
Do ATUAL
MANAUS — O prefeito de Manaus, David Almeida, anunciou na manhã desta segunda-feira (4) que serão construídos banheiros públicos em alguns pontos do Centro da cidade. A iniciativa, segundo ele, envolve 16 secretarias para viabilizar o projeto “Mutirão no Bairro”, que nesta edição concentra ações no Centro com foco em reordenamento urbano.
“O trabalho que a Prefeitura está fazendo é um trabalho permanente, com a limpeza, com a segurança, com o trânsito, da infraestrutura, com assistência social. Já levamos pessoas em situação de rua para os nossos abrigos. Temos 150 vagas em clínicas de internação para dependentes [químicos], pessoas que precisam de tratamento, pessoas que querem sair da vida que se encontram, nós vamos oferecer emprego para que elas possam nos ajudar, na manutenção da ordem do Centro. Vamos construir banheiros públicos aqui no Centro da cidade, pela primeira vez”, disse David Almeida.
As ações começaram às 7h desta segunda-feira e contam com a atuação conjunta das secretarias. Conforme o prefeito, engenheiros da Seminf (Secretaria Municipal de Infraestrutura) fizeram um mapeamento técnico da área central e definiram os trechos prioritários para intervenções. As medidas incluem melhorias na mobilidade urbana, na segurança e nas condições de vida de quem reside, trabalha ou circula pela região.
Conforme o prefeito, as ações são voltadas para levar melhorias ao Centro da cidade e, entre elas, está a reabertura das ruas Doutor Moreira, Guilherme Moreira, Henrique Martins e Marcílio Dias, que hoje estão fechadas para o tráfego de veículos. Ele cita que a reabertura é para poder “trazer mais clientes para a região”. Segundo David, as medidas foram acordadas com as categorias de feirantes, camelôs e lojistas.
“Vamos melhorar ali o ambiente da Marechal Deodoro, Teodoreto Souto e dessa forma, fazer com que o Centro da cidade possa ser frequentado novamente […] vamos recapear algumas ruas, podar árvores, fazer a sinalização, fazer a limpeza de bueiros e assim fazer o resgate da nossa história”, disse ele, citando que o Centro “é um desafio para todas as gestões”, porque as pessoas se afastaram da área central porque “não existem mais serviços públicos” na região.
