O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Brasil está em posição privilegiada para ter vacina, mas liberação deve ser gradual, diz Fiocruz

4 de novembro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
Sede da Fiocruz no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação/Fundação Oswaldo Cruz)
Natália Cacian, da Folhapress

BRASÍLIA – Na corrida mundial por vacinas contra a Covid-19, o Brasil tem a possibilidade de estar no grupo dos primeiros países que imunizarão suas populações, mas a liberação de doses não deve ser imediata para todos, afirmou nesta quarta-feira, 4, o vice-presidente de inovação da Fiocruz, Marco Krieger.

A previsão da instituição, que mantém um acordo de transferência de tecnologia de uma vacina em desenvolvimento pela farmacêutica AstraZeneca e Universidade de Oxford (Reino Unido), é produzir 210 milhões de doses até o fim de 2021.

Tanto a oferta quanto a previsão de alcance dessas doses na população, porém, ainda dependem da conclusão e dos resultados dos testes clínicos –até o momento, dados preliminares apontam uma melhor resposta com aplicação de duas doses dessa vacina.

De acordo com a Fiocruz, caso os dados de eficácia sejam confirmados, a ideia é que a produção ocorra em duas etapas. Na primeira, a meta é produzir 100,4 milhões de doses entre janeiro e julho do próximo ano, e 30 milhões até fevereiro, a partir de insumos enviados pela AstraZeneca.

Uma segunda etapa prevê fabricar 110 milhões de doses a partir de agosto, quando toda a produção deve ser nacional. A liberação das doses, no entanto, ainda seria gradual.

“Temos uma expectativa muito boa de ter um grande número de doses durante o ano de 2021, mas não é imediata essa liberação das doses”, diz Krieger. “Vamos ter ainda que fazer o uso de outras medidas de enfrentamento da pandemia, mas com o reforço importante da introdução da vacina, que vai ser feita de uma forma que permita que a gente proteja inicialmente populações mais vulneráveis e pessoas com mais risco de ter formas graves da doença.”

Para ele, o Brasil está em “posição privilegiada” na busca por vacinas contra a Covid-19. “Poucos países do mundo vão ter a possibilidade de fazer [a imunização] de forma tão rápida. A própria OMS [Organização Mundial de Saúde] diz que em muito dos países isso vai ocorrer só de 2022 até 2024”, afirma.

As declarações e a previsão de prazos ocorreram em uma oficina ministrada pela instituição a jornalistas nesta quarta-feira (4).

Segundo a vice-diretora de qualidade de Bio-Manguinhos, Rosana Cuber, a previsão da Fiocruz é submeter um pedido formal de registro da vacina em janeiro à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quando tiver os dado de eficácia em mãos. Com esse aval, a ideia é iniciar a aplicação das doses até março do próximo ano.

O cronograma final e o público-alvo, no entanto, devem ser definidos pelo Ministério da Saúde. E alguns fatores ainda podem influenciar nesses prazos.

Entram nessa lista possíveis atrasos na conclusão dos estudos clínicos, a necessidade de uso de diversos insumos importados, o que pode esbarrar em problemas de logística, e a consolidação da transferência de tecnologia, considerada um processo complexo.

“Temos datas planejadas, mas nunca sabemos se vai atrasar mais um pouquinho”, afirma o diretor de Biomanguinhos, Maurício Zuma. “Há uma impossibilidade de prever com precisão. Estamos tentando acelerar o máximo possível. Começaríamos a produzir em janeiro, ainda antes do registro, para termos 30 milhões de doses até fevereiro e disponibilizadas assim que tiver o registro”, diz.

Segundo ele, para conseguir cumprir o previsto para a segunda etapa, que prevê produção própria de 110 milhões de doses, o laboratório de Biomanguinhos passa por adaptações e aquisições de equipamentos.

O valor do acordo que prevê as 100,4 milhões de doses iniciais é de R$ 1,9 bilhão. A Fiocruz também deve contar com R$ 100 milhões de doadores privados para investimentos no laboratório de Biomanguinhos.

Segundo Krieger, a escolha por um acordo de transferência de tecnologia da vacina considerou, entre outros fatores, o fato de essa imunização ter o maior número de voluntários em testes clínicos e bons resultados em testes iniciais.

O estudo clínico foi iniciado em abril. Até o momento, estudos mostram boa resposta com uma dose e uma resposta maior com duas doses, afirma Krieger. Os testes, porém, ainda não foram finalizados.

“Mas alguns resultados já começam a surgir, com uma resposta muito forte em idosos. A resposta nessa população é muito difícil de ser obtida, e isso traz uma esperança de que essa vacina vá auxiliar no enfrentamento da epidemia”, afirma.

Outro ponto que levou à decisão foi o tipo de tecnologia usada na produção da vacina, que usa uma plataforma vetor viral não replicante derivada de um adenovírus. “Essa vacina faz não só a produção de anticorpos mas também estimula a produção de células que destroem o vírus Sars-CoV-2”, explica Cuber.

Embora a chamada vacina de Oxford seja considerada a principal aposta, a instituição também já realiza parcerias para estudos de outras potenciais vacinas. Os testes, porém, ainda estão em fase pré-clínica, ou seja, com estudos em animais. “Estaríamos falando em iniciativas para 2023”, diz Krieger.

Notícias relacionadas

Viatura da Rocam bate em carro e mata casal na zona leste de Manaus

Homem prende a perna em rampa de barco e é resgatado por bombeiros em Parintins

‘Não é um momento de política, é de ajudar’, diz Renato Junior sobre ajuda à Venezuela

Conar recomenda retirada de anúncios de bets que infrigem princípios do órgão na CazéTv

Mais 2 aviões da FAB decolam neste sábado com ajuda para a Venezuela

Assuntos Covid-19, Fiocruz, vacina
Redação 4 de novembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

23 de junho de 2026
Novo fenômeno climático pode causar calor intenso como cheias (Imagem: YouTube)
Dia a Dia

Efeitos do calor causaram 120 mil mortes no Brasil, revela estudo

18 de junho de 2026
entrerros covid-19
Dia a Dia

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

16 de maio de 2026
Política

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

11 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?