O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Cortes chegam até às empresas de cobrança

2 de julho de 2015 Economia
Compartilhar

 

Os trabalhadores com menos de seis meses no emprego não terão direito ao seguro, de acordo com medida provisória editada em dezembro (Foto: by Camila Domingues/Palácio Piratini)
Entre contratações e demissões, em abril foram cortadas 1.017 vagas no setor de cobrança (Foto: by Camila Domingues/Palácio Piratini)

BRASÍLIA – O desemprego chegou também às empresas especializadas em renegociar dívidas com inadimplentes. Na crise de 2009, quando o calote do consumidor cresceu, mas o emprego se manteve firme, as empresas de cobrança nadaram de braçada e ganharam dinheiro renegociando as dívidas. Desta vez, no entanto, elas não estão conseguindo fechar os acordos de renegociação e, pressionadas por aumentos de custos, se viram forçadas a demitir os cobradores.

Entre contratações e demissões, em abril foram cortadas 1.017 vagas no setor de cobrança, segundo cálculos feitos pelo Instituto Gestão de Excelência Operacional em Cobrança (Geoc) com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. “A demissão de cerca de mil funcionários em um único mês é o maior corte que eu já presenciei em 25 anos de mercado”, afirma Jefferson Frauches Viana, presidente do Instituto Geoc, que reúne as 14 principais empresas de cobrança do País. O setor emprega cerca de 99 mil trabalhadores, número que vem se reduzindo a cada mês.

Celso Senise, presidente da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito, que reúne 200 companhias do setor, diz que os cortes atingiram, em média, entre 20% e 30% dos quadros. Mas houve empresas que demitiram até a metade dos funcionários.

Com a retração na economia, a inadimplência cresceu e o serviço das empresas de cobrança também. A diferença da crise atual em relação à de 2009 é que ficou mais difícil fechar acordos de renegociação de dívidas em atraso. “Conseguir acertar o tamanho do bolso para o inadimplente pagar a parcela hoje está mais difícil”, diz Viana. Ele conta que, mesmo em renegociações fechadas, existe uma reincidência da inadimplência. O motivo é o aumento do desemprego.

“Na crise de 2009, fazíamos acordos de parcelamento das dívidas pendentes mais assertivos, pois as pessoas continuavam empregadas”, diz Senise.

Custos

Senise conta que o movimento do setor de cobrança neste ano cresceu entre 30% e 40% por causa do aumento do calote, mas o índice de sucesso das negociações caiu entre 30% e 40%.

Pior do que isso é que o avanço do insucesso foi acompanhado de aumento de custos de cobrança. “Hoje, tenho de ter 30% a mais de esforço para recuperar o crédito. Isso significa mais ligações telefônicas, mais ferramentas de recuperação de crédito, mais envio de SMS, mais emissão de boletos, mais custos”, conta Viana. Senise concorda com Viana e diz os custos de cobrança subiram. “Vou ter de ligar mais vezes para o inadimplente para fazer a cobrança, e não estou obtendo sucesso.”

Como a remuneração das empresas de cobrança é um porcentual das renegociações efetuadas, quando o índice de sucesso diminui, essas companhias ganham menos pelo serviço. E, com aumento de custos, a saída é demitir. Senise acredita que a tendência de corte de pessoal no setor deve piorar. “Só não vai ser uma catástrofe porque normalmente a atividade aumenta no segundo semestre.”

Atualmente, há no País cerca de 3 mil empresas de cobrança. O setor ganhou importância impulsionado pelo avanço do crédito, que praticamente dobrou a participação no PIB em dez anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Empresários e governo divergem sobre fim da escala 6×1 em audiência no Senado

Receita reduz alcance de incentivo fiscal e Fieam considera afronta e ameaça à ZFM

Em 4 meses, 87,2% das vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

Assuntos Amazonas Atual, contratos, desemprego
Valmir Lima 2 de julho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Taxa de desemprego até maio foi a menor desde 2012, registra o IBGE

26 de junho de 2026
Defensoria alega que a população negra tem maior dificuldade de fazer o isolamento social, já que grande parte trabalha na informalidade (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)
Dia a Dia

Desemprego atinge 24,7% das mulheres negras jovens no Brasil

5 de junho de 2026
Oferta de emprego em São Paulo: dificuldade em preencher vagas (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
Economia

IBGE registra alta de só 0,4 ponto percentual na taxa de desemprego

28 de maio de 2026
LGBT
Dia a Dia

Brasil perde R$ 94,4 bilhões por ano com barreiras a LGBT+

17 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?