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Política

Cunha nega ser “vilão das contas públicas” e aponta governo frágil

9 de agosto de 2015 Política
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Cunha comparou a votação da semana passada à aprovação pela Câmara, em 2009, de emenda constitucional que aumentava o salário de policiais militares e bombeiros (Foto: Alex Ferreira/Agência Câmara)

BRASÍLIA – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rompido com o governo desde o dia 17 de julho, usou mais uma vez as redes sociais para negar que esteja trabalhando para fragilizar a presidente Dilma Rousseff com a votação de uma “pauta-bomba” e a abertura de CPIs incômodas ao Palácio do Planalto. “A tentativa de alguns de me colocar como vilão das contas públicas por retaliação ao governo não tem amparo na realidade dos fatos”, reclamou em sua conta no Twitter na tarde deste domingo, 9. “Sei bem os riscos que sinais equivocados podem causar na avaliação do grau de investimento do País e não compactuo com isso”, afirmou. “É preciso parar de especular e tratar as coisas com mais seriedade”, afirmou Cunha.

“Tentar esconder a real situação de fragilidade do governo sem base na Câmara me culpando pelas suas derrotas é querer não enfrentar o problema”, defendeu-se. “A verdade nua e crua é que não existe base do governo”. Cunha tem transferido para o Colégio de Líderes a responsabilidade pelas votações, como a que aprovou a emenda à Constituição que reajusta salários de advogados e defensores públicos e delegados, na semana passada. “Presidente da Câmara não é o dono da Câmara e nem do voto dos deputados”, escreveu.

Cunha comparou a votação da semana passada à aprovação pela Câmara, em 2009, de emenda constitucional que aumentava o salário de policiais militares e bombeiros. Na época, o presidente da Câmara era o atual vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). “Em 2009, Michel Temer, como presidente da Câmara, não conseguiu impedir a votação da PEC 300, de autoria do senador Renan Calheiros. Nem conseguiu impedir a violação do fim do fator previdenciário, que foi vetado por Lula. Isso não quer dizer que Michel estava contra as contas públicas. Foi a vontade da Casa naquele momento, que ele teve que aceitar”, disse Cunha.

O peemedebista também negou ter instalado novas CPIs para trazer novos problemas ao governo. A que mais preocupa o Planalto é da CPI do BNDES. “Se a vez eram dessas CPIs, o que me restava fazer a não ser cumprir a minha obrigação. Não fui eu que protocolei as CPIs. E mais: as CPIs são regimentais, funcionam cinco simultâneas e na ordem de protocolo”, disse.

Cunha lembrou que projetos problemáticos para o governo, por implicarem em aumento de gastos, têm sido aprovados com votos de parlamentares do PT e outros partidos governistas. “É preciso parar com essa fantasia de que sou responsável pelo resultado das votações,como se eu fosse capaz de convencer a todos. Sem reagrupar a sua base e constituir uma maioria sólida, o governo continuará com problemas e sofrendo derrotas. Agora, não cabe a mim constituir a maioria que o governo não tem para vencer votações no plenário da Câmara”.

Cunha negou que o fato de ter rompido com o governo esteja ligado à “pauta-bomba” da Câmara. “E convencer por um motivo de retaliação. Será que todos se submeteriam a isso? E os votos de deputados que me fazem oposição aberta, tais como os do PT?”, questionou.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos Amazonas Atual, Congresso, CPI, crise política, Eduardo Cunha, pauta bomba
Valmir Lima 9 de agosto de 2015
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