O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

China terá 1 a cada 3 carros vendidos no Brasil em 10 anos

1 de abril de 2026 Economia
Compartilhar
BYD fabricará carros em Camaçari, na Bahia (Foto: YouTube/Reprodução)
Fábrica de carros da BYD em Camaçari, na Bahia: montadoras chinesas crescem no Brasil (Foto: YouTube/Reprodução)
Por Eduardo Laguna, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Ex-presidente da Anfavea, a associação das montadoras instaladas no Brasil, e atualmente consultor, Rogélio Golfarb prevê que, em dez anos, um a cada três veículos vendidos no país será de alguma marca chinesa.

A participação dos chineses, que foi de 10% no ano passado, deve dobrar para 20%, em 2030, e chegar a 35% do mercado de veículos em 2035, conforme as projeções de Golfarb, que, após se aposentar da Ford, onde era vice-presidente de assuntos governamentais, fundou a consultoria Zag Work.

O prognóstico leva em conta o ingresso das marcas chinesas em segmentos de entrada, onde estão os maiores volumes, e em categorias como picapes, vans e caminhões. Para ele, as marcas chinesas seguirão competitivas mesmo quando começarem a carregar os custos de produção no Brasil. Isso porque elas têm a vantagem de trazer a custo baixo da China os principais componentes das novas tecnologias automotivas, entre baterias de carros eletrificados, semicondutores, tela de cristal líquido e componentes eletrônicos.

“As marcas chinesas estão ganhando espaço, independentemente do crescimento do mercado, pela vantagem competitiva. Elas têm uma vantagem competitiva que as outras não têm”, comentou Golfarb durante encontro com jornalistas.

Para mostrar de onde vem a vantagem de custo chinesa, ele fez uma comparação entre um sedã elétrico da Tesla, o Model 3, com um modelo similar de uma marca chinesa, ambos produzidos na China. O carro chinês custa cerca de US$ 4 mil a menos, graças sobretudo às economias geradas pela maior integração produtiva (US$ 2,4 mil) e pela escala (US$ 1,8 mil). Também contribuem, em menor medida, subsídios do governo e prazos mais longos – de até 200 dias – para pagamento de fornecedores.

“Todo mundo acha que a grande competitividade chinesa é o incentivo, não é. Integração e escala são 88%”, disse Golfarb, acrescentando que a competitividade chinesa veio para ficar. Ele enfatiza que as marcas chinesas que estão desembarcando no Brasil são montadoras de grande escala e que não vão desaparecer. “Recebemos o dream team. Vieram ao Brasil empresas de peso”.

Ao lembrar as associações feitas por montadoras veteranas com marcas asiáticas – como a Stellantis com a Leapmotor e a General Motors (GM) com a Hyundai -, Golfarb salientou que a indústria automotiva passa por uma disrupção sem precedentes. “E não vai voltar ao que era antes”, concluiu.

Notícias relacionadas

Empresários e governo divergem sobre fim da escala 6×1 em audiência no Senado

Receita reduz alcance de incentivo fiscal e Fieam considera afronta e ameaça à ZFM

Em 4 meses, 87,2% das vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

Assuntos Anfavea, automóveis, China
Cleber Oliveira 1 de abril de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Inmetro na China
Economia

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

30 de junho de 2026
Avião cai na China
Dia a Dia

Avião bate em prédio mais alto de Pequim; piloto morre e 13 ficam feridos

27 de junho de 2026
Processamento de carne bovina: Brasil bateu recorde de exportação em 2025 (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Em 5 meses, Brasil preencheu 65,4% da cota de carne bovina para China

24 de junho de 2026
Brasil exportará polpa de frutas para a China (Foto: Mapa/Divulgação)
Economia

Brasil exportará polpas de frutas para a China e café para o Panamá

18 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?