O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

CNI rebate economista que criticam plano do governo para a indústria

24 de janeiro de 2024 Economia
Compartilhar
Brasil ainda se sai mal na balança fiscal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) previsto para o ano de 2017 e na competitividade global (Foto: Agência Brasil)
Linha de fabricação de motores: Confederação da Indústria rebate economista sobre plano do governo (Foto: Agência Brasil)
Por Eduardo Laguna, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Em posicionamento que rebate críticas de economistas e as preocupações do mercado sobre o impacto do programa nas contas públicas, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) emitiu posicionamento em defesa da política que visa reverter a desindustrialização do Brasil.

“O Brasil, enfim, tem uma política industrial necessária, adequada e viável. Ser contra uma política industrial moderna é ser contra o desenvolvimento do País. Temos, juntos, o compromisso de manter o rumo e propiciar os ajustes que venham a ser necessários”, declarou o presidente da CNI, Ricardo Alban, no texto.

A entidade sustenta que é zero o impacto fiscal “adicional” da Nova Indústria Brasil, como foi batizada a nova política industrial, uma vez que seu custo já está previsto no orçamento da União de 2024. Dessa forma, a CNI argumenta que o programa não compromete o plano de estabilidade fiscal. “Não há recursos novos ou adicionais do Tesouro”.

O único gasto fiscal está, conforme a CNI, na equalização de juros – isto é, a diferença entre o custo de captação do governo, à taxa Selic (hoje em 11,75% ao ano), e as taxas de juros menores oferecidas nas linhas de financiamento do plano. A estimativa da confederação é de que o custo médio anual do governo com a equalização é de R$ 3 bilhões, “uma cifra conservadora”.

Após lembrar que as maiores economias do mundo colocaram em marcha políticas industriais como a lançada ontem em Brasília, a CNI cita o abismo entre o valor anunciado para o financiamento da chamada “neoindustrialização” até 2026 – R$ 300 bilhões, ou cerca de US$ 60 bilhões – e as cifras trilionárias destinadas à industrialização verde nas economias desenvolvidas: Estados Unidos (US$ 1,9 trilhão); União Europeia (US$ 1,6 trilhão); Reino Unido (US$ 1,7 trilhão); e Japão (US$ 1,5 trilhão). O programa brasileiro, pontua a CNI, equivale a aproximadamente 3% do que os demais países estão fazendo.

“Como podemos entender que as diversas nações estão buscando desenvolver suas políticas industriais, inclusive com ferramentas já conhecidas, e nós ficamos discutindo conceitos ideológicos? É hora de somarmos e transformamos políticas públicas em ações efetivas, e desenvolvermos o nosso país”, defendeu Alban no posicionamento da confederação industrial.

Notícias relacionadas

Cortes de auxílios podem estagnar economia de pequenas cidades

Governo Lula destina R$ 450 milhões para projetos tecnológicos

No Brasil, 43% dos gastos online são de consumidores sem cartão de crédito

FMI projeta o Brasil como oitava economia do mundo em 2027

Indústria está mais dependente de bancos tradicionais para crédito

Assuntos CNI, Confederação Nacional da Indústria
Cleber Oliveira 24 de janeiro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

cédulas de real
Economia

Indústria está mais dependente de bancos tradicionais para crédito

16 de outubro de 2026
Economia

Juro alto é maior entrave de acesso ao crédito para 76% da indústria

9 de outubro de 2026
Prefeitos contestam no STF dispositivos da lei sobre o crime organizado (Foto: Gustavo Moreno/STF)
Política

Empresários da indústria pedem bom senso aos ministros do STF para encerrar crise

9 de setembro de 2026
Indústrias da Zona Franca de Manaus (Foto: Divulgação/Suframa)
Economia

Receita revisa decisão sobre PIS/Cofins e reconhece direitos da ZFM

28 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?