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Expressão

Congelar salários e afrouxar os preços é decretar a morte aos mais pobres

20 de agosto de 2020 Expressão
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Supermercados voltam a remarcar os preços para cima aos olhos do consumidor em tempos de pandemia (Foto: Divulgação)

MANAUS – Desde 2019, os governos de Estados e o governo federal passaram a usar o discurso de que há necessidade de se congelar os salários dos servidores; e a pandemia do novo coronavírus impôs uma onda de desemprego e a redução de salários. No entanto, na contramão desse processo, o Brasil assiste alarmado o aumento de preços de todos os produtos, das prateleiras dos supermercados aos materiais de construção.

Esse aumento incontrolado de preços atinge em cheio o bolso do consumidor, que já vem combalido desde o ano passado, com a perda do poder de compra. Enquanto a inflação estava controlada e a oscilação de preços se limitava aos combustíveis, o sofrimento era menor.

Agora, com o preço do leite, da farinha, do feijão, do arroz, dos produtos de limpeza e outros produtos do dia a dia disparando, o trabalhador brasileiro começa a se desesperar.

O pior dessa história é que quando há uma baixa de preços, aparece uma romaria de políticos reivindicando a paternidade da criança; quando ocorre o contrário, há um silêncio geral. Os governos fazem de conta que não estão vendo.

A indústria de alimentos, a que mais faturou na pandemia, é a mais voraz, a que mais tem aumento os preços de seus produtos nessa reabertura ainda limitada.

Os servidores públicos e os trabalhadores em geral merecem maior atenção por parte dos governos. Se eles têm o poder de congelar os salários, também deveriam ter o poder de congelar os preços pelo menos dos produtos de primeira necessidade.

A Constituição Federal, em seu artigo 170, proíbe o controle estatal de preços, ao assegurar a livre concorrência; mas essa regra não vale para momentos de turbulência econômica, como ocorre agora na pandemia.

Congelar os salários e afrouxar para a indústria e o comércio, sem motivo aparente, o aumento de preços é decretar a morte dos mais pobres.

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Maior alta de preços dos produtos da cesta básica ocorreu em Manaus

Assuntos aumento de preços, congelamento, congelamento de salários, pandemia de coronavírus, redução de salário
Valmir Lima 20 de agosto de 2020
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