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zmanchete

Nome ‘limpo’, 13º e fim de greve são apostas de lojistas de Manaus para aquecer vendas no Natal

17 de novembro de 2016 zmanchete
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Campanha pretende atrair consumidor para renegociar dívida e limpar o nome no comércio (Foto: CDL/Divulgação)
Campanha pretende atrair consumidor para renegociar dívida e limpar o nome no comércio (Foto: CDL/Divulgação)

Por Maria Derzi, da Redação

MANAUS – Campanhas de renegociação e quitação de dívidas se tornaram a principal estratégia do comércio para aumentar as vendas no final de ano. Os descontos nos preços nas compras à vista ainda são atrativos como promoção, mas facilitar a vida do consumidor para “limpar” o nome e reconquistar o crédito nas lojas tem sido determinante para ampliar o faturamento.

Em Manaus, até o dia 30 de outubro, 22 mil consumidores saíram da condição de inadimplentes, informou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), que retomou a campanha Limpe seu Crédito e Faça seu Nome Brilhar. Do dia 1º de outubro até o dia 30 deste mês, os devedores podem quitar os débitos sem pagar juros. A CDLM projetou a retirada de 47 mil pessoas do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) nesse período.

Em setembro, a taxa de inadimplência ficou em 4%. Em agosto, foi de 4,1% e, no mês de julho, era de 4,2%. Segundo a CDLM, a taxa média de inflação é de 3,2%, abaixo da média nacional de 5,9% no acumulado de dez meses.

O nome ‘limpo’ e a última parcela do 13º salário são os trunfos dos lojistas para obter alta nas vendas em novembro e dezembro, até o dia 24, feriado de Natal. “Estimamos que a campanha consiga recuperar o crédito de, pelo menos, 47 mil pessoas. Se isso acontecer, teremos uma redução automática da inadimplência pelo volume que está saindo de pessoas inadimplentes com as negociações feitas em todas as lojas”, disse Ralph Assayag, presidente da CDLM.

Assayag não acredita que os números deste ano da campanha superem os do ano passado. “Ainda estamos cerca de 5% abaixo dos resultados obtidos em 2015. Mas, se tudo continuar como o esperado, poderemos empatar com os índices obtidos em 2015, o que já será um bom resultado”, disse.

Um entrave à melhoria no desempenho do comércio é a greve dos auditores da Receita Federal, que completa um mês. “Se a Receita Federal continuar liberando apenas 30% das mercadorias, nós não vamos conseguir atingir as vendas do ano passado. Vai ser mais baixo. As alfândegas estão paralisadas no Brasil inteiro e, quando liberam apenas 30%, a gente está pagando o armazenamento da mercadoria. Com isso, o produto vai sair mais caro. Se voltar à normalidade até o dia 1º de dezembro, é possível que consigamos até 5% de crescimento”, projeta Ralph Assayag.

O desemprego, o ‘empréstimo’ do nome para terceiros e eventuais problemas de saúde na família estão entre as causas para o atraso no pagamento de parcelas das compras a prazo.

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Assuntos Amazonas, CDLM, inadimplência, Ralph Assayag
administrador 17 de novembro de 2016
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2 Comments
  • Paulo Menezes disse:
    17 de novembro de 2016 às 18:29

    Os logistas e o comércio em geral, esquece que em Manaus há mais de 171 mil desempregados que certamente vão usar os poucos recursos que sobraram das idenizações e do 13º de seus pais, filhos, mães, esposas para sobrevirerem neste restante de ano. Afinal DESEMPREGO não gera fruto num solo árido num mercado mais exigente com a mão de obra e num governo pífio que não faz nada para criar políticas públicas para incentivar a indústria, e o próprio comércio para absolver esses desempregados ou apresentar uma luz no final desse dilema economico sem fim! Há mil fatores que impedem a gastança de parcos trocados para torrarem belamente como esperam os comerciantes na sua inércia e falta de criatividade. Baixar margens de lucros nem pensar na cabeça deleS. Enquanto isso o cidadão comum pode pagar seus débitos e cortar gastos para sobreviver até o inicio do prócimo ano. Ir além disso é balela!

    Responder
  • Paulo Menezes disse:
    17 de novembro de 2016 às 18:30

    O termo “NOME SUJO” é depreciativo e já deveria ter sido extinto para não induzir qualquer avaliação por questões conjunturais e econômicas. Nenhum cidadão brasileiro honesto merece essa pecha ignara para ser avaliado como “Cidadão de Terceira Classe”. Este termo a grande mídia perpetua em boa parte de suas reprtagens esquecendo que há mil fatores que impedem o pagamento de uma conta ou débito neste país atravancado de impostos altos, juros estratosféricos que não existem em nenhum lugar do mundo e ainda ter o menosprezo social que impede inclusive a reabilitação no nome diante dos bancos e credores! É desprezivel usarem este termo que só humilha o cidadão já tão vituperado pela economia nacional!

    Responder

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