção. Várias clínicas tiveram de ser encerradas porque não conseguiam custeio mais amplo. Só na China, há mais de 150 hospitais de internação para dependentes de videogame. Isso vai fazer com que se tenha olhar de maneira mais clínica, ao entender que essa é uma nova doença do século 21.

Há risco de a mudança levar a uma preocupação desnecessária por parte dos pais?

É melhor que exagerem que deem menos atenção. O que sabemos é que os jogos são construídos para capturar atenção. Nas primeiras fases, muitos pontos são distribuídos, criam facilidades porque sabem que o jovem é muito sensível à avaliação social. Na medida em que distribui pontuação, mexe com a autoestima, normalmente não consolidada, criando atratividade, fazendo com que depois de um tempo tenha de se dedicar cada vez mais horas para jogar. E pior: se antes tínhamos jogos em que havia o game over, hoje isso não existe mais. O seu time é um grupo dependente dos seus esforços. Aí entra o fator de não poder decepcionar e deixar os outros na mão parando de jogar.

E qual a diferença em relação ao público atendido 13 anos atrás?

É cada vez mais precoce. Eram jovens mais velhos. Hoje, têm 7, 8 ou 9 anos.

A partir de quando o uso do videogame é doença?

Quando se começa a sacrificar atividades como estudar, se exercitar, interagir, para estar conectado. Isso ganha maior proporção com o celular, criando perspectiva de acessar o jogo em qualquer lugar.

Como funciona o tratamento?

Normalmente, o aspecto primordial é a psicoterapia, em alguns, há medicação para tentar controlar esse comportamento, quando for excedente.

E como a família deve agir?

A grande pergunta é: quanto seria o correto ou adequado para jogar? O que costumamos sugerir é que o jovem possa usar, uma vez que todas as outras obrigações tenham sido já feitas – se estudou, dormiu, se alimentou, se teve cuidado com a higiene. Sempre com supervisão e nunca excedendo prazos longos. Na vida digital, essas pessoas conseguem ter grau de manejo da realidade que não têm na vida concreta. Isso faz com que prefiram a realidade virtual porque conseguem ter o senso de pertencimento.

É um problema exclusivo de crianças e adolescentes?

Prioritariamente, os meninos adolescentes, jovens. Mas outras plataformas também são profundamente viciantes: as redes sociais todo tipo de aplicativo em que há uso contínuo.

Notícias relacionadas

Vazante do Rio Negro em 2026 tende a ser a terceira mais severa da história

TJAM vê como ‘esquisitos’ 936 acessos de defensor a processo sigiloso

Mapa facilita coleta de castanha-da-amazônia por extrativistas no AM

Sete a cada 10 brasileiros têm dificuldades para saber seus direitos

Entre usuários de internet, 32% foram alvos de tentativa de golpe

Assuntos crianças, dependência, OMS
Redação 27 de junho de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Caneta emagrecedora
Saúde

Pediatras alertam sobre uso de caneta emagrecedora por crianças

24 de agosto de 2026
Dianteira do Onix ficou completamente destruída com o impacto (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Motorista morre em colisão entre carro e van; três crianças ficam feridas

7 de agosto de 2026
Sandoval Alves Rocha

Em Manaus, eventos climáticos e falta de água ameaçam crianças

31 de julho de 2026
O suspeito foi preso e levado à Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Diretor de escola infantil é preso por abuso sexual de alunas de 4, 6 e 7 anos

29 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?