O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Candidatos ignoram violência sexual contra a criança em planos de governo

27 de setembro de 2026 Política
Compartilhar
Campanha em combate à violência sexual contra crianças e adolescentes: candidatos ignoram o tema (Foto: Arquivo/SSP-AM)
Do ATUAL

MANAUS – Apenas cinco dos 16 planos de governo analisados pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) nos oito Estados da Amazônia Legal incluem propostas para combater a violência sexual contra crianças e adolescentes. No Amazonas, a análise considera os planos de Omar Aziz (PSD), que tem 209 menções a crianças e adolescentes, o maior número entre os 16 documentos, e de Roberto Cidade (União), com nove.

No plano de Omar, 65 das 209 referências foram classificadas pelo Unicef na categoria violência e segurança. Outras 52 aparecem em educação, 45 em proteção social, 25 em saúde, 19 em outros direitos e três em esporte e cultura. No documento de Roberto, seis das nove menções estão relacionadas à educação, duas à saúde e uma a esporte e cultura.

O levantamento, porém, não permite concluir apenas pela quantidade de citações se um plano apresenta mais ou menos políticas para a infância. O Unicef também analisou o contexto em que crianças e adolescentes são mencionados e se os planos incluem ações de prevenção e enfrentamento das diferentes formas de violência.

No conjunto dos 16 planos, foram contabilizadas 576 menções a crianças e adolescentes. Metade dos documentos tem 21 referências ou menos. O plano com menor número tem quatro menções, enquanto o de Omar, no Amazonas, chega a 209.

“As candidaturas aos governos estaduais no território amazônico ainda precisam reconhecer políticas específicas para crianças e adolescentes como prioridade absoluta, ainda mais na região do país que concentra os maiores índices de violência contra esse público”, afirma Joaquin Gonzalez-Aleman, representante do Unicef no Brasil. 

Menções a crianças e adolescentes por candidatura (Imagem: Reprodução/UNICEF)

Violência de forma desigual

Segundo o Unicef, a segurança é um dos temas centrais na maioria dos planos, mas as propostas destinadas especificamente à violência contra crianças e adolescentes aparecem de forma desigual. Nenhum dos 16 documentos estabelece uma meta, indicador ou linha de ação para reduzir homicídios de adolescentes.

A análise também não encontrou menções às mortes de adolescentes decorrentes de intervenções policiais. O Unicef cita que, em quatro dos oito estados analisados, esse tipo de ocorrência representa parcela elevada das mortes violentas entre adolescentes: Amapá (32,2%), Roraima (30%), Pará (27,3%) e Mato Grosso (25,2%).

No Amazonas, o documento analisado de Omar é formado por dois eixos do plano estratégico estadual, com 1.110 páginas. Conforme o Unicef, esse material representa 36% do total de menções a crianças e adolescentes contabilizadas na amostra.

A instituição também identificou 950 menções a povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e tradicionais nos 16 planos. Apesar disso, segundo o levantamento, as referências às crianças e aos adolescentes desses grupos aparecem principalmente em temas como educação e saúde, sem propostas específicas de proteção contra a violência.

proteção infantil
Planos de candidatos a governo ignoram proteção às crianças (Foto: William Rezende/TJAM)

Violência sexual na Amazônia

O Unicef idntificou que a taxa de violência sexual contra pessoas de 0 a 19 anos na Amazônia é 23,3% maior que a registrada no restante do país. Em 2023, Rondônia e Roraima apresentaram as maiores taxas entre os estados da região, com 234,2 e 228,7 registros por 100 mil habitantes nesta faixa etária, respectivamente.

No Pará, foram registrados 4.751 casos em 2023, aumento de 23,2% em relação ao ano anterior, segundo os dados utilizados pelo Unicef.

Para a organização, os governos estaduais precisam incluir políticas específicas de prevenção e enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. Entre as medidas recomendadas estão ações de apoio às famílias, capacitação de profissionais que atuam diretamente com crianças e articulação entre educação, saúde, assistência social e segurança.

O Unicef também defende atenção específica a grupos mais expostos à violência, como meninas e crianças e adolescentes negros, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e de outros povos tradicionais. O levantamento registra que nenhum dos 16 planos menciona crianças e adolescentes negros, embora eles representem 86,3% das vítimas de mortes violentas na faixa de 12 a 17 anos, segundo os dados considerados pela organização.

Outro ponto identificado pelo Unicef é que nenhum dos planos menciona a previsão constitucional de “prioridade absoluta” para crianças e adolescentes na definição do orçamento estadual. A organização recomenda que os governos indiquem os recursos destinados à infância e estabeleçam metas e indicadores públicos para acompanhar essas políticas.

O levantamento considera a ocorrência de termos relacionados a crianças e adolescentes e, posteriormente, avalia o contexto em que aparecem e as propostas apresentadas. O Unicef ressalta que a análise mede a presença explícita do tema nos documentos e não significa que outras políticas com impacto sobre crianças estejam necessariamente ausentes dos planos.

Notícias relacionadas

‘Ataque rasteiro’, diz Gilmar sobre de atitude de Mendonça contra procurador-geral

Rússia defende inclusão de Brasil e Índia no Conselho de Segurança da ONU

Moraes revoga afastamento e Adail anuncia retorno à Prefeitura de Coari

STF condena Eduardo Bolsonaro a um ano de prisão por difamar deputada

Presidente do TSE exige áudios e imagens sobre pesquisa eleitoral

Assuntos Eleições 2026, manchete, Omar Aziz, planos, Roberto Cidade, Unicef, violência contra crianças, violência sexual
Feifiane Ramos 27 de setembro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Kassio Nunes Marques quer acordo com redes sociais nas eleições (Foto: Antonio Augusto/TSE)
Política

Presidente do TSE exige áudios e imagens sobre pesquisa eleitoral

26 de setembro de 2026
Urna eletrônica
Política

Entenda como é o resultado das eleições majoritária e proporcional

26 de setembro de 2026
Eleitores de 11 municípios do Amazonas terão horário diferente de votação nas Eleições 2026 (Foto: ABr/ABrasil)
Política

Saiba os 11 municípios do AM que terão votação em horário diferente

26 de setembro de 2026
Brasileiros no exterior devem procurar as embaixadas do Brasil para votar (Foto: José Cruz/ABr)
Política

No exterior, 918.876 brasileiros estão aptos a votar na eleição

26 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?