O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Cheia e seca ‘rápidas’ causam escassez de alimentos e aumento de preços

28 de março de 2025 Dia a Dia
Compartilhar
feiras de manaus
Cheia afeta produção de alimentos populares no Amazonas que chegam mais caros nas feiras e mercados (Foto: Murilo Rodrigues/ATUAL)
Por Milton Almeida, do ATUAL

MANAUS – Banana pacovã, açaí, cupuaçu, maracujá e macaxeira são os alimentos mais suscetíveis a escassez nas feiras e supermercados de Manaus entre maio e junho, quando a cheia dos rios no Amazonas está mais intensa. Tanto a cheia quanto a seca ocorrem em menor intervalo de tempo, o que impede a recuperação das plantações. O alerta é da Faea (Federação da Agricultura e Pecuária no Amazonas).

Além da falta dos produtos, outro efeito é o aumento de preços. “A cheia dos rios amazônicos, características cíclicas que ocorrem entre os meses de dezembro e junho, podem trazer impactos significativos para a produção de alimentos regionais afetando tanto os agricultores familiares quanto os consumidores nas cidades”, diz Muni Lourenço, presidente da Faea.

Ainda segundo o levantamento da Faea, o jerimum e a mandioca, base da alimentação amazônica e matéria-prima para a farinha e o tucupi, é uma das culturas mais afetadas pela cheia dos rios. E a escassez também afeta o preço da farinha.

“Cará e inhame também são sensíveis ao excesso de umidade, o que pode provocar perda de lavouras. Hortaliças como a alface, couve e cheiro-verde, que são cultivadas em pequenas hortas, costumam ser destruídas pela subida das águas”, diz Muni.

Segundo Paulo Menezes, engenheiro agrônomo e professor do Ifam (Instituto Federal do Amazonas), no período de cheias existem muitas plantas que não suportam o encharcamento e a inundação do solo.

“Quando uma roça é inundada, falta oxigênio nas raízes das plantas e os frutos verdes começam a cair. Então, não chega a ter o amadurecimento fisiológico da fruta, causando uma grande perda. A várzea é uma grande produtora de hortaliças e frutas, mas essas grandes enchentes e grandes secas estão comprometendo a produção e a produtividade dessas culturas”, afirma.

Ainda conforme Menezes, a recuperação dos alimentos afetados exige mais tempo e o ciclo entre uma enchente e outra é menor, o que não dá tempo suficiente para a recuperação das lavouras. “As mudanças climáticas, as altas temperaturas, as enchentes estão comprometendo a fisiologia das plantas e, em consequência, a perda de produtividade dessas culturas. E essas culturas demandam um certo tempo para entrar em produtividade. E se esse ciclo de enchente está ocorrendo com um menor espaço de tempo, a cultura na várzea está comprometida. Todos esses fatores refletem nas feiras e nos consumidores”, diz.

O levantamento da Faea também menciona os efeitos da cheia na pesca, que dispersam os peixes como o tambaqui e o pirarucu em áreas mais extensas e dificulta a captura por pescadores e ribeirinhos.

“O jaraqui, um dos peixes mais consumidos no Amazonas, também sente os efeitos da cheia. Com o aumento do volume dos rios, ele migra para locais de difícil acesso, diminuindo a oferta nos mercados e podendo provocar o aumento dos preços. A pesca artesanal, fundamental para muitas famílias ribeirinhas, também é prejudicada”, diz Muni Lourenço.

A coleta de produtos extrativistas, como a castanha-do-Brasil, também sofre os efeitos da enchente porque as áreas alagadas dificultam o acesso às castanheiras. “O período de colheita da castanha ocorre no primeiro semestre do ano e o alagamento prejudica o rendimento dos extrativistas. A mesma coisa acontece com os óleos vegetais, como o andiroba e a copaíba”, diz Lourenço

A enchente tem um impacto também no transporte dos produtos, porque as estradas vicinais ficam alagadas e dificultam o escoamento da produção. “O escoamento da produção para as cidades se torna mais caro e demorado. Isso pode gerar um aumento nos preços dos alimentos nos mercados urbanos, afetando diretamente o consumidor final. A cheia dos rios amazônicos, embora seja um aspecto natural e essencial para a manutenção dos ecossistemas, representa um grande desafio para a segurança alimentar da população e para a economia regional”, diz Lourenço.

Para o presidente da Faea, a situação de enchente exige estratégias de adaptação como o fortalecimento da agricultura em terra firme, o incentivo ao manejo sustentável da pesca e a melhoria da infraestrutura logística.

Notícias relacionadas

Dino mantém remoção de vídeos de Salazar com ofensas a David Almeida

Políticos do AM marcam presença na Marcha para Jesus em Manaus

Fraudes ligadas à Copa quase dobram e acendem alerta para 2026

Motociclista fica gravemente ferido em colisão com carro na Autaz Mirim

Mortes maternas no Amazonas estão acima da média nacional, diz FVS

Assuntos Amazonas, banana pacovã, cheia dos rios, cupuaçu, FAEA, manchete, seca extrema, várzea
Milton Almeida 28 de março de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Flávio Dino ao proferir voto na sessão do STF nesta terça-feira (Foto: Gustavo Moreno/STF)
Política

Dino mantém remoção de vídeos de Salazar com ofensas a David Almeida

7 de junho de 2026
Milhares de pessoas participaram do evento, onde os políticos estiveram presentes (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Política

Políticos do AM marcam presença na Marcha para Jesus em Manaus

7 de junho de 2026
maternidade balbina mestrinho
Saúde

Mortes maternas no Amazonas estão acima da média nacional, diz FVS

7 de junho de 2026
Jennifer Neves, 32, foi esfaqueada pelo ex-companheiro após invasão de sua residência (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Mulher sofre tentativa de feminicídio em Manaus; ex-marido foi preso

6 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?