O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Corregedoria apura se policiais se recusaram a prender empresários

28 de outubro de 2022 Política
Compartilhar
Picanha com cara de Bolsonaro foi oferecida por frigorífico (Foto: Churrasco do Tchê/Facebook)
Picanha com cara de Bolsonaro foi oferecida por frigorífico a R$ 22 (Foto: Churrasco do Tchê/Facebook)
Selo Eleições 2022
Por Cleomar Almeida, da Folhapress

GOIÂNIA – A Corregedoria-Geral da Polícia Federal investiga se policiais se recusaram a realizar diligências que resultariam na prisão de empresários bolsonaristas envolvidos na promoção da “picanha mito” a R$ 22 e no anúncio em jornal de caminhonete a R$ 222.222,22 – em referência ao número de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas.

Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral de Goiás, eles são suspeitos de praticar crimes eleitorais, como propaganda irregular, boca de urna e aliciamento de eleitores.

A Superintendência da Polícia Federal informou à reportagem que recebeu o pedido do Ministério Público Estadual para apuração dos faltos e realizou diligências que instruirão os inquéritos policiais, mas não se posicionou sobre as acusações contra os policiais.

“Uma vez que a investigação esteja em curso, pela política da Coordenação Geral de Comunicação Social da PF, neste momento, ficamos impossibilitados de fornecer pormenores e/ou detalhes sobre os referidos expedientes”, informou a superintendência, em nota.

De acordo com o documento da Promotoria encaminhado à PF na última terça-feira (25), o primeiro caso ocorreu em 2 de outubro, data do primeiro turno das eleições.

O órgão identificou suspeitas de crimes eleitorais supostamente praticados pelo Frigorífico Goiás, que naquele dia comercializava carne nobre, chamada de “picanha mito”, a R$ 22.

A promoção foi realizada nas cidades de Goiânia e Aparecida de Goiânia, na região metropolitana. No mesmo dia, segundo a Promotoria, os procuradores pediram que a PF agisse por causa da suspeita de crime eleitoral, como boca de urna, que é considerada ilegal.

Na primeira vez, de acordo com o MPE, a equipe da PF informou que não havia sido identificado qualquer tipo de irregularidade na ação. No entanto, os procuradores constataram que a promoção continuava sendo feita de forma irregular e, pela segunda vez, chamou a PF para que realizasse a prisão em flagrante dos empresários responsáveis pelo frigorífico.

Logo depois, uma equipe da PF teria ido até a Procuradora Regional Eleitoral de Goiás para tentar fazer os procuradores desistirem das prisões em flagrante.

Segundo o documento, o grupo era formado por “número de quatro ou cinco” policiais. Os nomes deles não foram divulgados. Por isso, a reportagem não conseguiu identificar seus advogados.

Um dos policiais federais teria tentado dissuadir os outros policiais federais e os membros do Ministério Público da ação contra os empresários.

“De forma emocional, ultrajante e insistente, levantou diversos argumentos estranhos à lei penal (tais como: diligência geraria desemprego, ‘porque a empresa iria fechar’; o frigorífico estava no livre exercício da atividade comercial; estava havendo politização dos procuradores do MPE etc.) para não realizar a diligência, inclusive a prisão dos envolvidos em flagrante delito”, diz o documento.

Em seguida, os procuradores teriam insistido na necessidade de a equipe da PF ir até a empresa, mas já eram 15h, e a ação promocional havia acabado, o que, segundo o Ministério Público, impediu a efetivação do flagrante.

No último sábado (22), a procuradoria solicitou à PF de Goiás a instauração de inquérito para apurar crimes eleitorais em uma ação publicitária das concessionárias de veículos Navesa e Ciaasa, que naquele dia anunciaram veículos da marca Ranger pelo valor de R$ 222.222,22. Mesmo assim, de acordo com a Promotoria, a PF informou que não verificou a veiculação da promoção.

Logo depois, os procuradores mandaram uma equipe própria realizar uma diligência na concessionária para confirmar se a versão dos policiais era verdadeira.

“Novamente, fomos surpreendidos por fotografias da sede da aludida empresa em Goiânia, onde diversas caminhonetas Ranger apresentavam ostensivamente o valor de oferta de compra da ordem de ‘R$ 222.222,22’. E, de novo, não se teve notícia da realização da prisão em flagrante dos responsáveis”, registrou um trecho do ofício enviado à corregedoria.

De acordo com o Ministério Público, o caso do Frigorífico Goiás é mais grave por ter ocorrido no dia da eleição, o que pode configurar propaganda boca de urna, entre outras ilegalidades.

Segundo o órgão, as concessionárias poderiam ser denunciadas pelo crime que proíbe a utilização de estabelecimento comercial para propaganda e aliciamento de eleitores.

A reportagem ligou para o Frigorífico Goiás e para as concessionárias de veículos, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

Notícias relacionadas

Lula atribui parte dos problemas do país a escolhas mal feitas nas eleições

‘Lula veio a Manaus para trabalhar e não andar de moto e jet-ski’, diz Omar

CNJ aprova contracheque único para magistrados e proíbe folha com penduricalhos

Fachin defende contracheque único no Judiciário para combater penduricalhos

Câmara de Manaus aprova reajuste de 4,14% para servidores municipais

Assuntos bolsonaristas, Eleições 2022, Picanha, Polícia Federal
Cleber Oliveira 28 de outubro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Polícia Federal destrói dragas e apreende drogas e ouro ilegal no Amazonas

26 de maio de 2026
Cláudio Castro vai depor na CPI como testemunha (Foto: Pedro França/ Agência Senado)
Política

Cláudio Castro é alvo da PF em operação sobre aportes do Rioprevidência no Master

26 de maio de 2026
Operação da Polícia Federal (Foto: Polícia Federal/divulgação)
Dia a Dia

Polícia Federal deflagra operação contra grupo do setor de combustíveis

15 de maio de 2026
Daniel Vorcaro foi transferido nesta segunda-feira (18) (Foto: PC-DF/Divulgação)
Dia a Dia

PF revela que Vorcaro tinha ‘A Turma’ e ‘Os Meninos’ para ações violentas

14 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?