O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Cenário para diminuir poluentes de veículos é biocombustíveis, diz Anfavea

11 de agosto de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
poluição veicular
Poluição veicular na zona leste de Manaus: biocombustível pode reduzir poluentes (Foto: ATUAL)
Por Eduardo Sodré, da Folhapress

SÃO PAULO – A Anfavea (associação das montadoras) retoma a pauta ambiental com um estudo sobre descarbonização no transporte apresentado nesta terça (10).

O trabalho feito em parceria com a consultoria BCG apresenta três cenários, além das previsões de investimentos necessários até 2035.

É mais uma tentativa de mostrar ao governo os caminhos e as dificuldades do setor automotivo rumo à redução das emissões. O diálogo tem sido constante, mas pouco produtivo.

Em todas as projeções feitas pela Anfavea, há destaque para carros eletrificados (conceito que abrange veículos híbridos e 100% elétricos).

No primeiro cenário, considerado inercial, os motores a combustão seguem dominantes pelos próximos 15 anos, com veículos eletrificados ainda restritos a alguns segmentos.

Nessa simulação, 32% dos veículos leves vendidos em 2035 seriam eletrificados, percentual equivalente a 1,3 milhão de unidades pelos cálculos da Anfavea.

No segundo cenário, chamado “convergência global”, as montadoras seguiriam as estratégias definidas em outras regiões e haveria investimento na indústria nacional. Com isso, a participação dos modelos eletrificados nas vendas chegaria a 62% em 2035.

Esses investimentos, estimados em R$ 50 bilhões, impactaria também os fornecedores e as redes concessionárias.

A Anfavea diz que essa realidade só será viável com investimento em infraestrutura. Seria necessário instalar 150 mil pontos de recarga, o que demandaria um aporte de R$ 14 bilhões.

Mais realista, o terceiro cenário considera o protagonismo dos biocombustíveis. A projeção considera um aumento de 15 pontos percentuais no uso do etanol, seja o hidratado disponível nas bombas ou o anidro, que é misturado à gasolina.

O maior uso do combustível de origem vegetal permitiria reduzir em 12 milhões de toneladas de CO2 as emissões da frota circulante até 2035.

Esse é o caminho que deve ser adotado pelas montadoras que produzem carros compactos e médios. Os sistemas híbrido flex -com carros capazes de rodar com gasolina, etanol e eletricidade – devem se popularizar.

O estudo apresentado pela Anfavea mostra a preocupação com a agenda ESG, sigla que faz referência aos princípios ambientais, sociais e de governança corporativa.

Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da entidade, os patamares previstos em quaisquer dos cenários implicam investimentos na indústria nacional.

“Eu não consigo imaginar que conseguiríamos atender a essa demanda só com importações, a indústria automotiva precisará entrar em um novo ciclo de investimentos, com adaptação de fábricas, adaptação de fornecedores e treinamento de redes concessionárias”, diz Moraes.

O executivo afirma ainda que será necessário reduzir a dependência de peças importadas, que geram problemas como a escassez de semicondutores.

“Os veículos eletrificados usam ainda mais semicondutores, isso abre uma janela de oportunidade para a indústria nacional”.

Mas para que qualquer um dos cenários previstos se consolide nos próximos anos, serão necessários incentivos governamentais. Esse é um tema que vem sendo tratado com cautela pela Anfavea, que cita exemplos internacionais.

“Países avançados em eletrificação têm adotado políticas de estímulo, e a tributação não pode ser só para fins de arrecadação”, diz Moraes. “Na Europa, o pedágio é menor para veículos que adotam novas tecnologias”.

Por representar as montadoras instaladas no Brasil, a Anfavea precisa criar um ambiente propício para receber investimentos das matrizes e se tornar relevante no cenário internacional.

Segundo os dados apresentados, o país é o quarto maior mercado do mundo em caminhões e o oitavo em veículos leves, com base em números de 2019.

A frota atual é composta por 45 milhões de veículos leves e 2 milhões de pesados. Juntos, consumiram 118 bilhões de litros de combustível em 2019, sendo 44% diesel e 32% gasolina.

Pelos cálculos da consultoria BCG, o setor de transporte responde por 13% das emissões de CO2.

Ao apresentar o estudo, Moraes evitou criticar o governo de Jair Bolsonaro e elogiou o corpo técnico que faz a interlocução com a Anfavea.

“A ideia é, a partir de agora, ter reuniões com diferentes ministérios para apresentar uma agenda de longo prazo”, afirma o presidente da entidade.

Notícias relacionadas

Erro em CPF gera registro de óbito de agricultora no lugar da mãe

‘Não teve nada que justificasse’, diz professor esfaqueado por aluno

Municípios do AM são incluídos em quarentena para mosca-da-carambola

Gastronomia de Minas atrai turistas; a do AM é a terceira mais subestimada

Empresa de MG vence licitação para asfaltar 86,9 km da BR-319

Assuntos Anfavea, Biocombustível, poluentes, Veículos
Murilo Rodrigues 11 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Hatches pequenos, chamados carros de 'entrada', foram os mais vendidos no último trimestre de 2017 (Foto: Anfavea/Divulgação)
Economia

Análise de pedidos e sistema bancário travam o Move Motoristas

7 de agosto de 2026
Dia a Dia

Operação de conscientização do IMMU apreende 4 veículos

29 de julho de 2026
Financiamento de seminovos
Economia

Governo vai financiar compra de seminovos por motoristas de aplicativo e taxistas

16 de julho de 2026
A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

BNDES começa a analisar crédito para motoristas de táxi e de aplicativos

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?