O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Católico, Bolsonaro investe em pauta evangélica e explode em segmento

30 de outubro de 2018 Política
Compartilhar
O pronunciamento da vitória foi precedido por oração puxada pelo pastor e senador Magno Malta (Foto: Reprodução/YouTube)

Da FolhaPress

SÃO PAULO – Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, Deus. Por sete vezes Jair Bolsonaro evocou, no primeiro discurso que deu após ser eleito presidente do Brasil, o ente máximo para as maiores religiões do planeta. E se chegou tão longe pode dar graças a Deus e também a líderes evangélicos que dizem falar em Seu nome.

Há anos Bolsonaro vem construindo um sólido arco com este que é o bloco religioso em maior expansão no país. Evangélicos eram 9% no começo dos anos 1990 e hoje são 3 em cada 10 brasileiros. Salpicou com acessórios religiosos suas primeiras falas após o triunfo eleitoral. “O nosso slogan eu fui buscar naquilo que muitos chamam de caixa de ferramenta para consertar o homem e a mulher, que é a Bíblia Sagrada. Fomos em João 8:32: e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, afirmou.

Um dos dois pronunciamentos que fez no domingo, 28, de sua vitória foi precedido por uma oração puxada pelo pastor e senador de saída Magno Malta (PR-ES), que não se reelegeu mas pode ganhar um cargo no governo do amigo.

“A Tua palavra diz que a autoridade é ungida por Deus, e o Senhor ungiu Jair Bolsonaro”, declarou o também cantor gospel (lidera a banda Tempero do Mundo), todos de olhos fechados,tudo ao vivo na TV.

Confusão comum é tomar Bolsonaro como evangélico. Ele não é. É casado com uma adepta dessa fé, Michelle, o filho Flávio é batista como a esposa, e sua interlocução com pastores é ótima –Silas Malafaia celebrou seu terceiro casamento, e no altar exaltou um Deus que fez “macho e fêmea”, e “o resto é blá-blá-blá”. Mas o capitão reformado, desde sempre, declara-se católico, e nada mudou até aqui.

Em 12 de maio de 2016, mesmo dia em que o Senado dava sinal verde para abrir o processo de impeachment da petista Dilma Rousseff na Casa, Bolsonaro se deixou batizar nas águas do rio Jordão (onde diz a Bíblia que Jesus teria sido batizado). A imersão foi feita pelo presidente do Partido Social Cristão, Pastor Everaldo, durante uma viagem a Israel.

“Peso-pesado”, brincou, ao puxar o homem de bata branca das águas, o líder da legenda na qual Bolsonaro havia entrado dois meses antes, com a promessa de ser candidato ao Planalto (migrou em 2018 para a atual sigla, PSL).
Daí a ideia difundida de que Bolsonaro se converteu à religião da esposa. Um erro, diz à reportagem Everaldo. “As pessoas não entendem que batismo não é coisa de evangélico ou católico, mas de todos que creem que Jesus é seu salvador.”

Bolsonaro sequer possui o hábito de frequentar igrejas, embora às vezes acompanhe Michelle em alguns cultos.
Segundo o sociólogo da USP Ricardo Mariano, que estuda a ascensão evangélica, Bolsonaro tinha outro bom motivo para aceitar ser submerso no Jordão pelo pastor da Assembleia de Deus: faro eleitoral.

“O batismo tinha mais viés eleitoral do que qualquer coisa. Bolsonaro está em campanha há quatro anos, como ele mesmo disse”, afirma.

Católicos ainda são o maior naco religioso do eleitorado, 56%, aponta pesquisa Datafolha. Mas boa parte só diz que é católica, sem necessariamente ser praticante, enquanto “evangélicos são muito mais ativos, compromissados”.
Ou seja: fidelizam. Fora terem um senso de comunidade forte, no qual ideias circulam mais fácil. E que político não aprecia ter seu nome propagado num grupo coeso?

O Brasil já teve dois evangélicos na Presidência: o presbiteriano Café Filho e o luterano Ernesto Geisel, que mandou pintar de branco o teto da capela do Palácio da Alvorada (sua fé veta o culto a imagens sacras, como as que ornavam o afresco de Athos Bulcão).

Teve também dois candidatos evangélicos com peso eleitoral: Garotinho (2002) e Marina Silva (2010, 2014 e a mal sucedida votação de 2018).”

Mas nenhum deles chegou perto do apoio que Bolsonaro amealhou entre gigantes evangélicas, como a Universal do bispo Edir Macedo, também dono da Record –que vem lhe reservado espaço generoso e tom amigável.

A eleição do católico foi celebrada entre evangélicos tal qual final de Copa do Mundo.

“Desde o início da redemocratização, várias igrejas, sobretudo pentecostais, passaram a promover uma instrumentalização da política, e vice-versa. No segundo turno de 1989, o apoio foi em massa para Collor, e ali já começavam as fake news”, diz Mariano.

Exemplo: corria solto o bato de que o PT, aliado a padres da progressista Teologia da Libertação, implantaria um “comunismo católico”. “Dizia-se que muito pastor seria preso, iria para o paredão”, afirma.

Malafaia diz à reportagem que sua amizade com Bolsonaro começou por volta de 2006, ano de criação de um projeto de lei que horrorizou a bancada evangélica no Congresso: o PL 122, que criminalizava a homofobia. Pastores temiam ser processados caso pregassem contra o casamento gay, caso o texto fosse aprovado.

Em 2010, a relação com evangélicos se estreita após Bolsonaro abraçar a luta contra um pacote anti-homofobia a ser adotado em escolas, que a frente religiosa rotulou de “kit gay”. Naquele ano, ele integrava a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara e, ao debater a Lei da Palmada, declarou:””Se o filho começa a ficar, assim, meio gayzinho, leva um couro e muda o comportamento”.

Entre evangélicos, explica Mariano, “estoura na última década a ideia de que adversários estão tentando destruir a família tradicional”. O”PT se valeria de livros didáticos para difundir marxismo, ideologia de gênero. Das fake news mais populares: petistas queriam distribuir em creches mamadeiras com bico em formato de pênis com o pretexto de combater homofobia.

Tudo isso ajudou a amalgamar o eleitorado evangélico, que deu a Bolsonaro cerca de 22 milhões de votos (70% do segmento), segundo projeção do Datafolha. Sua diferença com Fernando Haddad (PT) foi de 11 milhões de eleitores.

Notícias relacionadas

Congresso derruba veto de Lula a transferência de recursos para municípios inadimplentes

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

Senador Davi Alcolumbre descarta ler requerimento para instalar CPMI do Banco Master

Ipam alerta: descontrole ambiental da Câmara agrava cenário para o agronegócio

‘Vão aparecer mais coisas’, afirma Lula sobre escândalo do Banco Master

Assuntos Bolsonaro, católico, evangelicos
Redação 30 de outubro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR dá aval para Bolsonaro fazer cirurgia no ombro

25 de abril de 2026
Ex-presidente Jair Bolsonaro em momento com soluço (Imagem: X/Reprodução)
Política

Michelle diz que Bolsonaro está há seis dias sem soluços

4 de abril de 2026
Ex-presidente Jair Bolsonaro
Política

Bolsonaro vai precisar de cirurgia no ombro, diz defesa ao STF

4 de abril de 2026
Política

Moraes proíbe drones perto da casa onde Bolsonaro cumpre prisão

29 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?