O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Com 2.293 casos, varíola dos macacos atinge ‘alerta máximo’ no Brasil

9 de agosto de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Nível de emergência foi emitido pelo Ministério da Saúde (Marcello Casal Júnior/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – O COE Monkeypox (Centro de Operações de Emergência), criado pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço da varíola dos macacos no Brasil, determinou nível máximo de alerta para a doença. A classificação está no Plano de Contingência Nacional para Monkeypox divulgado no sábado (6).

Os níveis de emergência variam de I a III. O nível máximo admite uma ameaça de relevância nacional, que pode culminar em declaração de Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional).

Segundo o Ministério da Saúde, o alerta é estabelecido quando há “excepcional gravidade”.

Para a avaliação de riscos, o comitê considera a transmissibilidade da varíola dos macacos, agravamento dos casos confirmados, vulnerabilidade da população, disponibilidade de medidas preventivas – como vacinas e o antiviral – e recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Até esta segunda-feira (9), o Brasil registra 2.293 casos confirmados de varíola dos macacos, segundo o Ministério da Saúde. São Paulo é o estado com mais registros da doença (1.636), seguido por Rio de Janeiro (253), Minas Gerais (101), Distrito Federal (92), Paraná (52) e Goiás (51). As demais áreas têm menos de 20 casos identificados.

Na semana passada, o boletim apontava 1.962 casos suspeitos, 38 prováveis e um óbito.

“O nível a ser considerado para o presente Plano é o Nível III, uma vez que já existem casos confirmados da doença no Brasil, com transmissão comunitária, e ainda não há no território nacional disponibilidade de medidas de imunização e de tratamento”, diz trecho do plano de contingência.

O documento do COE diz que o governo brasileiro enfrenta dificuldades para a compra de insumos para tratamento da varíola dos macacos.

“O SUS vem envidando esforços para aquisição desses insumos para a população brasileira, mas cabe destacar que, no momento, não há disponibilidade no mercado internacional de vacinas ou medicamentos para tratamento para aquisição pelo Brasil”.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil receberá o antiviral tecovirimat para tratar casos graves da varíola dos macacos. Ele não estipulou data para a chegada do medicamento, feito por intermédio da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).

A pasta também diz que encomendou 50 mil doses da vacina contra a doença. A expectativa é de que a primeira remessa seja entregue em setembro. Países que já começaram a aplicar o imunizante, como os Estados Unidos, iniciaram as negociações de compra há nove meses.

O COE Monkeypox orienta que seja desenhada uma Estratégia Nacional de Vacinação contra o vírus considerando o cenário epidemiológico e a disponibilidade de vacinas.

Rastreamento de casos

O protocolo elaborado pelo COE também recomenda o rastreamento de pessoas com quem um caso confirmado teve contato até 21 dias antes do início dos sintomas. A medida permite o controle de um surto.

O COE ressalta que o rastreamento deve ser feito com sensibilidade e discrição. “Esses são identificados e informados de sua exposição e convidados a comparecer para aconselhamento e, quando necessário, para testes e/ou tratamento. A identidade do caso índice não é revelada ao contato, sendo importante respeitar o princípio fundamental da confidencialidade”.

“Caso os contatos não possam ser identificados, a utilização de material publicitário ou mensagens não individualizadas podem ser enviadas aos participantes de eventos ou locais informando sobre a possível exposição”, recomenta trecho do documento do COE.

Para o rastreamento, o Ministério da Saúde vai adotar um software da OMS (Organização Mundial de Saúde), chamado “Go.data”.

Quais os sintomas da varíola dos macacos?

A doença começa com febre, fadiga, dor de cabeça, dores musculares, ou seja, sintomas inespecíficos e semelhantes a um resfriado ou gripe.

Em geral, de a 1 a 5 dias após o início da febre, aparecem lesões na pele, que são chamadas de exantema ou rash cutâneo (manchas vermelhas). Essas lesões aparecem inicialmente na face, espalhando para outras partes do corpo. Elas vêm acompanhadas de coceira e aumento dos gânglios.

Vale ressaltar que uma pessoa é contagiosa até que todas as cascas caiam – as casquinhas contêm material viral infeccioso- e que a pele esteja completamente cicatrizada.

Como é a transmissão?

A varíola dos macacos não se espalha facilmente entre as pessoas – a proximidade é fator necessário para o contágio. Sendo assim, a doença ocorre quando o indivíduo tem contato muito próximo e direto com um animal infectado (acredita-se que os roedores sejam o principal reservatório animal para os humanos) ou com outros indivíduos infectados por meio das secreções das lesões de pele e mucosas ou gotículas do sistema respiratório.

A transmissão pode ocorrer também pelo contato com objetos contaminados com fluidos das lesões do paciente infectado – isso inclui contato a pele ou material que teve contato com a pele, por exemplo as toalhas ou lençóis usados por alguém doente.

Notícias relacionadas

Senado aprova por unanimidade a PEC da Segurança Pública

Governador assina concessão para exploração de petróleo e gás em Tefé

Mega da Virada deve superar R$ 1 bilhão, estima a Caixa Econômica

‘Mulheres sentem o peso do vício’, diz Janja ao defender o fim das bets

Quatro mulheres são autuadas por explorar crianças em semáforos

Assuntos alerta máximo, destaque, varíola dos macacos
Redação 9 de agosto de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eduardo Braga
Política

Senado aprova por unanimidade a PEC da Segurança Pública

3 de novembro de 2026
O policiais alegam que cada um deles repassaram ao cabo R$ 280, mas após a transferência ele teria sumido e não atendia o celular (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Mega da Virada deve superar R$ 1 bilhão, estima a Caixa Econômica

3 de novembro de 2026
Mulheres são levadas para prestar depoimento em delegacia por exploração de crianças em semáforo (Foto: Marcus Phillipe/TJAM)
Dia a Dia

Quatro mulheres são autuadas por explorar crianças em semáforos

3 de novembro de 2026
Equipe do SGB está em Tefé para mapear áreas de risco (Foto: Tariana Fernandes/SGB)
Dia a Dia

Pesquisadores vão mapear áreas de risco em Tefé para prevenir desastres

3 de novembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?