O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Custo do combustível e infraestrutura restringem expansão do setor aéreo

11 de novembro de 2015 Economia
Compartilhar
aviao passagens
O número de viagens por habitante no Brasil foi de 0,50 em 2014 (Foto:Divulgação)

BRASÍLIA – Embora o número de passageiros no transporte aéreo tenha crescido 210,8% entre 2000 e 2014 enquanto o preço médio das passagens caiu 43,1%, a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) aponta que o alto custo do combustível de aviação e problemas de infraestrutura nos aeroportos ainda restringem uma expansão maior do setor e podem até prejudicar os resultados já alcançados.

O estudo Transporte e Economia – Transporte Aéreo de Passageiros realizado pela CNT em parceria com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), mostra que o que mais pesa nos preços das passagens no País é o valor da querosene de aviação. O insumo é responsável por 37,3% dos custos das empresas aéreas e, segundo as entidades, custa mais caro no Brasil do que em outros países.

O ICMS cobrado sobre o combustível chega a 25% em alguns Estados enquanto a CNT defende uma alíquota máxima de 12%. “Isso teria um impacto importante de custos para as empresas aéreas e possibilitaria a redução dos preços dos bilhetes no Brasil”, destacou o diretor executivo da CNT, Bruno Batista.

Já os gastos com arrendamento, manutenção e seguro das aeronaves equivalem em média a 17% dos custos do setor, à frente das despesas com tripulação (9,6%) e com as tarifas aeroportuárias e de navegação (5,9%). “O custo de operação é muito alto e existe uma certa rigidez para se aumentar a oferta de assentos no curto prazo”, afirmou o diretor executivo da CNT.

Apesar disso, a entidade considera que ainda há muito potencial de crescimento no mercado brasileiro de aviação de passageiros. O número de viagens por habitante no Brasil foi de 0,50 em 2014, enquanto essa proporção é de 1,23 no Canadá, 2,10 nos Estados Unidos e de 2,44 na Austrália. “Sob as condições ideais, há bastante espaço para o crescimento do setor nos próximos anos”, completou Batista.

Para o diretor executivo da CNT, embora a satisfação dos usuários dos maiores aeroportos do País tenha aumentando nos últimos anos conforme pesquisas feitas pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), o País ainda ocupa a 95ª posição no ranking de competitividade do setor elaborado pelo Fórum Econômico Mundial. “Ainda há um desbalanceamento significativo entre os investimentos do setor privado nos aeroportos concedidos e os recursos desembolsados pela Infraero nos demais terminais”, alertou Batista. “Por isso ainda existem terminais defasados no País, como Florianópolis, Goiânia e Aracaju”, acrescentou.

Para a CNT, seriam necessários R$ 24,9 bilhões em investimentos em infraestrutura para equilibrar o setor. Mas a entidade critica, por exemplo, o fato de 60,4% dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) serem direcionados a cinco aeroportos concedidos à iniciativa privada – Viracopos (SP), Guarulhos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ) e Confins (MG).

As entidades também acreditam que os subsídios à aviação regional serão insuficientes para a criação de novas rotas, já que mais da metade dos recursos disponíveis serão destinados a rotas já operadas. Para a CNT, a liberação legal para a participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas do País pode melhorar a capacidade de planejamento e organização do setor.

Para o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, o setor precisa de aeroportos confortáveis e eficientes para o atendimento dos passageiros, mas também de tarifas e custos para as empresas compatíveis com o mercado internacional. “Quando a gente constrói um mercado doméstico que já é o terceiro maior do mundo é justo e é correto que a sociedade nos demande padrões internacionais”, avaliou.

O executivo defende mais espaços de flexibilização nos custos do setor. “Nos últimos anos todas as reduções de custos e ganhos de eficiência ocorreram no lado das empresas. Não é mais possível a aviação continuar convivendo com essas distorções com relação ao mercado internacional de combustíveis”, completou.

Sanovicz lembrou ainda que o preço da querosene de aviação é atrelado ao dólar, portanto, só a escalada da moeda aumentou os custos das empresas em cerca de 20% este ano. “Além disso, em um ano de crise, o número de passageiros corporativos tende a cair. Fazemos promoções para colocar pessoas a bordo, mas isso não recupera a nossas receitas”, concluiu.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Alberto Neto e Fausto Jr. alegam segurança econômica ao apoiar prazo de 10 anos para escala 6×1

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Assuntos Amazonas Atual, economia, estudo, transporte aéreo
Valmir Lima 11 de novembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Alberto Neto e Fausto Jr. alegam segurança econômica ao apoiar prazo de 10 anos para escala 6×1

21 de maio de 2026
Seca de 2023 no município de Benjamin Constant, no Alto Solimões - (Foto: Divulgação/Defesa civil)
Dia a Dia

Eventos climáticos extremos no Amazonas geram mais prejuízos

13 de maio de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Amazônia: potencial desperdiçado também no setor aéreo

11 de maio de 2026
Prédio onde funcionou a Receita Federal, com fachada em vidro, será adaptado para moradias (Foto: Matheus Santos/Suhab)
Economia

ICMS sobe e mantém arrecadação do Amazonas em alta após corte no IPVA

10 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?