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Cidades-polo, um roteiro de mudança

3 de dezembro de 2015 Follow Up
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Na reunião do último dia 30, nas instalações da Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, durante o relato de atividades das Câmaras Setoriais do Setor Produtivo, chamou a atenção a apresentação das Cidades Polos para Beneficiamento de Potencialidades, com a descrição das vocações de cada região, município ou calha de rio para empreender novas modelagens de desenvolvimento, na perspectiva de adensar, diversificar e interiorizar a economia. É importante, antes de mais nada, destacar e louvar o trabalho extraordinário das Câmaras Setoriais, sua importância e necessidade de contínuo fortalecimento e interação com o núcleo de gestão do Estado. Em harmonia e colaboração, eis as oportunidades de adensar as diversas cadeias produtivas, através do mapeamento das atividades atuais e potenciais. Temos múltiplas iniciativas já em andamento e aquelas que, decididamente, podem ser implantadas, e que foram abandonadas por falta de apoio e interação entre os atores. Retomar esse mapa significa resgatar o roteiro de uma nova e promissora viagem. A cadeia de ordenamento e produção da pesca artesanal, por exemplo, com todas as demandas de racionalidade para evitar o desperdício de toda a safra, ou da piscicultura, com suporte de inovação tecnológica, são nichos de oportunidades mapeadas – de modo competente e eloquente – que precisam de pequenos ajustes para se consolidar em novos e robustos arranjos econômicos. E o mesmo se aplica à produção leiteira, consolidada em seus vários subprodutos, e já apontam um horizonte promissor, que demandam do poder público apenas o apoio da certificação que precede o acesso seguro ao mercado. É gratificante encontrar no mercado local queijos de excelente qualidade, com o precioso selo do ministério da Agricultura, a preços adequados e com variedade crescente. O beneficiamento da castanha, do guaraná, açaí, da fruticultura em geral, da silvicultura, com a produção de madeira de manejo florestal, o turismo, em suas diversas modalidades, os produtos e serviços ambientais, o setor mineral e cerâmico, entre outras oportunidades e modalidades de novos negócios, são a lista das promessas e certezas de NOVAS MATRIZES ECONÔMICAS. Que privilégio dispor de um cardápio tão variado, que inclui ainda a indústria da juventude, com a produção de cosméticos, de nutracêuticos, fitoterápicos, com perfil orgânico, natural e atual, como o mercado exige e a expectativa das pessoas pelo combate ao envelhecimento sinaliza!

Economia, academia e negócios

E o que precisa para assegurar os instrumentos dessa travessia? Investimentos, é claro. Não apenas de recursos financeiros, mas também e, sobretudo, de recursos humanos. Na entrevista com Muni Lourenço, na semana passada, em homenagem aos 61 anos da Federação da Agricultura, foi sinalizada a necessidade da assistência técnica do IDAM, Instituto de Desenvolvimento do Amazonas, presente, esclarecemos, em todos os municípios do Estado. Esta instituição, que substituiu a antiga e saudosa Emater, a empresa de assistência ao trabalhador rural, é um dos principais instrumentos, além do fomento, dessa modalidade promissora de novos negócios.  Agrega-se a isso a presença da Universidade do Estado do Amazonas, paga integralmente pela indústria, é necessário anotar, para que fique consignado o compromisso das empresas com o tecido social. Todos, assim conectados, esperam que os cursos promovam a conexão permanente entre academia e economia. Iremos a lugar algum se o trabalho das Câmaras Setoriais se configurar numa constelação onde não esteja presente a instituição do saber, para orientar talentos e habilidades para um fazer com excelência, na produtividade, na procura por soluções de competitividade que advém da logística adequada, a energia necessária e a comunicação compatível. Presente nos diversos municípios, a UEA pode identificar, qualificar e propor as novas modalidades de geração de negócios, transformando-as em objetos de pesquisa, racionalizando soluções e encaminhamentos adequados. Temos, pois, os instrumentos, tanto das bases materiais – que os outros fundos, de interiorização do desenvolvimento, pagos pela indústria propiciam – como as bases do conhecimento, da tecnologia e da inovação, que a academia estadual pode oferecer. Obviamente que isso inclui outros atores que possam eventualmente ser mobilizados como os institutos federais de pesquisa e desenvolvimento como INPA e EMBRAPA, que estão na Amazônia, com um acervo de inventários de oportunidades e um cardápio de modalidades à disposição de novos empreendedores.

O transitório e o permanente

Na semana passada, a Assembleia Legislativa atendeu a uma demanda do governo estadual, em função da queda da arrecadação, e a necessidade de fechamento das contas neste dezembro. Os deputados votaram a utilização dos recursos para “… fazer um ajuste contábil aqui e ali para que a contabilidade se encerre como manda o figurino”, segundo o secretário de Fazenda, Afonso Lobo. “Como o FTI e o FMPES sempre viram o ano com algum saldo, o governo quer autorização do legislativo para usar estes saldos que não foram aplicados nas suas finalidades para o fechamento das contas em saúde, em atividades meios e custeio, para poder encerrar contabilidade e não infringir nenhum mandamento da Lei de Responsabilidade Fiscal e nem da Lei 4.320”. É compreensível e inquestionável a alegação do titular da Fazenda à luz das adversidades impostas ao modelo ZFM pela crise política, com reflexos na economia que o país atravessa. Esse mesmo procedimento e essa mesma autorização já foram pedidos à Assembleia Legislativa no fim do ano passado, quando o governo também usou dinheiro do FTI, Fundo de Turismo e Interiorização do Desenvolvimento e do FMPES, o Fundo das Micro e Pequenas Empresas, parte dele administrado pela Agência Estadual de Fomento. Em 2014, a indústria recolheu R$ 1,030 bilhão para esta finalidade. Agora, o pedido é para usar os saldos dos dois fundos em 2015 e 2016, em função das previsões de incertezas para o próximo ano. É de extrema importância ponderar sobre a necessidade de reorganizar e fazer cumprir o calendário de reuniões dos respectivos conselhos de gestão desses fundos, como já foi encaminhado no âmbito da Universidade do Estado do Amazonas.

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. 
Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

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Assuntos cadeias produtivas, Cieam, Coluna Follow Up, desenvolvimento, inovacão, Pesca, piscicultura
Valmir Lima 3 de dezembro de 2015
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