O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Dados sobre áreas protegidas são essenciais para turismo sustentável

16 de janeiro de 2025 Economia
Compartilhar
Área da Mata Atlântica no Rio de Janeiro envolve a Floresta da Tijuca, a área de preservação mais visitada por turistas (Foto: Tania Rego/Agência Brasil)
Do ATUAL

MANAUS — O monitoramento de dados é essencial para compreender o perfil dos visitantes e expandir o turismo sustentável em Unidades de Conservação (UCs) no Brasil. São 2,4 mil UCs distribuídas em áreas municipal, estadual e federal que desempenham função essencial na conservação ambiental e oferecem grande potencial para o turismo de natureza.

A constatação é de estudo da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. “Aperfeiçoar o sistema de monitoramento de dados permite divulgar melhor o universo de possibilidades disponíveis, nas mais diversas localidades, que proporcionam experiências para todos os gostos, desde montanhas e cachoeiras até praia e sol. Espaços como esses também são potentes para despertar a consciência para a urgência da conservação ambiental”, avalia Flávia Campassi, especialista em conservação da biodiversidade da entidade.

Em 2023, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) registrou 23,7 milhões de visitas nas 156 UCs monitoradas, um aumento de 10% em relação ao ano anterior. No entanto, a demanda está concentrada em locais como o Parque Nacional da Tijuca (RJ), que sozinho recebeu mais de 4 milhões de visitas, e outros destinos consagrados como os parques do Iguaçu (PR) e Jericoacoara (CE).

Segundo Flávia Campassi, o levantamento de dados é fundamental para promover áreas menos exploradas e equilibrar o fluxo de visitantes. Um exemplo é a APA (Área de Proteção Ambiental) da Baleia Franca, em Santa Catarina, que, após investir no monitoramento registrou aumento na visitação: saltou de 3,3 milhões em 2020 para 8,1 milhões em 2023. Iniciativas semelhantes em unidades como a Reserva Extrativista Marinha Mestre Lucindo (PA) também demonstraram o impacto positivo do controle de visitação.

“Na medida em que essas áreas têm seus dados coletados de maneira sistematizada passam, por exemplo, a figurar com destaque em rankings como o do ICMBio, uma das formas de torná-las prioritárias para ações de manutenção e manejo”, explica Flávia. “O problema é que um número reduzido delas têm controle de visitas diário contabilizado ou qualquer tipo de registro ou monitoramento. Isso demonstra a necessidade de recursos e, para que possam implementar sistemas apropriados”.

Além de atrair mais visitantes, o monitoramento orienta ações como a definição de limites de visitação, investimentos em infraestrutura e programas educativos que promovem a conservação. De acordo com Carlos Augusto Figueiredo, da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, “Sem coleta de informações, o gestor local atua no escuro, baseado apenas em seu conhecimento limitado sobre a unidade de conservação”.

Apesar dos avanços, muitas UCs ainda carecem de sistemas de monitoramento estruturados, dificultando a consolidação de uma base nacional de dados. Especialistas reforçam que ampliar e sistematizar a coleta de informações é um passo indispensável para garantir o uso sustentável dessas áreas, promovendo a conservação e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.

“Vivemos na era do big data, em que inteligências artificiais monitoram e gerenciam diversas atividades humanas. Em áreas protegidas, isso também é possível, mas depende de dados de qualidade. Sem coleta de informações, o gestor local atua no escuro, baseado apenas em seu conhecimento limitado sobre a unidade de conservação. O órgão gestor, por sua vez, enfrenta dificuldades para entender plenamente as áreas sob sua responsabilidade e alocar recursos de forma eficiente”, afirma Carlos Augusto.

Notícias relacionadas

Redução da jornada 6×1 terá impacto mínimo no PIB, afirmam pesquisadores

Banco do Brasil oferece pagamento que combina boleto e Pix

TRT-11 lança ações para ampliar contratação de jovens aprendizes

Governo estuda liberar parte do FGTS para quitar dívidas

Governo destina R$ 10 bilhões para compra de máquinas por agricultores

Assuntos Anavilhanas, áreas protegidas, ICMBio, turismo sustentável, unidades de conservação
Feifiane Ramos 16 de janeiro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Números expõem dimensão amazônica do combate a garimpo ilegal

23 de abril de 2026
Dia a Dia

Desmatamento é maior em áreas de conservação e indígenas no Amazonas

5 de fevereiro de 2026
O sauim-de-coleira está entre os 25 primatas mais ameaçados do mundo (Foto: Rodrigo Agostinho/Ministério do Meio Ambiente)
Dia a Dia

ICMBio cria núcleo que unifica gestão de áreas do sauim-de-coleira

16 de dezembro de 2025
Avião joga água para combater focos de incêndio: lei institui diretrizes para controle de incêndios (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
COP 30

Número de áreas atingidas por incêndios é o segundo menor desde 2018

18 de novembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?