O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Caixa Djavan compila 18 álbuns da carreira do compositor

12 de novembro de 2014 Variedades
Compartilhar
djavan
Com supervisão criteriosa do próprio mentor da obra, o box retrospectivo traz ainda encarte com fotos, capas e informações gerais dos discos, letras das músicas e uma pequena introdução escrita por Djavan (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO – “Olhar para trás após uma longa caminhada pode fazer perder a noção da distância que percorremos”, escreveu Guimarães Rosa. Com quase 40 anos de carreira, Djavan sempre foi de mirar o presente e o futuro, nunca o passado. Com tantos trabalhos sequenciais, não havia tempo para (re) ouvir a antiga obra – nem mensurar distâncias. Mas, com o surgimento de um projeto que abarcaria toda sua discografia, o músico alagoano encontrou um motivo para isso, desde o primeiro disco, A Voz, O Violão, A Música de Djavan, de 1976, até Ária, de 2010.

Dessa retomada, nasce agora a Caixa Djavan, que reúne 18 álbuns de carreira e dois discos extras – um de raridades, com músicas que entraram em projetos especiais, e outro com canções que gravou em inglês e espanhol, lançadas exclusivamente no exterior e até então inéditas por aqui. Todos eles com os áudios originais remasterizados. Rua dos Amores, de 2012, ficou de fora por ser seu mais recente álbum – que originou também CD e DVD ao vivo, lançados este ano.

Com supervisão criteriosa do próprio mentor da obra, o box retrospectivo traz ainda encarte com fotos, capas e informações gerais dos discos, letras das músicas e uma pequena introdução escrita por Djavan pincelando histórias da própria trajetória.

Nesse olhar para trás, Djavan, aos 65 anos, reativou lembranças e emoções adormecidas. “Pensei que seria muito difícil ter de ouvir todo o trabalho. E eu tinha de fazê-lo, uma vez que eu é quem iria remasterizar todo ele”, conta o músico, em entrevista ao Estado. Decidiu ouvir os discos em ordem cronológica, a partir da primeira música do primeiro álbum.

“Tenho uma memória afetiva muito aguçada. A cada música, eu lembrava de tudo, das pessoas que participaram, dos acontecimentos envolvendo aquele período. Foi uma audição que mexeu muito comigo, é como se eu tivesse visto o filme de toda minha vida relativa ao trabalho, desde 76. Foi uma audição que me causou muitas sensações distintas, mas foi muito bom.”

No retorno ao início de tudo, Djavan lembra da época da gravação do álbum de estreia, A Voz, O Violão, A Música de Djavan. E de seu primeiro produtor, Aloysio de Oliveira, que fez parte do Bando da Lua (que acompanhou Carmen Miranda) e é descrito por Djavan como “um grande compositor, um grande letrista”.

Então promissor compositor, Djavan lhe entregou 60 canções suas para que ele chegasse a 12. O produtor fez suas escolhas, o que incluiu oito sambas, o que causou espanto em Djavan. Ele bem que pensou em contestar – afinal, sempre teve grande dificuldade de fazer o que não queria -, mas, daquela vez, achou melhor não contrariar. “Tive medo de discutir com ele, porque pensei: ‘Sendo quem é, se ele estiver certo? Acho que estou errado de querer mostrar essa diversidade toda no primeiro trabalho’. Com o tempo, descobri que ele viu essa diversidade nesses sambas.” Fora um disco totalmente autoral, de onde saíram sucessos Flor de Lis. “O João Araújo, presidente da Som Livre e meu tutor, digamos, foi quem chamou o Aloysio, e, nesse começo, eles viram que era o compositor que queriam mostrar essencialmente.”

Internacional

Mais tarde, com o disco Luz, de 1982, pela CBS (atual Sony), Djavan teve a oportunidade realizar um velho sonho, que era o de gravar nos Estados Unidos. Mas suas ambições não contemplavam morar por lá, como chegou a ser proposto pelo presidente da gravadora, Tomás Muñoz. A mudança de país, claro, ampliaria suas chances de usar o mercado americano como trampolim para o mundo. Mas, apesar de tentador, o músico acabou declinando do convite. A decisão final não foi fácil, mas, para ele, olhando para trás, foi a mais acertada. “Eu não podia perder a essência cultural do Brasil.”

Na época, ponderou prós e contras: “Se eu for aos Estados Unidos vou me tornar um artista praticamente americano. Vou gravar em inglês, compor em inglês. Sei que minha caminhada ao mercado internacional vai ser muito facilitada, mas, ao mesmo tempo, não sei se vou curtir uma mudança tão radical na minha maneira de pensar música”. Os contras fizeram com que ele ficasse no Brasil. Mas as coisas não eram tão nítidas assim para o músico como se mostram hoje. “Fiquei com muito medo de estar jogando fora uma oportunidade única”, confessa ele. “Eu, muito jovenzinho, tendo de resolver uma parada como essa, foi muito sofrido.”

Com o tempo, a carreira internacional foi pavimentada por outra estrada: a do artista brasileiro que leva suas turnês para outros países. Com impacto menor, mas ainda assim com impacto. As canções em espanhol e inglês para estrangeiro ouvir compiladas em um disco especial na Caixa Djavan, como Mi Buen Querer (Meu Bem Querer) e Bird of Paradise (Navio) são prova disso.

No final das contas, Luz lhe trouxe mais bônus do qualquer outra coisa. Recheado de clássicos, teve produção do americano Ronnie Foster, admirador do trabalho de Djavan, e participação de luxo de Stevie Wonder na gaita em Samurai. “O Stevie Wonder tem uma brasilidade na música dele muito marcante. Ele ouviu muito música brasileira e ele encontrou em mim um músico com uma veia com a qual ele se identificava.” Bem-sucedido, o disco vendeu 500 mil exemplares, marca só ultrapassada pelos mais de 2 milhões de cópias de Djavan Ao Vivo, de 1999.

Para Djavan, aliás, o sucesso desse trabalho ao vivo foi inesperado. “Eu não estava com o menor interesse de fazê-lo, porque estou sempre contando com meu trabalho para me divertir, e eu achava que não me divertiria nada fazendo o que já estava feito, que aquilo apenas atenderia ao mercado.” Após relutar, foi convencido pela Sony. “Aí me envolvi, acabei gostando muito de ter feito esse disco.”

Dedicado ao projeto desde o começo de 2013, com olhos e ouvidos em alerta para possíveis correções – mas sem interferir na originalidade da obra, como o som ‘granulado’ dos primeiros discos -, Djavan encontrou uma segunda chance para remixar integralmente o álbum Matizes, de 2007. Ele conta que, na época da gravação, não saiu dela com a sensação de dever cumprido. “Tive dois ou três engenheiros de som, coisa que nunca tinha acontecido, um que adoeceu, outro teve um problema. As coisas foram mudando e eu não conseguia dar unidade ou trazer a sonoridade que eu ouvia no meu ouvido, na minha cabeça, que eu queria. Isso me deu um desequilíbrio”, justifica.

Ao olhar para trás, Djavan percebe uma evolução bem aparente de seu trabalho. “Hoje, naturalmente sou um músico melhor, mais completo, tenho controle da música”, analisa. “Sei exatamente como chegar aonde eu quero com mais facilidade.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Hello Kitty será adaptada pela primeira vez para o cinema

Mick Jagger entra para elenco de filme sobre irmãs incestuosas

Paula Fernandes assume romance com piloto de jato executivo

The Guardian elege os 100 melhores romances da história

Made In Amazon inaugura galeria de exposição na Bodytech

Assuntos Box, Carreira, Djavan, musica
Valmir Lima 12 de novembro de 2014
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Djavan vai lançar novo álbum com 12 músicas inéditas (Imagem: YouTube/Reprodução)
Variedades

Djavan interpretará ele mesmo na novela ‘Êta Mundo Melhor!’

24 de fevereiro de 2026
Djavan vai lançar novo álbum com 12 músicas inéditas (Imagem: YouTube/Reprodução)
Variedades

Djavan diz que aprende com a geração Z, apreciadora de suas músicas

18 de novembro de 2025
Djavan vai lançar novo álbum com 12 músicas inéditas (Imagem: YouTube/Reprodução)
Variedades

‘Nunca vou ser decifrado e isso é muito bom’, afirma Djavan

12 de novembro de 2025
Djavan cantor
Variedades

Cantor Djavan convida fãs a criarem versões de trecho de música

3 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?