O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

CBA, a travessia conjunta

27 de agosto de 2015 Follow Up
Compartilhar

Nesta segunda-feira a Suframa abriga mais um debate sobre os destinos do Centro de Biotecnologia da Amazônia, um projeto que ainda não deu certo e que agora o MDIC, o ministério do Desenvolvimento, que se julga responsável pela encrenca, decidiu achar caminhos para sua elucidação. Há muita água para rolar sob esta ponte desde que ela se defina a unir aqueles que permanecem a margem de sua elucidação. É importante, do ponto de vista das entidades da indústria, o segmento social que financiou a empreitada, que este novo polo – que o CBA representa – o da biotecnologia focada na produção industrial da biodiversidade amazônica, leve em conta a conexão inteligente que se faz necessária. Nesse ponto de vista, algumas consultas já foram feitas para esta entidade, com a interveniência da SEPLAN-CTI. O que será feito com essas consultas? A indústria tem muito claro o papel complementar da biotecnologia no parque industrial. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) já publicou no Diário Oficial da União o edital para a seleção de candidatos ao Programa de Bolsas Pronametro para o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA). O curioso dos objetivos deste edital é que ele pretende conceder bolsas para apoiar projetos de desenvolvimento de produtos da biodiversidade, serviços técnicos especializados e gestão tecnológica no CBA, mas não menciona o modelo de gestão nem sugere uma estratégia para alcançá-lo. Seguimos, portanto, sem o CNPJ. E até quando ficará a cargo do Inmetro esta função gerencial, um organismo instalado no Rio de Janeiro, cuja missão e atribuição funcional é aferir a métrica dos produtos da indústria, bio e agroindústria.

“Interesse industrial?”

Diz o termo de referência, do edital mencionado, que as  propostas devem ser desenvolvidas de acordo com as principais linhas de produtos estratégicos de Pesquisa & Desenvolvimento do CBA: fitoterápicos, cosméticos e aromáticos; alimentos; combustíveis de origem vegetal ou microbiana; e novos materiais da biodiversidade e aproveitamento de resíduos, com ênfase no “interesse industrial e econômico para a região amazônica”. O que isso significa?  Neste momento, o interesse da indústria é o da sociedade para quem as empresas incentivadas querem devolver as vantagens fiscais recebidas. E nesse contexto cabe ao gestor local, a governança estadual, conduzir essa travessia. Qual é o protagonismo do Estado destas e nestas medidas? Quem elaborou esta lista certamente – e é o que se espera – sabe que essas linhas de apoio à pesquisa voltadas para o mercado podem e devem envolver os atores locais. Como trabalhar com biotecnologia sem atuar em fina sintonia e proativa parceria com o Biotério do Inpa, recém instalado na gestão Adalberto Val/Estevão Monteiro de Paula? Como abrir mão da expertise da Embrapa, Amazônia Ocidental e Oriental, para desenvolver os clones de seringueira, para enriquecer os seringais nativos ou desenvolver a produção extensiva melhor do que os ingleses fizeram na Malásia e demais domínios asiáticos há mais de cem anos? A indústria local precisa de látex para atender suas fábricas de motos, bicicletas e demais veículos utilitários da ZFM. Como atuar em novas matrizes econômicas sem ouvir o Estado e oferecer-lhe o protagonismo das decisões, prioridades, demandas e produtos com respostas rápidas para gerar novas fontes de arrecadação? O Inmetro, a partir do Rio de Janeiro – dá licença – vai ser coadjuvante das ações de interesse do Estado, jamais seu gestor.

Sem mágicas nem cartolas

O CBA é um Centro de Tecnologia que, por meio da inovação tecnológica, deve criar condições para o desenvolvimento ou aprimoramento de processos e produtos da biodiversidade amazônica. Administrado pela SUFRAMA, o CBA não vai resgatar sua credibilidade com soluções tiradas da cartola num clima de ciumeiras e animosidades que parece perdurar. O Inmetro é uma instituição de metrologia industrial, enquanto o Inpa dispõe de acervos preciosos, a Embrapa sabe fazer bioprodutos para o mercado e o Estado sabe onde o calo do sapato está apertando. Além deles, as entidades das empresas do setor produtivo como Cieam, Fieam, Faea, Fecomecio, Aca, entre outras, e as de Fomento, como a Afeam, os bancos públicos, as instituições de extensão rural, precisam formar um colegiado de avaliação e definição de prioridades. Não há mágicos e que não hajam cartolas, com saídas individualizadas. As bolsas do Edital são magras e a pressa de distribuí-las é porque os antigos bolsistas já foram embora, restaram os que têm animais de experimentos para cuidar. Essa distância do poder central das demandas locais só se resolve com a gestão de quem aqui vive e tem compromisso com os destinos e demandas da região.

O inferno (não) são os outros

Insistimos em apontar o dedo na cara dos ingleses para acusá-los de sequestrar as sementes da seringueira, plantar Hevea brasilienses em seus domínios asiáticos e implodir, há cem anos, o Ciclo da Borracha. Uma acusação leviana – como se o agronegócio do Brasil fosse o que é sem a soja, uma forrageira sagrada dos rituais milenares da China.  Em 2003, o Brasil começou a figurar como o segundo produtor mundial, responsável por 52, das 194 milhões de toneladas produzidas em nível global ou 26,8% da safra mundial a caminho do topo no ranking. A patacoada gomífera serve apenas para disfarçar a omissão nativa de agregar a tecnologia do saber ao cultivo racional da seringueira, e ao desenvolvimento de aplicativos inteligentes ao seu uso, para perenizar a prosperidade da civilização do látex. Nessa segunda-feira, antes de saber se é agora que vai sair o CNPJ do CBA-Centro de Biotecnologia da Amazônia, será preciso evitar uma reprise preocupante e inquietante que faz lembrar a premissa do materialismo histórico que transforma em farsa a tragédia de uma estória sem agá que não pode mais uma vez se repetir. A estratégia de afastar a Suframa da direção, por falta de recursos humanos no objeto de interesse e missão do CBA, embora coerente, também se aplica ao Inmetro, cuja boa vontade – ou a expertise isolada de alguns setores – não o credencia a assumir os destinos da bioindústria local. Os atores locais, Estado à frente, podem conduzir a liturgia dessas promessas e virar o jogo das ladainhas que se ouve há 13 anos, uma tomada conjunta de decisão à luz do interesse da cidadania. Embrapa, Inpa, Ufam, Uea, Fucapi, Emílio Goeldi, entre outras instituições, podem e devem dizer e ajudar a fazer uma nova História de prosperidade a partir das riquezas da biodiversidade.

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM.
Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

Notícias relacionadas

Os justos e os gentios da Companhia de Jesus

Bioeconomia já é o mais novo polo da ZFM, diz Idesam

Amazônia e os green bonds da fotossíntese

Capacidade de troca da floresta com a atmosfera: o que isso tem a ver com a ZFM

Gestão dos recursos da ZFM: protagonismo e a lei

Assuntos Coluna Follow Up
Valmir Lima 27 de agosto de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Follow Up

Indicadores do dever cumprido

9 de novembro de 2016
Follow Up

Vergueiro e a nova matriz econômica

21 de julho de 2016

CBA: pesquisa, desenvolvimento e mercado

4 de maio de 2016

A defesa (?) da Amazônia

15 de abril de 2016

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?