O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Câmara mantém prisão de deputado suspeito de mandar matar Marielle Franco

11 de abril de 2024 Política
Compartilhar
Chiquinho Brazão é deputado federal e irmão do conselheiro do TCE-RJ, Domingos Brazão (Foto: Maria Agras/Agência Câmara)
Chiquinho Brazão está preso por suspeita de mandar matar Marielle (Foto: Maria Agras/Agência Câmara)
Por Levy Teles e Juliano Galisi, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Por 277 votos a favor, 129 contra e 28 abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 10, a manutenção da prisão do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), decretada no final de março pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Brazão foi detido preventivamente sob a acusação de ser o mandante do assassinato da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL).

O aval do Legislativo à ordem de prisão do parlamentar federal enfrentou a resistência de deputados da oposição – capitaneada pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro – e do Centrão – em especial o União Brasil, que orientou voto contrário à detenção.

Bastaram duas semanas – a votação havia sido adiada por um pedido de vista coletivo – para reverter o clima na Câmara. No final de março, o indicativo era de uma fácil aprovação da prisão. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, os deputados também votaram, por 39 a 25, para manter Chiquinho Brazão preso.

A oposição dialogou com o Centrão para tentar derrubar a prisão do deputado. A intenção era enviar uma mensagem de reação ao Supremo e a Moraes. Uma parte dos parlamentares considera que o ministro não poderia ter decretado a prisão de Brazão. O crime foi cometido há mais de seis anos.

Governo, oposição e alguns integrantes do Centrão atuaram intensamente ao longo do dia de ontem na tentativa de virar votos para o seu lado.

Figura presente na articulação contra a decisão de Moraes, a deputada Danielle Cunha (União-RJ), filha do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, manteve constantes conversas com deputados da bancada do Rio de Janeiro, do União Brasil e com demais parlamentares.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), precisou atuar nos bastidores para assegurar a vitória na CCJ e, posteriormente, no plenário.

‘Tortura’

Na sessão, o advogado Cléber Lopes, responsável pela defesa de Brazão, disse que seu cliente está exposto a uma “tortura psicológica” e afirmou que a prisão “extrapola os limites da dignidade da pessoa humana”.

A votação no plenário foi acompanhada pelo presidente da Embratur, Marcelo Freixo, que era amigo de Marielle. Ao final da sessão que manteve Brazão preso, Freixo abraçou Fernanda Chaves, ex-assessora da vereadora e única sobrevivente do atentado no Rio.

Histórico

A investigação que levou aos nomes dos acusados de mandar matar Marielle e o motorista Anderson Gomes ganhou celeridade após a federalização do caso, em fevereiro do ano passado. A Polícia Federal passou a atuar na investigação. O passo mais decisivo para que as apurações chegassem aos nomes dos mandantes foi a delação premiada firmada pelo ex-policial militar Ronnie Lessa.

Como Lessa relatou nome com foro privilegiado, o depoimento levou o caso para o Supremo. A homologação foi anunciada no dia 19 de março pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Lessa envolveu Chiquinho Brazão e seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele também citou como envolvido no crime o ex-chefe de Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa.

O inquérito apontou obstrução de agentes públicos do Estado do Rio às investigações, especialmente pelo comportamento de Rivaldo Barbosa, nomeado para o comando da Polícia Civil na véspera do assassinato de Marielle e Anderson.

Ontem, antes das votações na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou no X (antigo Twitter) um vídeo defendendo a soltura de Chiquinho Brazão. Para o parlamentar, a decisão de manter o acusado em prisão preventiva significaria “atropelar a Constituição” e uma “isca” para que deputados sejam “encarcerados”.

Processo

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou ontem o processo que pode levar à cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A cassação do parlamentar via representação no Conselho tramita em paralelo ao aval da Casa quanto à prisão preventiva do deputado. Uma possibilidade não exclui outra.

A representação é de autoria do PSOL, partido de Marielle, e havia sido apresentada à Mesa Diretora da Câmara em 27 de março.

Relatoria

O processo foi instaurado, mas ainda não conta com relator designado. Três deputados podem assumir a relatoria do caso: Bruno Ganem (Podemos-SP), Ricardo Ayres (Republicanos-TO) e Gabriel Mota (Republicanos-RR).

Eles foram sorteados para uma lista tríplice a partir da qual o presidente do Conselho de Ética, Leur Lomanto Júnior (União Brasil-BA), nomeará o relator. O Regimento da Casa não permite que o processo de cassação seja relatado por um deputado do mesmo Estado, bloco parlamentar ou partido do representado.

O PSOL também estava excluído do sorteio, por ser o autor da representação contra Chiquinho Brazão.

(Colaborou Julia Camim)

Notícias relacionadas

Juíza valida vídeo da ‘Dona Velha’ que associa candidatos à ‘velha política’

Com senadores do PL contrários, CCJ aprova texto-base do fim da escala 6×1

Eleitor gasta R$ 26,99 com vídeo pró-Cidade e é multado em R$ 5 mil

Eleições 2026: 71% dos eleitores decidiram o voto para presidente

Arthur diz que cultura é opção para desenvolver economia no interior

Assuntos Chiquinho Brazão, Marielle Franco
Cleber Oliveira 11 de abril de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ronnie Lessa revelou trama dos irmãos Brazão para eliminar a vereadora carioca (Imagem: Globoplay/Reprodução)
Dia a Dia

Pena de prisão de Ronnie Lessa por morte Marielle sobe para 81 anos

6 de agosto de 2026
Chiquinho Brazão é deputado federal e irmão do conselheiro do TCE-RJ, Domingos Brazão (Foto: Maria Agras/Agência Câmara)
Política

Dino mantém perda do mandato de Chiquinho Brazão, condenado no caso Marielle

22 de julho de 2026
Política

TCE-RJ oficializa perda do cargo de Domingos Brazão

15 de julho de 2026
Manifestação por justiça no caso Marielle Franco: inspiração para lei (Foto: Guilherme Gandolfi/Fotos Públicas)
Dia a Dia

Moraes determina cumprimento imediato de penas de mandantes da morte de Marielle Franco

14 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?