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Dia a Dia

China mira supremacia em IA e revê até uso de camisinha ao buscar metas

28 de dezembro de 2025 Dia a Dia
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China
A China é o país que mais investe em inteligência artificial e está à frente das nações do Ocidente nessa área (Foto: Reprodução)
Por Patricia Lara, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A China inicia em 2026 a execução de seu plano de desenvolvimento econômico e social de cinco anos com esforços para estancar a desaceleração exibida em dados recentes. Pequim tem a tarefa de manejar a fúria externa decorrente da sua máquina de exportações, sem abalar as conquistas comerciais no mercado global. O país mira manter seus principais pilares de sustentação do crescimento: o trincado setor imobiliário e o boom tecnológico. Ganhar independência em áreas críticas e arranhar a supremacia dos EUA estão no centro dos objetivos. O fomento à atividade engloba promessas para promover o consumo doméstico e, para isso, vale até métodos tradicionais: tributar camisinhas com propósito de ampliar a taxa de fecundidade.

“Em 2026, inicia-se um novo plano quinquenal. E o plano é ambicioso, como de costume”, afirma Luciano Sobral, economista-chefe da Neo Investimentos. “Na prática, não deve haver muitas mudanças no desenvolvimento focado em indústrias exportadoras, de crescente sofisticação e complexidade”, pontua Sobral, ex-economista do Santander. “Cada vez mais a China deve ser capaz de competir em setores que hoje ainda são dominados por países desenvolvidos e de apresentar inovações na fronteira entre academia e indústria. É uma versão da estratégia de desenvolvimento adotada pelos casos bem-sucedidos de desenvolvimento no leste da Ásia, com abrangência e escala muito maiores”.

A confiança do investidor na estratégia para alavancar inovação fica evidente nos ativos ligados a tecnologia de ponta. Nas estreias em bolsa, as ações da startup chinesa de chips MetaX saltaram quase 700% em meados de dezembro. A oferta pública inicial (IPO) levantou 4,20 bilhões de yuans, equivalente a US$ 596,4 milhões. A operação de ida à bolsa também foi exuberante para a Moore Threads, que projeta unidades de processamento gráfico para treinamento de IA, o que levou a empresa a alertar aos próprios investidores para que segurassem o entusiasmo. Qual será a nova Nvidia é uma reposta lançada ao futuro em meio ao debate sobre se a festa está virando bolha.

Na execução do plano, os gastos fiscais devem se recuperar no início do próximo ano, com aumento da emissão de títulos do governo central, diz a Capital Economics. “Isso deve ajudar a evitar o aprofundamento da recente desaceleração, mas o crescimento em 2026 como um todo provavelmente será pelo menos um pouco mais fraco do que em 2025”, observam analistas da consultoria. O investimento relacionado à IA, provavelmente, terá um forte aumento no próximo ano, mas as exportações devem contribuir menos para o crescimento, diz a Capital.

A economista-chefe para a China e diretora de Economia Asiática do Bank of America, Helen Qiao, elevou a previsão de crescimento do PIB chinês para acima do consenso, e agora espera avanço de 4,7% em 2026 e 4,5% em 2027. “Com sinais positivos surgindo das recentes negociações comerciais e com a implementação de estímulos, os riscos para nossa previsão estão inclinados para cima”, pontua.

“A expectativa geral aponta para uma desaceleração gradual, mas controlada, do crescimento do PIB, com projeções de agências financeiras e instituições internacionais variando entre 4,0% e 4,6% para 2026, abaixo da meta informal de 5% que o governo chinês provavelmente buscará para combater a deflação”, diz Igor Barenboim, economista-chefe da Reach Capital, que prevê uma expansão mais próxima de 4%.

O mercado imobiliário é ponto crítico sobre a atividade econômica. E os sinais da reunião Conferência Central de Trabalho Econômico sugerem que o apoio político adicional será modesto. Nesse tópico, o desfecho para a problemática incorporadora China Vanke deve se tornar evidência sobre até que apoio de entes governamentais então dispostos a escorar o setor imobiliário.

A SZMC, subsidiária integral da Comissão de Supervisão e Administração de Ativos Estatais do município de Shenzhen, detém uma participação de 27,18%, sendo a maior acionista da incorporadora China Vanke, segundo a Fitch. A SZMC já injetou cerca de CNY29 bilhões (US$ 4,2 bilhões) na China Vanke de janeiro a novembro de 2025, apoiando o pagamento de dívidas no mercado de capitais. Mesmo assim, a empresa seguia em dificuldades.

“Não se trata do temido ´momento Lehman’ da China. Mas o impacto psicológico da incapacidade da incorporadora imobiliária chinesa Vanke de pagar suas dívidas em dia não pode ser subestimado”, diz a Yardeni Research. “Os problemas da Vanke sugerem que as dificuldades do setor imobiliário estão longe de terminar, tornando as metas de crescimento do PIB do governo ainda mais distantes”, avaliou a consultoria. A empresa carrega US$ 50 bilhões em dívidas, diz a Yardeni.

Se o motor engasgado do setor imobiliário gera incertezas, a China tenta medidas antigas para manter o crescimento até mesmo em horizontes de longo prazo. A partir de 1 de janeiro, um imposto sobre valor agregado (IVA) passará a ser cobrado em medicamentos e produtos contraceptivos pela primeira vez em mais de três décadas. A intenção de incentivar as famílias a terem mais filhos, após décadas de limitação a um único filho, visa recalibrar o pêndulo demográfico, após o número de mortes ultrapassar o de nascimentos na China.

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Assuntos avanço tecnológico, China, IA, inteligência artificial, supremacia
Valmir Lima 28 de dezembro de 2025
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