O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Cultura sente o baque da crise e se prepara para 2016

16 de outubro de 2015 Variedades
Compartilhar
ney
A Natura construiu nos últimos dez anos um projeto sólido na área musical com atrações regionais como Emicida, Gal Costa, Ney Matogrosso, Elza Soares, Arnaldo Antunes, BNegão e Tom Zé fazendo discos caros e de produção espaçosa (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO – A crise chegou à cultura. Com o maior nível de desemprego desde 2010 e o dólar cotado acima dos R$ 3,80, grandes empresas, donos de casas de show e produtores refazem estratégias para o final de 2015 e contam as moedas para 2016. Cada área tem sentido o golpe a seu modo e investido em novas formas de arrecadação para fazer o show continuar.

A música anda em rotação menor. O Sesc, que tem como fonte de renda direta o nível de emprego do País, recebendo 1,5% sobre a folha de pagamento das empresas, decidiu cortar contratações em moeda estrangeira. “Estamos quase que eliminando shows com grupos internacionais. O fato de o câmbio ter estourado inviabilizou isso”, diz Danilo Santos Miranda, diretor regional da instituição.

Outro realinhamento será feito com relação aos shows de grande porte, como os de Caetano Veloso, Lenine, Gal Costa e Gilberto Gil. Danilo Miranda diz que esses artistas são sempre trazidos depois de muita negociação e que seus cachês nunca são os mesmos pagos por grandes casas, mas que sua frequência deve diminuir. “Vou ter que medir mais, ver se compensa. Vamos ter que trabalhar com muito mais cuidado.”

Há três anos, a Petrobrás destinava a maior verba de sua história para o projeto de investimento na área cultural: R$ 67 milhões para 11 segmentos diferentes. Artistas que eram aprovados por uma comissão formada por especialistas recebiam em torno de R$ 600 mil para gravar um disco e fazer shows para lançá-lo pelo Brasil. Estúdio, viagens, assessoria de imprensa, tudo era garantido por um projeto que se orgulhava da transparência de seus processos e da qualidade dos álbuns que dava vida.

Os investimentos na área musical não foram retomados desde 2012 por conjunções astrais internas e externas. Além de se tornar celeiro de um dos maiores escândalos em desvios milionários, deflagrando o atual abalo político-econômico no País, a estatal levou outro golpe com a guerra pelo preço do petróleo travada entre Estados Unidos e Arábia Saudita. Em reação ao aumento da produção dos EUA em território americano, os sauditas colocaram seus estoques a menos de US$ 50 o barril para minar a concorrência. O problema é que, junto com Obama, deslizam para o poço as exportações da Venezuela e do Brasil, puxando o faturamento para baixo.

Uma fonte afirma que este é o momento em que as estratégias para 2016 estão sendo traçadas. Será um ano de aperto e reajustes sem nenhuma garantia de que o projeto específico para a música seja retomado. E, antes de defini-lo, haverá pesquisas de opinião para entender melhor como seu público percebe as ações. A boa nova é que a empresa já sabe que fazer cultura não é fazer bondade – ou só fazer bondade. As únicas notícias positivas atreladas ao nome Petrobrás nos últimos anos foram lidas nos cadernos de cultura. Ao contrário da visão dos anos 90, a arte e o entretenimento passaram a ser o principal veículo de comunicação das empresas e o cofre em que seus recursos ficam guardados recebeu a etiqueta de “verba de marketing”.

A empresa de cosméticos Natura construiu nos últimos dez anos um projeto sólido na área musical. Atrações regionais e outras maiores, como Emicida, Gal Costa, Ney Matogrosso, Elza Soares, Arnaldo Antunes, BNegão e Tom Zé fizeram discos caros e de produção espaçosa, pagos com uma verba dividida em dinheiro de incentivos fiscais (aquele que se não fosse para a cultura iria para os cofres do Imposto de Renda) e em verba de marketing. Depois de gravar como quer, às vezes até fora do País, os abençoados saem em turnê com tudo bancado pela empresa, que não interfere no conteúdo artístico por não depender de venda.

A crise não mudou o conceito do projeto, diz Fernanda Paiva, gerente de marketing institucional da Natura. O conceito não mudou, mas o dinheiro agora é uma incógnita. É certo que os projetos de 2016 contarão com a verba incentivada de R$ 6,4 milhões, mas a empresa ainda não definiu quanto vai colocar do próprio bolso. Em 2014, foram R$ 15,1 milhões, sendo destes R$ 8,4 milhões de dinheiro próprio.

Critérios de seleção também devem ser redefinidos para uma escolha mais precisa. “A ideia é reinventar algumas fórmulas para gerar mais frutos e sermos mais eficientes.” Depois de horas em reunião, as vozes do marketing convenceram as planilhas da direção de que o retorno à marca é visível e saiu com uma vitória: pela primeira vez, a empresa vai realizar um festival com seus artistas na Praia de Copacabana, em novembro, de graça, com recursos próprios.

Há outra boa notícia: em época de crise, quem deve ganhar é o artista de médio porte, que não tem a mídia a seu dispor mas que já está no ponto para a virada. “A limitação de verba vai nos fazer olhar para esses artistas com mais frequência”, diz Edgar Radesca, sócio do Bourbon Street e produtor de festivais de jazz. Eduardo Saron, diretor do Instituto Itaú Cultural, vai na mesma toada: “É a hora de olharmos mais para a essência”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Parintins: encanto da toada e romantismo sertanejo na Festa dos Visitantes

Morre a atriz Margarett Kelly, que serviu de modelo para Sininho

Jennifer Lopez diz que ‘Ainda Estou Aqui’ a ajudou a superar divórcio

Cinco filmes para casais de namorados assistirem juntinhos

Dwayne Johnson revela que teve susto com ‘caroço’, mas ficou aliviado

Assuntos musica, Petrobras, Sesc
Valmir Lima 16 de outubro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Petrobras adere à subvenção econômica ao diesel de uso rodoviário

2 de junho de 2026
Abastecimento de avião: queresone é quase um terço dos custos das companhias aéreas (Foto: iStock/Divulgação)
Economia

Petrobras reduz em R$ 0,93 o preço do litro de querosene de aviação

1 de junho de 2026
Petrobras reduz preço do diesel nas refinarias (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Economia

Petrobras anuncia desconto no litro do diesel vendido nas refinarias

1 de junho de 2026
Refinaria Lubnor: Prefeitura de Fortaleza quer indenização (Foto: Juarez Cavalcanti/Agência Petrobras)
Economia

Petrobras anuncia reajuste de R$ 0,48 no preço do litro da gasolina

28 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?