O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

Correção não abala crença em fake news, aponta estudo

22 de outubro de 2018 Geral
Compartilhar

Por Carolina Linhares/ Da Folhapress

BELO HORIZONTE, MG – Checagens e correções não abalam a crença das pessoas em notícias falsas no período eleitoral. Essa é a conclusão de um estudo sobre o potencial de influência das fake news nas eleições.

A primeira parte da pesquisa, feita em maio, com notícias falsas sobre o PT mostrou que, entre aqueles que acreditam nas informações inverídicas, a correção, mesmo vinda de veículo profissional de imprensa, teve pouco impacto.

O mesmo experimento, repetido em outubro, mostrou que desmentir foi inócuo. A pesquisa é uma parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade Federal de Pernambuco, e as universidades Emory e da Carolina do Norte (EUA).

“Durante a eleição, qualquer informação dificilmente é desconstruída”, diz Felipe Nunes, um dos pesquisadores da UFMG. “Por isso as campanhas estão interessadas em gastar milhões distribuindo fake news.”

O estudo mostrou a eleitores mineiros quatro fake news positivas e quatro negativas sobre o PT. Entre as positivas, estava uma fala do papa Francisco afirmando que o maior crime de Lula (PT) foi ter lutado contra a fome. Nas negativas, a informação de que a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) queria autorizar wi-fi em presídios.

Em maio, um terço dos entrevistados foi submetido apenas a fake news; um terço teve acesso à correção feita pelo partido ou alvo; e outro terço, à checagem do portal UOL –veículo do Grupo Folha, que edita a Folha de S.Paulo.
No primeiro grupo, 44,9% das pessoas acreditaram nas notícias falsas positivas e 35,2%, nas negativas.

Quase não houve diferença para o segundo grupo, que teve as notícias desmentidas: 44,7% e 35,7% acreditaram, respectivamente.

Quando a checagem é profissional, há impacto entre as notícias falsas positivas. A parcela que acredita cai para 37,1%. Porém, entre as negativas, o índice muda pouco: 33,1%

“Quando está falando mal, a pessoa acredita mesmo que se desminta. Mas quando tem uma notícia boa e o UOL corrige, a pessoa confia porque já pensa que política não pode ter notícia boa.”

Em outubro, o experimento foi só com dois grupos: o que não teve as notícias desmentidas e o que teve a correção. A crença na informação falsa se mantém intacta.

Acreditaram nas notícias falsas positivas 35,4% no primeiro grupo e 36,3% no segundo. Para as negativas, o resultado foi 32,3% e 34,2%.

Para Nunes, o resultado no período eleitoral foi surpreendente. “As pessoas têm tanta certeza e convicção que dizer a elas que é mentira não faz a menor diferença.”

O resultado traz um alerta do potencial das notícias falsas e de que o esforço de combatê-las com a verdade é inútil entre convertidos. Segundo o pesquisador, a solução está nas mãos das campanhas.

“Vamos ter que caminhar para um pacto para não usarem o mecanismo. Ou as campanhas começam a combater esse mal ou dificilmente teremos eleições não determinadas por notícias falsas.”

Para avaliar se a correção das fake news ao menos abalava o nível de crença nelas, ainda que não mudasse a opinião do entrevistado, a pesquisa mediu o grau de ceticismo das pessoas. Assim, a força da crença foi graduada de -3 (muita certeza de que é a notícia falsa) e +3 (muita certeza de que é verdadeira).

“Na média, houve uma tendência a achar que as notícias eram falsas”, afirma Nunes.

Nos grupos que tiveram a correção via partido ou via UOL, o índice de ceticismo foi mais expressivo –os entrevistados acreditaram nas fake news com menos força. A crença só não foi afetada entre as notícias positivas desmentidas pelo próprio alvo.

Em outubro, no entanto, a força da crença quase não se alterou com a checagem.

“Apesar de as correções não alterarem de forma expressiva a crença, elas deixam as pessoas mais céticas com relação à veracidade”, conclui Nunes.

O que mostrou o experimento

MAIO

44,9% acreditaram em notícias falsas positivas sobre o PT em maio

35,2% acreditaram em notícias falsas negativas

Quando expostos a uma checagem profissional que desmente as notícias:
37,1% acreditaram nas positivas e 33,1% acreditaram nas negativas

OUTUBRO

5,4% acreditaram em notícias falsas positivas em outubro

32,3% acreditaram em notícias falsas negativas

Quando  expostos a uma checagem profissional que desmente as notícias:
36,3% acreditaram nas positivas e 34,2% acreditaram nas negativas

 

Fonte: Consultoria Quaest, UFMG, UFPE, University of North Carolina e Emory University. Foram entrevistadas 4.505 pessoas (maio) e 2.221 (outubro) em Minas Gerais

Notícias relacionadas

Estudo da Ufam identifica ocupação e atividades econômicas históricas em municípios do Médio Amazonas

Como combinar PDFs sem perder qualidade

Pesquisa Real Time mostra Lula com 3 pontos à frente de Flávio no 2º turno

Os detalhes do visual que mais influenciam a primeira impressão

Amom aciona MPAM para apurar se governo tem plano para enfrentar El Niño

Assuntos checagem, descrença, fake News, pesquisa
Redação 22 de outubro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Atlas ODS Amazônia
Dia a Dia

Estudo da Ufam identifica ocupação e atividades econômicas históricas em municípios do Médio Amazonas

24 de julho de 2026
Lula x Flávio Bolsonaro
Política

Pesquisa Real Time mostra Lula com 3 pontos à frente de Flávio no 2º turno

21 de julho de 2026
Lula no Amazonas
Política

Action: Lula lidera no Amazonas com 46% contra 37% de Bolsonaro

15 de julho de 2026
Política

Braga tem 28%, seguido por Alberto Neto, Wilson Lima e Plínio Valério, diz Action

15 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?