O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Cenário é de Bolsa instável com indefinição política, fiscal e sanitária

25 de agosto de 2021 Economia
Compartilhar
Ibovespa
Cotações de ações na Ibovespa: instabilidade financeira (Foto: Divulgação)
Por Isabela Bolzani e Clayton Castelani, da Folhapress

SÃO PAULO – ​As incertezas sobre as questões políticas e fiscais do Brasil têm trazido uma maior volatilidade para o Ibovespa, principal índice acionário do país.

A expectativa de analistas é que essas indefinições, somadas ao ambiente de juros mais altos, ao noticiário internacional e aos temores sobre a variante delta do coronavírus, continuem a trazer oscilações para a Bolsa de Valores brasileira ao longo dos próximos dias.

Diante do cenário, investidores pessoas físicas retiraram R$ 1,2 bilhão da Bolsa só na semana passada, quando o Ibovespa acumulou queda de 2,59%. Os investidores institucionais terminaram com saldo negativo no período, de R$ 5,2 bilhões.

As vendas também superaram as compras de ativos entre os clubes de investimentos e as instituições financeiras, que fecharam com saldo negativo de R$ 190,9 milhões e de R$ 549,2 milhões, respectivamente.

No total, considerando todos os investidores, o saldo das negociações na Bolsa ainda ficou positivo na semana em R$ 91,8 milhões – resultado da entrada de R$ 5,2 bilhões de capital estrangeiro, de R$ 2,1 bilhões por parte de empresas públicas e privadas e de R$ 20,3 milhões por outros tipos de investidores que aproveitaram que as ações estavam baratas para irem às compras.

“Ontem (semana passada) era um caos global, e hoje parece que estamos vivendo na Suíça”, afirmou o diretor de renda variável da Veedha Investimentos, Rodrigo Moliterno.

Apesar de continuarem no radar os temores sobre um retrocesso econômico – que tingiram o Ibovespa de vermelho na maior parte da semana passada -, a melhora da sinalização sobre as questões fiscais deu uma nova injeção de ânimo no mercado brasileiro.

Nesta terça-feira (24), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o Congresso buscará alternativas para garantir a responsabilidade fiscal em meio ao impasse envolvendo o pagamento de R$ 89 bilhões em precatórios em 2022 e, apesar de ter reconhecido a dificuldade em votar o texto do projeto que muda o Imposto de Renda, disse que não é um processo impossível.

Precatórios são dívidas do governo reconhecidas pela Justiça. A afirmação ajudou a Bolsa brasileira a subir 2,33% nesta terça-feira (24) aos 120.210 pontos. O dólar encerrou em queda de 2,23%, a R$ 5,2610.

“As falas de Lira ajudaram bastante a aliviar a pressão sobre os juros e sobre o dólar, fazendo com que as ações performassem bem no pregão desta terça. Mas apesar desse alívio em relação às dúvidas sobre o tema fiscal, a volatilidade (na Bolsa) deve continuar porque ainda temos muitas indefinições no país”, disse o analista da Terra Investimentos, Régis Chinchila.

O mercado brasileiro também foi beneficiado pelo otimismo global gerado pela aprovação total da vacina contra Covid-19 da Pfizer-BioNTech nos Estados Unidos e a valorização de commodities no mercado internacional.

“A aprovação final da Pfizer pode aumentar a aceitação da vacina nos Estados Unidos e em outros países”, diz Fernanda Consorte, economista-chefe do Banco Ourinvest. “Isso pode significar menor propagação do vírus e é positivo para a economia global”, avalia.

“Contratos futuros de minério de ferro tiveram recuperação na China e isso impulsionou ações da Vale, da Siderúrgica Nacional, da Usiminas, assim como as ações da Gerdau”, diz Flávio de Oliveira, head de renda variável da Zahl Investimentos.

Segundo o analista da Clear Corretora, Rafael Ribeiro, os investidores aproveitaram para comprar ações de empresas que estavam baratas, o que contribuiu a impulsionar o índice.

Entre os destaques positivos, a Vale subiu 3,65%, apoiada na recuperação dos preços do minério de ferro. A Petrobras fechou com elevação de 2,07%, ampliando os ganhos da véspera, em outro dia de alta dos preços do petróleo no mercado, com o Brent subindo 3,35%, ante perspectivas mais positivas para a demanda da commodity.

A Cyrela disparou 12,33%, em meio ao alívio nos juros futuros, tendo de pano de fundo ainda relatório do Bradesco BBI assumindo a cobertura da empresa com recomendação “outperform” para as ações.

As ações da Gol saltaram 10,97%, em sessão positiva para ações do setor de viagens, mais um reflexo da aprovação da vacina contra a Covid-19 nos Estados Unidos. Azul (7,3%), CVC Brasil (6,38%) e Embraer (8,13%) acompanharam esse movimento.

A Lojas Americanas avançou 11,81%, com o clima mais comprador apoiando alguma recuperação, embora ainda acumule perda de cerca de 17% em agosto, na esteira de ajustes relacionados à fusão de determinados ativos da companhia com a antiga B2W, agora chamada Americanas.

“Além de vermos um aumento dos investidores estrangeiros na semana passada, a Bolsa também testou os 116 mil pontos e vimos várias empresas e setores com múltiplos interessantes [mais baratas], o que ofereceu um gatilho de compras”, afirmou Ribeiro.

“Agora resta ver como será a manutenção desse fluxo, que depende de uma redução do ruído político para ajudar no andamento da agenda de reformas”, disse o analista.

Os papéis dessas empresas acabaram ficando baratos depois das fortes quedas vistas entre 16 e 20 de agosto, quando o Ibovespa inverteu o sinal positivo que vinha carregando e acumulou uma perda de 0,81% no ano até a última sexta-feira (20). Na semana passada, o índice acumulou perda de 2,59%.

Com a alta desta terça, a Bolsa passou a acumular ganhos de 1% em 2021.

“Tivemos uma maior percepção de risco na semana passada, principalmente pelas questões políticas, econômicas e fiscais no Brasil, que acabaram deixando os investidores locais preocupados. Sem uma definição clara e com o aumento dos juros no mercado interno, houve uma saída de capital”, afirmou Chinchila.

Além da instabilidade doméstica, parte da explicação para o tombo da Bolsa veio do receio de uma diminuição do ritmo de recuperação econômica no mundo, que ganhou força depois que as duas maiores potências mundiais (EUA e China) trouxeram dados fracos de consumo, vendas e produção.

Outro ponto de atenção entre os investidores é a manutenção dos estímulos monetários por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e o simpósio anual que esse órgão fará ainda nesta semana.

Por aqui, o ministro Paulo Guedes (Economia) e sua equipe têm elevado a pressão no Congresso sobre os efeitos no Orçamento do ano que vem, caso o parcelamento das dívidas de precatórios não seja autorizado.

Há ainda outras pautas no radar dos investidores, como a reforma tributária e uma maior tendência de alta da taxa básica Selic por parte do Banco Central, como forma de tentar conter os avanços da inflação no país.

O banco Original, por exemplo já espera que a taxa, hoje em 5,25% ao ano, feche 2021 a 8% “diante da percepção de mais riscos inflacionários para o ano que vem e do ‘compromisso inequívoco’ do BC com a convergência das expectativas para a meta no horizonte relevante de política monetária, escreveu em relatório.

“Acredito que a questão dos juros está mais correlacionada ao momento político. No âmbito fiscal, eles gritam e gritam, mas se resolvem, mas a cena política é um pouco mais complexa”, afirmou Moliterno.

A crise política gerada pela tentativa de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que tem colocado em descrédito o processo eleitoral e confrontado ministros do Supremo Tribunal Federal, continua a pesar na percepção dos investidores.

“Mas acredito que toda essa incerteza no cenário doméstico possa dar uma acalmada agora no início de setembro, com uma conciliação para a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022. Isso deve pelo menos levar um desfecho final à questão fiscal”, completou o executivo.

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos Bolsa de Valores, Ibovespa, sanitária
Murilo Rodrigues 25 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Minerais críticos explorados no Brasil; país tem a segunda maior reserva global de terras raras (Foto: SGB/Divulgação)
Economia

Minerais críticos atraem pouco interesse de investidores

28 de fevereiro de 2026
Economia

Valor do dólar cai nesta segunda-feira e é negociado a R$ 5,30

10 de novembro de 2025
B3 bolsa de valores
Economia

B3 e Tesouro lançam campanha para investidores com meme ‘Nazaré Confusa’

1 de setembro de 2025
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

Empresa que quer explorar potássio no AM estreia na bolsa de valores do Brasil

24 de maio de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?