O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Da floresta para a internet, artesanato de ribeirinhos ganha o mundo virtual

8 de julho de 2019 Economia
Compartilhar
Ribeirinhos do grupo Entrelaçando Gerações produzem artesanato, que é vendido para todo o Brasil por meio do projeto Jirau da Floresta (Foto Bruno Kelly/FAS)
Por Monica Prestes, da Folhapress*

MANAUS – Lucineide Garrido, 48, a Neide, é artesã na comunidade ribeirinha Tumbira, no Rio Negro, a cerca de três horas de barco de Manaus. Lá, vende direto a turistas produtos como um jogo de sousplat (suporte de prato) feito de fibras de banana e de bacaba (palmeira nativa amazônica). Agora, está feliz por mostrar seu trabalho a clientes do Sul e de outras partes do país graças a um mundo que não conhece: a internet.

Peças de artesanato produzidas a partir de pedaços de madeira, fibras, sementes, pedras e cipós coletados na floresta por famílias ribeirinhas e indígenas da Amazônia começaram a ser vendidas a todo o Brasil pela internet neste mês.

A venda por site envolve diretamente 121 famílias de dez comunidades indígenas e ribeirinhas dos rios Negro, Amazonas e Solimões. São comercializados, além de “biojoias”, mochilas e redes, óculos, chaveiros, fruteiras, cestos, adegas de madeira, jogos americanos, porta copos, entre outros produtos.

Bolsa produzida por indígenas e ribeirinhos em Unidades de Conservação do Amazonas (Foto Bruno Kelly/FAS)

O projeto é da FAS (Fundação Amazonas Sustentável), ONG ambiental que atua no Amazonas, em parceria com a B2W Digital, detentora da marca americanas.com. O comércio online funciona na seção “Jirau da Amazônia” do site, e os preços das peças que vão de R$ 20 a R$ 754.

O Fundo Amazônia, o maior projeto de cooperação internacional para preservar a floresta amazônica, tem participação na ideia. Os recursos empregados em projetos de turismo e artesanato também serviram para viabilizar a primeira compra de produtos para o site, como um capital de giro. O custo do frete fica por conta do cliente. É justamente esse um dos maiores entraves para o sucesso da iniciativa, uma vez que o custo da entrega pode ultrapassar o preço do produto.

Um chaveiro de madeira itaúba feito pelos índios barés, por exemplo, é vendido no site a R$ 30, mas o frete chega a R$ 36,41 se o endereço de entrega for na avenida Paulista, em São Paulo, por exemplo.

Chaveiro boto feito de madeira itaúba (Foto: Divulgação)

Apesar deste obstáculo, ribeirinhos se mostram esperançosos com a possibilidade de levar seus produtos para além das fronteiras das unidades de conservação onde vivem.

Na comunidade de Neide, são mais de 40 peças criadas com fibras de bacaba e banana, seringas (como são chamadas as sementes da seringueira), sementes de açaí e morototó (árvore nativa da América do Sul), fios de tucum (outro tipo de palmeira, comum na região do Alto Rio Negro) e escamas de pirarucu e pedras, como a jarina.

Tudo é confeccionado na oficina montada no pátio da casa dela. Por mês, são produzidas mais de 200 peças, que até então eram vendidas para os turistas que visitam a comunidade e, agora, também pela internet.

Além da família de Neide, o trabalho na oficina envolve outros 15 vizinhos e rende a ela R$ 1.500 mensais. Por ano, Neide movimenta mais de R$ 10 mil só com a compra de matéria-prima e o pagamento de mão de obra. “Tenho tudo anotadinho nos cadernos. Registro tudo”, diz ela, que também é assessorada pelo Sebrae.

Antes da criação da unidade de conservação, a extração ilegal de madeira era a principal atividade econômica dos ribeirinhos das 19 comunidades que compõem a RDS (Reserva de Desenvolvimento Sustentável) Rio Negro, que é vizinha do Parque Nacional de Anavilhanas.

Hoje, quem ocupa esse posto é o turismo, segundo o gestor da unidade de conservação, Miquéias Souza, da SEMA (Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Amazonas).

Segundo a FAS, o artesão fica com cerca de 40% do valor anunciado no site. O restante vai para custos de levar o produto de barco da comunidade até uma unidade dos Correios ou transportadora, de embalagem, de impostos e de reinvestir no projeto.

Assim, como exemplo, se no site o jogo de sousplat da Neide custa R$ 50 (sem frete), ela, a artesã, fica com R$ 21,50 (43%). Outros R$ 9,15 vão pra embalagem (18,13%), R$ 8,50 para levar a peça de Tumbira até os Correios ou transportadora (16%), mais R$ 3,23 de impostos e tributos (cerca de 7%) e outros R$ 7,13 à FAS para manter o projeto de venda no site (15%).

Segundo a B2W Digital, não há lucro para a marca -a empresa se beneficia em oferecer um produto ecologicamente correto e em estimular um consumo sustentável aos clientes do site, segundo o diretor de sustentabilidade da empresa, Carlos Padilha.

*A repórter viajou para a RDS Rio Negro a convite da FAS e Americanas.com

Notícias relacionadas

Empresários chineses conhecem ZFM e avaliam novos investimentos

BNDES valida consórcio que vai elaborar negócios do Pró-Urânio

Aneel mantém taxa de energia na conta de luz para setembro

Prazo para pagar automóvel pelo Move Brasil será de 7 anos

Varejo fecha mais de 1,1 mil lojas desde 2022 com o avanço do comércio online

Assuntos FAS, Fundo Amazônia, indígenas, ribeirinhos, Tumbira
Redação 8 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O número de candidaturas indígenas cresceu no estado, mas avanço na representatividade precisa ser efetivo (Foto: Divulgação/OEA)
Política

Mais candidatos, menos eleitos: o ‘abismo’ político indígena no Amazonas

16 de agosto de 2026
Ministério da Saúde criou comitê que definirá ações para reduzir mortalidade materna indígena (Foto: Rovena Rosa/ABr)
Dia a Dia

Amazonas lidera em mortes de bebês indígenas e é 2º em homicídios de adultos

14 de agosto de 2026
Manual de jornalismo em linguagem indígena (Foto: Abrinjor/Divulgação)
Dia a Dia

Jornalistas indígenas lançam manual com termos dos próprios idiomas

10 de agosto de 2026
Prefeitura de Apuí: MPF orienta sobre fornecimento de merenda e professores emn escolas indígenas do município (Foto: Prefeitura de Apuí/Divulgação)
Dia a Dia

MPF recomenda que prefeitura de Apuí forneça merenda escolar a indígenas

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?