O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Câmara cede a pressão e deixa vencer prazo de MP para saque do FGTS

4 de agosto de 2020 Economia
Compartilhar
Câmara deixa caducar MP que liberava saque de R$ 1.045 do FGTS (Foto José Cruz/ABr)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Depois de fazer uma votação na madrugada da última quinta, 30, a Câmara cedeu às pressões do governo e deixou caducar a medida provisória que liberava o saque de R$ 1.045 das contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e extinguia o fundo PIS-Pasep.

A retirada de pauta da MP, que precisava ser votada até esta terça, 4, foi aprovada por 294 votos a favor e 148 contrários. A decisão de deixar a medida provisória caducar foi tomada após o Senado ampliar as possibilidades de saques de recursos do FGTS, em votação realizada no mesmo dia.

A manobra do governo teve apoio de partidos que deixaram recentemente o blocão, como MDB e DEM, e foi chancelada pelo centrão-raiz, grupo que reúne PP, PL e Republicanos e que forma a base informal de Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara.

Siglas como PSC, PTB, PROS e PSL – que querem formar um bloco independente -, além de Solidariedade, Cidadania, Podemos, PSDB e PSD também votaram a favor da retirada de pauta. A oposição e o Novo foram contrários à manobra do governo.

Em sua argumentação pela retirada de pauta, o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), disse que a aprovação da MP poderia desidratar as contas do FGTS. O MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional) estimava em R$ 120 bilhões o impacto do texto aprovado no Senado.

“Nesse caso particular, é importante destacar que o fundo financia a habitação no país”, afirmou Vitor Hugo. “E quando a gente começa a atingir esse fundo em particular, estamos falando em moradia para as pessoas mais carentes do país”.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que acertou com o líder do governo uma solução para resolver o impasse.

“Nós temos dois caminhos: o primeiro, um decreto legislativo regulamentando os efeitos da MP até o dia de hoje, garantindo o saque daqueles que têm o benefício, que têm direito, claro, na medida provisória”, disse. “E depois, a possibilidade de um projeto de lei naquilo que tiver acordo para que a gente possa votar o mais breve possível”.

Maia afirmou que, assim que o projeto de lei for apresentado, votará a urgência do texto organizando os efeitos da MP, para que vá ao plenário na próxima quarta, 11.

A MP liberava o saque de R$ 1.045 das contas do FGTS e extinguia o fundo PIS-Pasep.

O texto estipulava que os recursos de trabalhadores nesses fundos seriam considerados abandonados a partir de 1º de junho de 2025. O dinheiro passaria à propriedade da União.

O relator da MP na Câmara, deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), ainda tentou defender a votação, mas foi derrotado. Ele manteve a alteração feita pelos senadores, que permitiram o saque dos recursos do FGTS a quem pediu demissão ou foi demitido por motivo de força maior.

Também havia sido incluída a possibilidade de que o trabalhador demitido sem justa causa e que tivesse optado pelo saque-aniversário pudesse acessar os recursos do fundo.
A proposta extinguia o Fundo PIS-Pasep e transferia seus ativos e passivos ao FGTS.

A MP determinava que a Caixa veiculasse campanhas de divulgação da nova sistemática das contas dos participantes do Fundo PIS-Pasep e que disponibilizasse canais específicos de consulta separadamente das contas vinculadas dos trabalhadores no FGTS.

O texto permitia, de 15 de junho a 31 de dezembro, que o trabalhador sacasse até R$ 1.045. A instituição financeira que recebesse o crédito em conta não poderia descontar do valor eventuais dívidas do titular.

O trabalhador que tivesse redução da jornada de trabalho e do salário ou contrato de trabalho suspenso poderia sacar mensalmente de sua conta do FGTS valor suficiente para recompor o seu último salário anterior ao corte salarial ou à suspensão do contrato.

Notícias relacionadas

Nova descoberta aumenta expectativa da Petrobras na Foz do Amazonas

Associação de rádio e TV pede ao STF a suspensão da MP que proíbe as bets

Produção de petróleo e gás no Brasil foi 2,6% maior em agosto

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em R$ 0,66 por litro

Microempreendedor pode renegociar dívida pelo Desenrola MEI

Redação 4 de agosto de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário do Senado analisa nesta terça-feira projeto de lei que cria a Universidade Indígena (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Disputa para o Senado também ocorre entre apoiadores de Lula e Flávio Bolsonaro

4 de outubro de 2026
Política

Prefeito diz que institutos de pesquisa são usados para manipular votos

4 de outubro de 2026
santinhos manaus
Política

Justiça manda Prefeitura de Coari retirar santinhos de locais de votação

4 de outubro de 2026
Eleitores manauaras escolheram votar logo após a abertura das seções eleitorai (Foto: AM Atual)
Política

Maior colégio eleitoral de Manaus registra fila no início da votação

4 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?