O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Brasil é o quinto país do mundo na produção de gases do efeito estufa

8 de novembro de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Queima da floresta para transformar em pasto é uma das ações poluidoras no Brasil (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
Por Juliana Domingos de Lima, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – O Brasil emitiu 2,3 bilhões de toneladas brutas de gases de efeito estufa em 2023. O número representa queda de 12% em relação ao ano anterior, quando foram emitidas 2,6 bilhões de toneladas.

Apesar da redução, o resultado deste ano se mantém em um patamar elevado, que coloca o Brasil na posição de quinto maior emissor de gases estufa do mundo.

As emissões dos países estarão em pauta na Cúpula do Clima (COP-29), que acontece em Baku, no Azerbaijão, a partir de segunda-feira (11), com objetivo de discutir estratégias e financiamento para a descarbonização.

O dado foi divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Seeg (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa) do Observatório do Clima, rede de organizações ambientais voltadas ao combate da mudança climática.

– Com emissões em alta em outros setores, a queda em 24% nas emissões globais por desmatamento foi a responsável pela redução, puxada pelo corte de emissões por desflorestação da Amazônia em 37%, a partir da intensificação de ações de fiscalização pelo governo federal;

– À exceção da Amazônia e do Pampa – que também registrou queda de 15% nas emissões por desmatamento em 2023 -, porém, todos os biomas tiveram alta nesse setor, com aumento de 86% no Pantanal, 23% das emissões no Cerrado, 11% na Caatinga e 4% na Mata Atlântica;

– O aumento do desmatamento no Cerrado levou o Maranhão à posição de terceiro Estado com maior emissão bruta do Brasil, entrando pela primeira vez no ranking e ficando atrás apenas de Pará e Mato Grosso.

As mudanças de uso da terra – de floresta para pasto, por exemplo – são as maiores poluidoras no país, responsáveis por 46% das emissões brutas de gases de efeito estufa, com 1,062 bilhão de toneladas de CO2 equivalente.

Todos os outros setores geradores de emissão analisados no relatório do Seeg – agropecuária, energia, indústria e resíduos – apresentaram aumento, o que já era esperado com o crescimento do PIB. Na agropecuária, que totaliza 28% das emissões brutas, a alta foi de 2,2%, chegando a 631 milhões de toneladas.

O aumento é atribuído ao crescimento do rebanho bovino, já que a maior parte das emissões vem do “arroto” do boi – a fermentação entérica emitiu 405 milhões de toneladas em 2023, volume maior do que o total de emissões da Itália, por exemplo.

Em 2023, o número de bovinos bateu recorde desde o início da série histórica, em 1974, com 238,6 milhões de cabeças, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE.

Apesar de ser a maior queda porcentual nas emissões desde 2009, ano que o Brasil registrou menor emissão da série histórica iniciada em 1990, o País ainda não retornou ao patamar anterior a 2019 – menor do que o volume de emissões atual.

Nesta edição do relatório, um reajuste na metodologia mostrou que as emissões de 2022, divulgadas no ano passado, haviam sido subestimadas. Com o novo cálculo, as emissões brutas de 2022 ficaram em 2,6 bilhões de toneladas brutas de CO2 equivalente, o que resultou na redução de 12% das emissões de 2023 em relação ao ano anterior.

Ambição climática

O Brasil tem uma meta de redução de emissões a cumprir até 2025, fixada pela adesão do País ao Acordo de Paris. A atual ambição climática, ou Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) limita a emissão máxima a 1,32 bilhões de toneladas de CO2 equivalente até o próximo ano, quando todos os países devem apresentar novas metas.

A cifra corresponde ao volume de emissões líquidas, ou seja, o balanço entre tudo que o País emite e a quantidade de CO2e capturado por atividades como reflorestamento e práticas agrícolas sustentáveis.

Em 2023, as emissões líquidas ficaram em 1,65 bilhão de toneladas de CO2e. Para atingir a meta, o Brasil ainda precisa reduzir as emissões em mais de 20% em dois anos, até o fim de 2025.

Mantendo nesse ano e no próximo o mesmo nível de redução de 2023 em relação a 2022, é possível conseguir alcançar a meta, segundo calcula o coordenador do levantamento, David Tsai.

Sem questionar a importância de continuar diminuindo o desmateo, Tsai considera que apostar apenas na Amazônia para reduzir as emissões não é uma boa estratégia. “A gente precisa descarbonizar todos os setores”, disse ao Estadão.

Por que queimadas não contam?

O relatório do Seeg reporta as emissões geradas por queimadas, mas até o momento elas não entram na conta das emissões brutas e líquidas anuais do país.

Essas emissões são monitoradas pelo Observatório do Clima desde 2018, mas afirma calculá-las separadamente para “manter a comparabilidade com as metas brasileiras”, uma vez que o inventário oficial de emissões do governo federal não contabiliza as emissões por queimadas.

Os valores são significativos: em 2023, somente as emissões por queimadas não associadas a desmatamento chegaram a 90 milhões de toneladas de CO2 equivalente.

Em 2024, o Brasil bateu recordes de incêndios florestais mesmo na Amazônia, onde a floresta não pega fogo naturalmente e os incêndios costumam estar associados ao desmatamento, atualmente em queda.

Na avaliação do Observatório do Clima, o fogo tende a ser um fator cada vez mais importante no balanço de carbono do Brasil à medida que a crise climática se agrava.

“Achamos que o governo deve passar a contabilizar essas emissões, inclusive porque é uma recomendação do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas)”, afirmou o coordenador do Seeg David Tsai.

Neste ano, o OC monitorou pela primeira vez as emissões de metano e de óxido nitroso por queima de pastagens. Os dois são gases mais potentes no aquecimento do planeta do que o CO2.

Notícias relacionadas

Programa Opera+ Amazonas intensifica cirurgias dermatológicas

Aliados de Lula visitam local onde será o Porto da Manaus Moderna

Desembargadora afastada há 2 anos recebeu R$ 1,3 milhão de salários

Brasil perde R$ 94,4 bilhões por ano com barreiras a LGBT+

Colômbia: aliado de candidato à presidência e assessor são assassinados a tiros

Assuntos Amazônia, brasil, desmatamento, efeito estufa, gases do efeito estufa
Cleber Oliveira 8 de novembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dinheiro
Economia

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

16 de maio de 2026
Barco-laboratório
Especial Publicitário

Nova tecnologia fortalece estudos sobre contaminação por mercúrio no Amazonas

15 de maio de 2026
Área desmatada no Amazonas (Foto: Divulgação/Ibama)
Economia

Conselho adia para 2027 bloqueio do crédito rural por desmatamento ilegal

13 de maio de 2026
As porções isoladas de vegetação nativa cresceram de 2,7 milhões, em 1986, para 7,1 milhões, em 2023 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

Fragmentos de vegetação nativa cresceram 260% em 38 anos no Brasil

13 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?